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Elastografia Hepática

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== Informações Sobre a Doença A Elastografia Hepática ==
A esquistossomose elastografia hepática ultrassônica é uma doença infecto-parasitária, socialmente determinadaum método não invasivo utilizado para diagnóstico da fibrose hepática. Entre as técnicas de elastografia existentes, temos a elastografia transitória e representa a segunda principal causa elastografia por irradiação de mortes no Brasil entre as doenças tropicais negligenciadas força de impulso acústico (DTNARFI, do inglês Acoustic Radiation Force Impulse). Indivíduos que residem Ambas as técnicas são realizadas em áreas endêmicas, com altas cargas parasitárias, podem evoluir da forma aguda para a fase crônica da doença. Entre as formas clínicas da doença, cerca aparelhos de 10% irão desenvolver a forma hepatoesplênicaultrassonografia tradicionais, caracterizada pela fibrose hepática. A detecção precoce da fibrose hepática é recomendada para sendo que os pacientes possam iniciar o tratamento ainda nos estágios iniciais da doença, em vez de somente na fase avançada da cirrose hepáticaapenas a elastografia do tipo ARFI está disponível no SUS.
Embora a biópsia seja considerada o método mais preciso para o diagnósticoO exame da elastografia hepática, independentemente do tipo, exames é um procedimento (exame de imagem não invasivos) de fácil realização, como reprodutível e pode ser realizado à beira do leito ou em atendimento ambulatorial. O tempo necessário para a '''elastografia hepática''', têm aquisição das medidas em média é menor que cinco minutos. Ressalta-se mostrado alternativas à biópsia. Apesar de que o procedimento estar disponível no SUS para detecção exame da fibrose elastografia hepática em pacientes com Hepatite C e Hepatite Bé operador dependente, atualmente não contempla pacientes com esquistossomosesendo que a experiência influencia diretamente a confiabilidade das medidas. Dessa formaPara a elastografia transitória, é pertinente a avaliação da ampliação de uso 100 exames são necessários como treinamento mínimo para essa população no SUShabilitação do operador. <ref>[https://www.govJá para elastografia do tipo ARFI, não há um consenso sobre a experiência necessária do operador.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2025/relatorio-de-recomendacao-com-decisao-final-no-1029-elastografia-esquistossomose Relatório de recomendação Ampliação de uso Os resultados da elastografia hepática para devem ser interpretados por um especialista, o diagnóstico da fibrose hepática em pacientes qual deve associar os achados com esquistossomose]</ref> == Relatório aspectos clínicos de Recomendação da Ampliação de uso da elastografia hepática para o diagnóstico da fibrose hepática em pacientes com esquistossomose ==cada paciente.
A [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2025/portaria-sectics-ms-no-66-de-15-de-setembro-de-2025 PORTARIA SECTICS/MS Nº 66, DE 15 DE SETEMBRO DE 2025] <ref>[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2025/portaria-sectics-ms-no-66-de-15-de-setembro-de-2025 PORTARIA SECTICS/MS Nº 66, DE 15 DE SETEMBRO DE 2025]</ref> aprovou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2025/relatorio-de-recomendacao-com-decisao-final-no-1029-elastografia-esquistossomose Ampliação de uso da elastografia hepática para o diagnóstico da fibrose hepática em pacientes com esquistossomose].
* '''Critérios de Inclusão:'''
A PORTARIA SECTICS/MS Nº 66, DE 15 DE SETEMBRO DE 2025 Torna , torna pública a decisão de ampliar o uso, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, da elastografia hepática para o '''diagnóstico da fibrose hepática em pacientes com esquistossomose. Ref.: 25000.040076/2025-65'''.
Conforme determina PORTARIA SCTIE/MS Nº 45, DE 20 DE JULHO DE 2026, torna pública a decisão de ampliar o art. 25 uso, no âmbito do Decreto nº 7.646/2011Sistema Único de Saúde - SUS, as áreas técnicas terão da elastografiahepática ultrassônica para o prazo máximo de 180 (cento estadiamento e oitenta) dias para efetivar a oferta no SUSo '''monitoramento da fibrose hepática em pacientes com colangite biliar primária'''.
== O Relatório de Recomendação da CONITEC ==
 
''' Para o Diagnóstico da Fibrose Hepática em Pacientes com Esquistossomose:'''
A síntese de evidência da acurácia da elastografia comparado à biópsia hepática demonstra que a elastografia apresenta um grau de acurácia de aceitável a excelente, com estimativas de sensibilidade e especificidade acima do limiar de relevância clínica (60%). A sensibilidade sumária variou de 78% a 87% e a especificidade sumária variou de 79% a 90%,
das análises de sensibilidade determinísticas demonstram que o parâmetro que mais impacta na RCEI em todos os graus de fibrose é o custo do exame da biópsia. Os resultados das análises de sensibilidade probabilística corroboram com os resultados apresentados na análise do caso base.
==Descrição Técnica '''Para o Estadiamento e Monitoramento da Tecnologia== A elastografia hepática ultrassônica é um método não invasivo utilizado para diagnóstico da fibrose hepática. Entre as técnicas de elastografia existentes, temos a elastografia transitória e a elastografia por irradiação de força de impulso acústico (ARFI, do inglês Acoustic Radiation Force Impulse). Ambas as técnicas são realizadas Fibrose Hepática em aparelhos de ultrassonografia tradicionais, sendo que apenas a elastografia do tipo ARFI está disponível no SUS.Pacientes com Colangite Biliar Primária:'''
O exame da Apesar das limitações metodológicas encontradas nos estudos, as evidências disponíveis indicam que as diferentes técnicas de elastografia hepática, independentemente do tipo, é um procedimento apresentam acurácia diagnóstica semelhante e adequada (exame de imagem≥80%) de fácil realização, reprodutível para o estadiamento e pode ser realizado à beira do leito ou monitoramento da fibrose hepática em atendimento ambulatorial. O tempo necessário pacientes com CBP, especialmente para a aquisição das medidas em média é menor que cinco minutosestágios mais avançados. Ressalta-se que A análise comparativa não evidenciou diferenças significativas entre o exame da elastografia hepática é operador dependentedesempenho das tecnologias, sendo importante ressaltar que esse resultado está associado a experiência influencia diretamente grande incerteza, devido ao número reduzido de estudos, o que limita a confiabilidade das medidasrobustez do achado. Para a elastografia transitóriaDestaca-se, que as técnicas disponíveis no SUS (ARFI, 100 exames p-SWE e 2D-SWE) são necessários como treinamento mínimo para habilitação do operador. Já para elastografia do tipo ARFIoperadores dependentes, não há um consenso sobre o que pode afetar a experiência necessária do operador. Os qualidade dos resultados da elastografia hepática devem ser interpretados por um especialista, o qual deve associar os achados com aspectos clínicos e reforça a necessidade de cada pacientecapacitação contínua dos profissionais que realizam esse procedimento.
== Recomendação Final da Conitec ==
Os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos presentes na 143ª Reunião Ordinária do Conitec, realizada no dia 08 de agosto de 2025, deliberaram, por unanimidade, recomendar a ampliação de uso da elastografia hepática para o diagnóstico da fibrose hepática em pacientes com esquistossomose. Para essa deliberação, o Comitê considerou que não houve contribuições que pudessem alterar as análises ou sugerir resultados diferentes daqueles já previamente apresentados. Dessa forma, manteve-se o entendimento favorável à ampliação de uso do procedimento para essa população. Assim, foi assinado o Registro de Deliberação nº 1029/2025.
 
Em 19 de junho de 2026, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos da Conitec presentes na 152ª Reunião Ordinária, deliberaram, por unanimidade, recomendar a ampliação de uso da elastografia hepática ultrassônica para o estadiamento e monitoramento da fibrose hepática em pacientes com colangite biliar primária. Foi assinado o registro de deliberação nº 1.126/2026.
==Padronização do SUS==
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