<?xml version="1.0"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xml:lang="pt-BR">
		<id>http://www.infosus.saude.sc.gov.br/index.php?feed=atom&amp;namespace=0&amp;title=Especial%3AP%C3%A1ginas_novas</id>
		<title>InfoSUS - Páginas novas [pt-br]</title>
		<link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.infosus.saude.sc.gov.br/index.php?feed=atom&amp;namespace=0&amp;title=Especial%3AP%C3%A1ginas_novas"/>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Especial:P%C3%A1ginas_novas"/>
		<updated>2026-06-29T17:43:10Z</updated>
		<subtitle>De InfoSUS</subtitle>
		<generator>MediaWiki 1.28.0</generator>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Dieta_enteral_hipercal%C3%B3rica</id>
		<title>Dieta enteral hipercalórica</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Dieta_enteral_hipercal%C3%B3rica"/>
				<updated>2026-06-29T14:40:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com '==Classe terapêutica==  Dieta enteral   ==Nomes comerciais==  '''Nutrison energy 1,5''' (Danone) ou '''Trophic 1,5''' (Prodiet)   ==Principais informações==  Fórmula modif...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dieta enteral &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nutrison energy 1,5''' (Danone) ou '''Trophic 1,5''' (Prodiet) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fórmula modificada para nutrição enteral, líquida, nutricionalmente completa, com densidade energética igual a 1,5 kcal/mL; polimérica, normoproteica (maior ou igual a 10% e menor que 20% do VET (valor energético total) de proteínas), no mínimo 60% de origem animal; normolipídica (maior ou igual a 15% e menor ou igual a 35% do VET de lipídios), no máximo 10% do VET de gordura saturada. Limite máximo de sódio de 115 mg/100 kcal. Lactose menor ou igual a 100 mg/100 mL, isenta de sacarose, glúten e fibras. Embalagem de 1000 mL, tetra pak ou rígida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É indicada para pacientes adultos ou idosos, com risco nutricional ou desnutrição; e pacientes que necessitam de alimentação por sonda, com necessidades energéticas aumentadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre a dieta/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dieta enteral hipercalórica '''Nutrison energy 1,5''' (Danone) ou '''Trophic 1,5''' (Prodiet)  não está padronizada em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos/insumos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como alternativa, é fornecida dieta polimérica a base de soja, porém normocalórica e normoproteica, pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF). O CEAF possui um Programa de Nutrição Enteral Domiciliar para pacientes adultos e idosos, que fazem uso de sonda enteral como via de alimentação, em domicílio, e fornece uma dieta sintética polimérica, com proteína de soja e caseinato de cálcio (proteína de origem animal e vegetal), hipossódica, completa e balanceada, que fornece todos os nutrientes necessários para pacientes que necessitam de dieta enteral, independente da patologia. O acesso do paciente bem como o fornecimento da dieta deste Programa é através do CEAF. O solicitante deve encaminhar processo administrativo solicitando tal produto para a Regional de Saúde correspondente ou à Unidade de Assistência Farmacêutica. Quando estiver comprovada a necessidade e, uma vez cadastrado, o paciente passará a receber o produto com regularidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Warmlingd</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Alfaeftrenonacogue</id>
		<title>Alfaeftrenonacogue</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Alfaeftrenonacogue"/>
				<updated>2026-06-24T15:02:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Recomendação desfavorável da CONITEC */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Registro na Anvisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O medicamento alfaeftrenonacogue não possui registro sanitário ativo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e, portanto, não é produzido e comercializado em território nacional''' &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/1380552?substancia=25690 Registro do medicamento Elprolix ® - Registro ANVISA cancelado] &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Elprolix ®&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O medicamento alfaeftrenonacogue está indicado em adultos e crianças com hemofilia B para: Tratamento sob demanda e controle de episódios de sangramento; Gerenciamento perioperatório de sangramentos; Profilaxia de rotina para reduzir a frequência de episódios de sangramento &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.fda.gov/media/88119/download Bula do medicamento Alprolix ®]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação desfavorável da CONITEC==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS - [[CONITEC]] publicou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2019/relatorio_alfaeftrenonacogue_hemofiliab.pdf/@@display-file/file Relatório de Recomendação nº 431], aprovado pelo Ministério da Saúde por meio da [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2019/portariassctie_08e09_2019.pdf/@@display-file/file Portaria nº 08, de 21 de fevereiro de 2019], com a decisão final de '''não incorporar o alfaefmoroctocogue (fator VIII de coagulação recombinante Fc) para indução de imunotolerância em pacientes com hemofilia A e inibidores.''' '' Considerou-se que há grande incerteza a respeito da eficácia do medicamento quando comparado as opções de tratamento já disponíveis no SUS, além disso a análise econômica apresentada e a análise de impacto orçamentário apresentaram limitações importantes que atribuíram elevada incerteza quanto as estimativas reais de custo-efetividade e de impacto orçamentário''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[CONITEC]] publicou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2019/relatorio_alfaefmoroctocogue_hemofiliaa.pdf/@@display-file/file Relatório de Recomendação nº 432], aprovado pelo Ministério da Saúde por meio da [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2019/portariassctie_08e09_2019.pdf/@@display-file/file Portaria nº 08, de 21 de fevereiro de 2019], com a decisão final de '''não incorporar o alfaefmoroctocogue (fator VIII de coagulação recombinante Fc) para indução de imunotolerância em pacientes com hemofilia A e inibidores.''' '' Considerou-se que há grande incerteza a respeito da eficácia e segurança do medicamento quando comparado as opções de tratamento já disponíveis no SUS, devido aos poucos relatos encontrados na literatura e inexistência de estudos mais robustos e com maior número de pacientes, além disso a análise econômica apresentada e a análise de impacto orçamentário apresentaram limitações importantes que atribuíram elevada incerteza quanto as estimativas reais de custos e de impacto orçamentário.''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lorenzoniaa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Pirazinamida</id>
		<title>Pirazinamida</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Pirazinamida"/>
				<updated>2026-06-18T18:38:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com '== Registro na Anvisa ==  '''SIM'''  '''Categoria:''' medicamento  '''Classe terapêutica:''' tuberculostáticos &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/70820?sub...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Registro na Anvisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SIM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' tuberculostáticos &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/70820?substancia=7549 Classe Terapêutica do medicamento Pirazinamida LAQFA - Registro ANVISA]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Classificação Anatômica Terapêutica Química (ATC) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antimicobactérias &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=J04&amp;amp;showdescription=no Grupo ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt; - J04AK01 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=J04AK01 Código ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Pirazinamida LAQFA; Pirazinamida LFM; Pirazinamida URP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento '''pirazinamida''' é destinado ao tratamento das diversas formas de tuberculose, na primeira etapa do esquema básico, em associação com a [[rifampicina]] e a [[isoniazida]] &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?numeroRegistro=112330039 Bula do medicamento Pirazinamida LAQFA - Bula do Profissional]&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – [[CONITEC]] por meio do [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2020/20201222_relatorio_501_pirazinamida_dispersivel.pdf Relatório de Recomendação nº 501], aprovado pelo Ministério da Saúde por meio da [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2020/20201222_portaria_sctie_64.pdf Portaria SECTICS/MS nº 64, de 22 de dezembro de 2020], tornou pública a decisão de '''incorporar o medicamento pirazinamida apresentação dispersível, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme determina o [https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7646.htm Art. 25 do Decreto 7.646/2011], o prazo máximo para efetivar a oferta ao SUS é de cento e oitenta dias (180 dias) a partir da publicação da portaria. Este prazo se faz necessário para os trâmites operacionais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- pactuação na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) para definir qual ente vai custear a aquisição: &amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;Etapa concluída&amp;lt;/span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;. De acordo com a pactuação acordada na [https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/gestao-do-sus/articulacao-interfederativa/cit/pautas-de-reunioes-e-resumos/2026/maio/resumo-executivo-5a-reuniao-ordinaria.pdf/view 5ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite - 2026], o medicamento passa a pertencer ao '''Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF).'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- elaboração ou atualização pela CONITEC de Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para orientação de uso racional;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;Portanto, apesar da publicação da [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2020/20201222_portaria_sctie_64.pdf Portaria SECTICS/MS nº 64, de 22 de dezembro de 2020], o medicamento pirazinamida apresentação dispersível, ainda não se encontra disponível para a população por meio do SUS.'''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações sobre o financiamento do medicamento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento '''pirazinamida''' pertence ao Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF), '''sendo sua aquisição de responsabilidade exclusiva da União.''' O Ministério da Saúde adquire e distribui o medicamento aos Estados e ao Distrito Federal, cabendo a esses o recebimento, o armazenamento e a distribuição aos municípios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lorenzoniaa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Menaeptenona</id>
		<title>Menaeptenona</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Menaeptenona"/>
				<updated>2026-06-18T18:05:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Nomes comerciais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Registro na Anvisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SIM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' medicamentos afetando a estrutura óssea e mineralização &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/3327920?substancia=26207 Classe Terapêutica do medicamento Doiska 180 ® - Registro ANVISA]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' vitamina K &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/1262711?substancia=26207 Classe Terapêutica do medicamento Myra-K7 ® - Registro ANVISA]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Classificação Anatômica Terapêutica Química (ATC) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Medicamentos para o tratamento de doenças ósseas &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=M05&amp;amp;showdescription=no Grupo ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt; - M05BX08 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=M05BX08 Código ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Doiska 180 ®; Myra-K7 ®; Menaka ®&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento '''menaeptenona''' é indicado na prevenção e tratamento da perda de massa óssea e densidade mineral óssea relacionadas à idade, bem como na melhora da complacência arterial e na inibição da calcificação vascular advinda com o envelhecimento e/ou agravada por diversas outras patologias como, por exemplo, hipertensão arterial, aterosclerose, diabetes ''mellitus'' e insuficiência renal crônica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento '''menaeptenona não pertence''' ao elenco da [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME (2024)], que contempla os medicamentos e insumos disponíveis no SUS. Também não se encontra na [http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Elenco_de_Medicamentos_-_CEAF lista de medicamentos padronizados do Ministério da Saúde], não existindo nenhum protocolo específico para sua liberação pelas Secretarias Estaduais de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alternativas terapêuticas disponíveis no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seguintes medicamentos (''clique no nome do medicamento para consultar como ter acesso ao mesmo'') '''estão disponíveis no âmbito do SUS pelo Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) e pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) para o tratamento da osteoporose'''&amp;lt;ref&amp;gt;[https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf RENAME 2024]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2025/pcdt-osteoporose.pdf Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose]&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ácido zoledrônico]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Alendronato de sódio]] (CBAF) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Calcitonina]] (CEAF) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Calcitriol]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Cálcio, carbonato + Vitamina D|Carbonato de cálcio + Vitamina D]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Carbonato de Cálcio]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Estrogênios conjugados]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Fosfato de cálcio tribásico + Colecalciferol (vitamina D3)|Fosfato de cálcio tribásico + colecalciferol]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Pamidronato dissódico|Pamidronato]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Raloxifeno]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Risedronato]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Romosozumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Importante:''''' As alternativas terapêuticas mencionadas consideram as indicações clínicas previstas na bula do medicamento, e têm como propósito nortear os usuários da plataforma InfoSUS quanto às opções terapêuticas disponíveis no SUS. Além dos medicamentos citados acima, deverá ser consultada a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais de cada município, pois conforme o Art. 27, §1º, do [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/D7508.htm Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011], os entes federativos poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifiquem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lorenzoniaa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Bimequizumabe</id>
		<title>Bimequizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Bimequizumabe"/>
				<updated>2026-06-18T17:42:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Registro na Anvisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SIM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' imunosupressor &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/3543569?substancia=33058 Classe Terapêutica do medicamento Bimzelx ® - Registro ANVISA]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Classificação Anatômica Terapêutica Química (ATC) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunosupressores &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=L04&amp;amp;showdescription=no Grupo ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt; - L04AC21 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=L04AC21 Código ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Bimzelx ®&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Psoríase em placas:''' para o tratamento de psoríase em placas moderada a grave em adultos (18 anos ou mais) que são candidatos para terapia sistêmica;&lt;br /&gt;
*'''Artrite psoriásica:''' isoladamente ou em combinação com [[metotrexato]], é indicado para o tratamento da artrite psoriásica ativa em adultos que tiveram uma resposta inadequada ou que foram intolerantes a um ou mais medicamentos anti-reumáticos modificadores da doença (DMCD);&lt;br /&gt;
*'''Espondiloartrite axial:''' '''1)''' '''''Espondiloartrite axial:'''''  para o tratamento de adultos com espondiloartrite axial não radiográfica ativa com sinais objetivos de inflamação, conforme indicado pela proteína C-reativa (PCR) elevada e/ou ressonância magnética (RM), que responderam inadequadamente ou são intolerantes a anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). '''2)''' '''''Espondilite anquilosante (espondiloartrite axial radiográfica – EpA-r):''''' para o tratamento de adultos com espondilite anquilosante ativa que responderam inadequadamente ou são intolerantes à terapia convencional;&lt;br /&gt;
*'''Hidradenite supurativa:''' para o tratamento de hidradenite supurativa moderada a grave ativa (acne inversa) em adultos com uma resposta inadequada à terapia convencional para hidradenite supurativa sistêmica &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?numeroRegistro=123610095 Bula do medicamento Bimzelx ®]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento '''bimequizumabe não pertence''' ao elenco da [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME (2024)], que contempla os medicamentos e insumos disponíveis no SUS. Também não se encontra na [http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Elenco_de_Medicamentos_-_CEAF lista de medicamentos padronizados do Ministério da Saúde], não existindo nenhum protocolo específico para sua liberação pelas Secretarias Estaduais de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alternativas terapêuticas disponíveis no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seguintes medicamentos (''clique no nome do medicamento para consultar como ter acesso ao mesmo'') '''estão disponíveis no âmbito do SUS pelo Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) e pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF)''' &amp;lt;ref&amp;gt;[https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf RENAME 2024]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/site-de-portaria-conjunta-14_pcdthidradernite-supurativa.pdf Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hidradenite Supurativa]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-023-pcdt-da-artrite-psoriasica Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Artrite Psoríaca]&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/20211021_portaria_conjunta_pcdt_psoriase.pdf Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Psoríase]&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Para Hidradenite Supurativa:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Adalimumabe]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Para Psoríase:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ácido salicílico]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Acitretina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Adalimumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Calcipotriol]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ciclosporina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Clobetasol]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Dexametasona]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Etanercepte]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Metotrexato]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Secuquinumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ustequinumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Risanquizumabe]] (CEAF)[&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Para Artrite Psoriásica:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Certolizumabe pegol]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Golimumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Infliximabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Leflunomida]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Naproxeno]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Sulfassalazina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Tofacitinibe, citrato|Tofacitinibe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Importante:''''' As alternativas terapêuticas mencionadas consideram as indicações clínicas previstas na bula do medicamento, e têm como propósito nortear os usuários da plataforma InfoSUS quanto às opções terapêuticas disponíveis no SUS. Além dos medicamentos citados acima, deverá ser consultada a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais de cada município, pois conforme o Art. 27, §1º, do [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/D7508.htm Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011], os entes federativos poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifiquem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lorenzoniaa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia"/>
				<updated>2026-05-22T14:03:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes '''hospitais''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambulatório oferece atendimento especializado a pacientes com doenças hematológicas, aos doadores e aqueles que necessitam de transfusão de sangue e hemocomponentes. Além disso, atendemos também à população com coagulopatias hereditárias, doenças falciforme e outras hemoglobinopatias, garantindo o acesso contínuo e sem restrições ao serviço de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ambulatórios:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Florianópolis;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Blumenau;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joaçaba;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Criciúma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joinville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REGULAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regulação da fila de espera para hemotransfusão em Santa Catarina é estruturada para garantir a segurança transfusional e a agilidade no acesso a hemocomponentes, sendo o HEMOSC (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina) o órgão central responsável por 98% da coleta, processamento, estocagem e distribuição de sangue no estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Solicitação e Prioridade: A solicitação é feita por médicos através de fichas específicas (com amostra de sangue do paciente). A regulação prioriza casos de urgência/emergência e utiliza protocolos de uso racional de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gestão de Estoque: Em situações de alta demanda ou baixa nos estoques, o HEMOSC monitora e coordena a distribuição para garantir o atendimento, incluindo a realização de exames especiais em casos de refratariedade à transfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Transparência e Filas de Espera: A Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) disponibiliza um portal para consulta da fila de espera do SUS, onde procedimentos, incluindo os relacionados a hematologia, podem ser monitorados, em conformidade com a Lei Estadual 17.066/2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Novas Tecnologias: O estado tem investido no programa &amp;quot;Sangue Total&amp;quot; para agilizar transfusões em situações de emergência pré-hospitalar (como traumas), permitindo a transfusão no local da ocorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TABELA SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.01.001-1 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.002-0 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO (C/ PROCESSADORA AUTOMATICA);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.003-8 - TRIAGEM CLINICA DE DOADOR (A) DE SANGUE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.001-7 - AFERESE TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.002-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR IX DA COAGULAÇÃO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.003-3 - APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.004-1 - SANGRIA TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.005-0 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.006-8 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.007-6 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.008-4 - TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.009-2 - TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.010-6 - TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.011-4 - TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.012-2 - TRANSFUSAO DE SANGUE / COMPONENTES IRRADIADOS;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.013-0 - TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO / TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.014-9 - TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.015-7 - TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.016-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR VIII PARA DOENÇA DE VON WILLEBRAND;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.017-3 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR DE VII ATIVADO RECOMBINANTE;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.018-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR XIII DA COAGULAÇÃO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.019-0 - APLICAÇÃO DO COMPLEXO PROTROMBÍNICO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.020-3 - APLICAÇÃO DE COMPLEXO PROTROMBÍNICO PARCIALMENTE ATIVADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.021-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR I - FIBRINOGÊNIO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05.01.01.001-7 - COLETA DE SANGUE EM HEMOCENTRO P/ EXAMES DE HISTOCOMPATIBILIDADE (CADASTRO DE DOADOR NO REDOME).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REFERENCIAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA TÉCNICA Nº 26/2025-CGSH/DAET/SAES/MS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.hemosc.org.br/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlacuneo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade"/>
				<updated>2026-05-22T13:09:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro.pdf Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade ]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026.pdf PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlacuneo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Teste_Imunoenzim%C3%A1tico_para_Detec%C3%A7%C3%A3o_do_Ant%C3%ADgeno_Galactomanana_de_Aspergillus</id>
		<title>Teste Imunoenzimático para Detecção do Antígeno Galactomanana de Aspergillus</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Teste_Imunoenzim%C3%A1tico_para_Detec%C3%A7%C3%A3o_do_Ant%C3%ADgeno_Galactomanana_de_Aspergillus"/>
				<updated>2026-05-19T16:24:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Descrição Técnica da Tecnologia */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;EM CONSTRUÇÃO - DESCONSIDERAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações Sobre a Doença ==  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aspergilose é uma micose oportunista causada por fungos do gênero Aspergillus com incidência variando de 5% a até mais de 20% nos grupos de alto risco. Os sinais e sintomas são inespecíficos e podem não se manifestar até que a doença se torne muito grave. A aspergilose é uma grande causa de letalidade especialmente em transplantados e o diagnóstico rápido representa potencialmente um melhor prognóstico frente ao início precoce do tratamento antifúngico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diagnóstico de aspergilose invasiva é desafiador devido à baixa sensibilidade da cultura e da histopatologia, que são considerados os testes laboratoriais “padrão ouro” para evidência de doença invasiva. A falta de culturas positivas no sangue ou nos tecidos atrasa o diagnóstico da infecção. Nestes casos, há a necessidade de procedimentos invasivos como biópsia de tecidos para esse diagnóstico, mas são contraindicados para alguns pacientes críticos ou imunocomprometidos, pois podem causar hemorragia ou outras complicações. A capacidade diagnóstica destes testes micológicos para pacientes não hematológicos e em pacientes pediátricos ainda é incerta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Organização Mundial da Saúde reconhece o Aspergillus fumigatus como um fungo de prioridade&lt;br /&gt;
crítica, enfatizando a importância de fortalecer pesquisas e estratégias de desenvolvimento para apoiar ações&lt;br /&gt;
de saúde pública.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-094-teste-imunoenzimatico-para-diagnostico-de-aspergilose-invasiva Relatório de recomendação Procedimento Teste imunoenzimático para diagnóstico de aspergilose invasiva em pacientes imunocomprometidos]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação para o Procedimento Teste imunoenzimático para Diagnóstico de Aspergilose Invasiva em Pacientes Imunocomprometidos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-24-de-2-de-abril-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 24, DE 2 DE ABRIL DE 2026] &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-24-de-2-de-abril-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 24, DE 2 DE ABRIL DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt; aprovou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-094-teste-imunoenzimatico-para-diagnostico-de-aspergilose-invasiva Relatório de recomendação Procedimento Teste imunoenzimático para diagnóstico de aspergilose invasiva em pacientes imunocomprometidos]. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
* '''Critérios de Inclusão:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PORTARIA SCTIE/MS Nº 24, DE 2 DE ABRIL DE 2026 Torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o teste&lt;br /&gt;
imunoenzimático para diagnóstico de aspergilose invasiva em pacientes imunocomprometidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme determina o art. 25 do Decreto nº 7.646/2011, as áreas técnicas terão o prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias para efetivar a oferta no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação da CONITEC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram selecionadas onze revisões sistemáticas para discussão de acurácia e dois ensaios clínicos randomizados para análise de desfechos clínicos como mortalidade e necessidade de tratamento empírico antifúngico nos pacientes. A acurácia foi avaliada pela sensibilidade e especificidade do teste do tipo ELISA para detecção da galactomanana. Os testes apresentados nos estudos foram realizados com variações do tipo de amostra, variações no ponto de corte de positividade e com diferentes populações de alto risco para aspergilose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os resultados sumarizados considerados de melhor qualidade foram os apresentados em duas revisões sistemáticas do grupo Cochrane, uma para testes em soro e outra para lavado broncoalveolar. Quando a amostra utilizada foi o lavado broncoalveolar, a sensibilidade para os pontos de corte de densidade óptica de 0,5 e 1,0 foram de 0,88 e 0,78 e a especificidade 0,81 e 0,93, respectivamente. Quando a amostra foi de soro, a sensibilidade para os pontos de corte de 0,5, 1,0 e 1,5 foram de 0,78, 0,71 e 0,63 e a especificidade foi de 0,85, 0,90 e 0,93, respectivamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação a desfechos clínicos, a estratégia de diagnóstico com biomarcadores como a galactomanana ajudou a melhorar a diferenciação entre pacientes com e sem aspergilose, e assim melhorar a tomada de decisão terapêutica. O diagnóstico também evitou que pacientes iniciassem inadequadamente o tratamento empírico com antifúngicos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O modelo escolhido para a análise foi um modelo de Markov e o desfecho foram anos de vida ganhos. Os testes de galactomanana, em todas as simulações, apresentaram um incremento nos anos de vida ganhos e nos custos, quando comparado à estratégia atualmente disponível no SUS (cultura com amostra de lavado broncoalveolar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana de Aspergillus auxilia no diagnóstico precoce de aspergilose invasiva, reduzindo o número de falsos-positivos, evitando tratamentos desnecessários dos pacientes e um custo adicional ao sistema. Ao considerar a alta mortalidade associada ao início tardio do tratamento, o teste apresenta-se como opção custo-efetiva para o SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Descrição Técnica da Tecnologia==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Tipo:''' testes de laboratório e patologia (Biologia molecular). Procedimento com finalidade diagnóstica, é um teste imunoenzimático semiquantitativo tipo sanduíche - ELISA - em microplaca para a detecção do antígeno galactomanana Aspergillus em amostras de soro humano e em amostras de LBA. O teste, quando utilizado em conjunto com outros procedimentos de diagnóstico pode ser utilizado como auxiliar no diagnóstico de aspergilose invasiva, incluindo a pulmonar. Ele também pode ser utilizado na monitorização da eficácia do tratamento antifúngico, considerando a evolução do índice de galactomanana. O resultado pode ser obtido em poucas horas, ao passo que a cultura do Aspergillus dura de 3 a 7 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Nome comercial:''' Dynamiker Aspergillus Galactomannan Assay, Platelia Aspergillus Ag, Aspergillus Antígeno ELISA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicação incorporada ao SUS:''' auxiliar e/ou confirmar o diagnóstico clínico de Aspergilose Invasiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Parâmetro mensurado:''' soro humano e fluido de lavado bronco alveolar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Descrição do método diagnóstico:''' ensaio imunossorvente ligado a enzimas em sanduíche (ELISA - Enzyme Linked Immuno Sorbent Assay) para a detecção de antígeno de galactomanana Aspergillus em soro humano e fluido de lavagem broncoalveolar (LBA), oferecendo uma referência de diagnóstico para a infecção por Aspergillus. O teste é semiquantitativo ou quantitativo (Aspergillus Antígeno ELISA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após apreciação das contribuições recebidas na Consulta Pública, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos presentes na 149ª Reunião Ordinária, realizada no dia 06 de março de 2026, deliberaram por unanimidade pela recomendação preliminar favorável para a incorporação do teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana de Aspergillus para diagnóstico de aspergilose invasiva em pacientes&lt;br /&gt;
imunocomprometidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para essa recomendação os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos consideraram a importância da tecnologia para o diagnóstico precoce e direcionamento adequado do tratamento, a razão de custo-efetividade incremental favorável e o baixo impacto orçamentário. Assim, foi assinado o Registro de Deliberação nº1095/2026.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do exame diagnóstico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.02.03.039-3 - PESQUISA DE ANTICORPOS ANTIASPERGILLUS'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CONSISTE EM UM TESTE IMUNOENZIMÁTICO PARA DETECÇÃO DE ANTICORPOS ANTIAASPERGILLUS NO SORO OU PLASMA. UTILIZADA COMO MÉTODO AUXILIAR NO DIAGNÓSTICO DA ASPERGILOSE INVASIVA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MAYKE</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Pr%C3%B3tese_Osteointegrada</id>
		<title>Prótese Osteointegrada</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Pr%C3%B3tese_Osteointegrada"/>
				<updated>2026-05-14T17:52:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Sobre a Doença ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A amputação é o termo utilizado para definir a retirada total ou parcial deum membro, sendo este um método de tratamento para diversas doenças. Estima-se que as amputações do membro inferior correspondam a 85% de todas as amputações de membros, apesar de não haver informações precisas sobre este assunto no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais causas são: externas (como traumas e acidentes), doenças infecciosas, do aparelho circulatório, diabetes e doenças neoplásicas. As amputações podem ocorrer em vários níveis dos membros, aquela entre quadril e joelho é denominada transfemural. O coto remanescente idealmente deve ser forte e dinâmico para funcionar como um órgão sensório-motor e servirá de encaixe para a prótese. Outra informação importante é que amputados têm maior gasto energético quando comparados a pessoas não amputadas e quanto mais proximal (mais próximo do quadril) o nível da amputação, maior o consumo de energia comparado a amputações mais distais (níveis mais próximos dos pés). O consumo energético nas amputações transfemurais chega a ser 65% maior comparado a não amputados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prótese ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante desses casos de amputação, o tratamento tradicional para amputação transfemoral é o sistema de encaixe protético, que consiste em um encaixe artificial que proporciona uma conexão segura entre o membro residual e as próteses para o amputado transfemoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conceitualmente as próteses são dispositivos que substituem permanentemente ou temporariamente um membro, órgão ou tecido de forma&lt;br /&gt;
total ou parcial. A utilização das próteses de membro permite que os pacientes tenham uma melhora da mobilidade e marcha evitando dependência de cadeira de rodas, facilitando atividades básicas do dia a dia, capacidade laboral e alguns casos com possibilidade de realização de atividades físicas e portanto, resultando em maior autonomia e qualidade de vida. As próteses transfemurais são compostas de 5 partes principais: encaixe rígido, joelho protético, pé protético, tubos e conectores, além de válvula de expulsão de ar e liners.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encaixe rígido é o componente onde o coto de amputação ficará acoplado podendo ser usado um material flexível entre eles chamado de liner&lt;br /&gt;
para melhor suspensão, proteção de partes moles e conforto. Quanto aos mecanismos de suspensão para o encaixe temos o cinto silesiano, este&lt;br /&gt;
atualmente em desuso; e a válvula de expulsão de ar automática ou válvula por sucção, estas comumente utilizadas, leves, de fácil manuseio e boa aderência coto-encaixe. Os pés protéticos podem ser do tipo: rígidos, dinâmicos, articulados, de resposta dinâmica, eletrônicos, não articulados e de atividades esportivas. O que se utiliza para revestimento da pele para o uso da prótese é uma meia específica para coto transfemural (material de tecido, gel ou silicone) que é comprada pelo usuário para seu uso diário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comparação de próteses com joelhos mecânicos com próteses com joelhos eletrônicos já foi feita em alguns estudos, porém com qualidade&lt;br /&gt;
metodológica limitada. Atualmente o mercado de joelhos protéticos oferece a opção do joelho passivo (mecânico, oferecido pelo SUS), joelho com sistemas de controle adaptativos (computadorizados) ou ativos (motorizados).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prótese Osteointegrada ou Osseointegrada ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A osseointegração femoral (da região da coxa) é um procedimento cirúrgico que ancora diretamente uma prótese ao osso remanescente através de um implante de titânio, eliminando a necessidade de encaixe convencional (socket). O procedimento baseia-se no princípio da osseointegração - a fixação direta, estrutural e funcional entre o osso vivo e a superfície de um implante de titânio. O implante atravessa a pele (transcutâneo) e conecta-se diretamente à prótese externa, criando uma ancoragem esquelética permanente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma revisão da literatura disponível acerca da eficácia do método cirúrgico de osseointegração na melhora da mobilidade, quando comparado à prótese convencional, em casos de amputação dos ossos longos dos membros inferiores. A maioria dos artigos estudados nesta revisão de Escopo convergiram para o achado de que as próteses osseointegráveis fornecem uma melhora na mobilidade, em seus diferentes aspectos, e na qualidade de vida quando comparadas às próteses de encaixe convencional ou de soquete.&lt;br /&gt;
'''Evidencia-se a necessidade de mais estudos focados na avaliação da reabilitação, pois, apesar de existirem artigos que citam melhorias funcionais e físicas, nota-se que a quantidade de estudos sobre o tema ainda é muito precária.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos também alertaram para a utilização de sistemas de microprocessadores na articulação do joelho, como forma de segurança e aprimoramento de movimento. Os dados obtidos levam a crer que o método cirúrgico de osseointegração possui diversos benefícios, principalmente para indivíduos que não se adaptaram a próteses tradicionais de encaixe protético, dentro dessa perspectiva, observa-se diversas vantagens em relação a possibilidades de movimento que a prótese osseointegrada proporciona como aumento da amplitude de movimento e melhoras significativas na deambulação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A seleção de pacientes é uma consideração potencialmente importante. Devido à protrusão do pilar através da pele, infecções profundas podem surgir com o tempo, levando a eventos adversos graves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A nível de discussão, os implantes que utilizam da tecnologia de osseointegração necessitam de um suporte mais adequado para a reabilitação e esse suporte, junto com o maquinário médico e fisioterapêutico, são de pouco acesso a população mundial, atualmente, e necessitam de investimentos mais altos.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O National Institute for Health and Care Excellence (NICE), do sistema de saúde britânico recomenda que a fixação esquelética direta de próteses de membros, por meio de implante intraósseo transcutâneo, pode ser adotada enquanto mais evidências são produzidas. No entanto, seu uso deve ocorrer exclusivamente sob condições rigorosas de governança clínica, com adequado consentimento do paciente e dentro de processos de auditoria ou pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Canadian Agency for Drugs &amp;amp; Technologies in Health (CADTH), do a sistema de saúde canadense, relata que uma revisão sistemática apresentou dados de custos baseados em um único estudo publicado em 2013, que comparou implantes protéticos osteointegrados (OI) com próteses de encaixe. Os resultados indicaram que os custos médios anuais totais - incluindo prótese, serviços, reparos e ajustes - foram 14% menores no grupo Ol em relação às próteses de encaixe (€ 3.149 versus € 3.672, respectivamente). Observou-se, ainda, menor número de consultas ambulatoriais entre usuários de Ol (3,1 versus 7,2 consultas por ano). Entretanto, os custos de materiais foram mais elevados nesse grupo, o que resultou em custos médios anuais globais semelhantes entre as duas abordagens. Cabe destacar que o estudo não considerou custos relevantes, como os relacionados ao implante, aos procedimentos cirúrgicos, à hospitalização, ao acompanhamento médico e ao&lt;br /&gt;
manejo de possíveis complicações. Como conclusão, a CADTH ressalta que a qualidade das evidências que sustentam o uso de implantes osteointegrados para amputações de membros inferiores é, de modo geral, baixa. Assim, enfatiza-se a necessidade de estudos comparativos robustos, dados de segurança de longo prazo e análises de custo-efetividade mais abrangentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não foram identificadas análises de custo efetividade por agências no cenário nacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Prótese Osteointegrada no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há previsão de fornecimento da prótese osteointegrada pela rede pública de saúde e não consta na tabela SIGTAP do SUS.&lt;br /&gt;
Assim como não há Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Ministério da Saúde, nem parecer da CONITEC sobre esta situação clínica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica, NatJus TelessaúdeRS, Nota Técnica*Processo 5002257-57.2026.4.04.7208. https://telessauders.ufrgs.br/natjus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Brånemark R, Berlin O, Hagberg K, Bergh P, Gunterberg B, Rydevik B. A novel osseointegrated percutaneous prosthetic system for the treatment of patients with transfemoral amputation: A prospective study of 51 patients. Bone Joint J.&lt;br /&gt;
2014 Jan;96-B(1):106-13.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Al Muderis M, Lu W, Tetsworth K, Bosley B, Li JJ. Single-stage osseointegrated reconstruction and rehabilitation of lower limb amputees: the Osseointegration Group of Australia Accelerated Protocol-2 (OGAAP-2) for a prospective cohort&lt;br /&gt;
study. BMJ Open. 2017 Mar 22;7(3):e013508.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Li Y, Felländer-Tsai L. The bone anchored prostheses for amputees - Historical development, current status, and future aspects. Biomaterials. 2021 Jun;273:120836.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. Menezes AS, Ferreira BXT, Temporal IR, Castro Neto JF, Lins LF, Araújo TF, Silva HRS. Eficácia na melhora da mobilidade: prótese osseointegrada ou convencional? Jornal Memorial da Medicina. DOI: 10.37085/jmmv4.n2.2022.pp.6-17. Em https://www.jornalmemorialdamedicina.com/jmm/article/view/128/129.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. National Institute for Health and Care Excellence. (2024). Direct skeletal fixation of limb prostheses using an intraosseous transcutaneous implant (HTG732). https://www.nice.org.uk/guidance/HTG732&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Kaulback K, Jones A. Osseointegrated Prosthetic Implants for Lower Limb Amputation: A Review of Clinical Effectiveness, Cost-Effectiveness and Guidelines [Internet]. Ottawa (ON): Canadian Agency for Drugs and Technologies in Health; 2017 Feb 27. Disponível em:&lt;br /&gt;
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK447589/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MAYKE</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Epiderm%C3%B3lise_Bolhosa</id>
		<title>Epidermólise Bolhosa</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Epiderm%C3%B3lise_Bolhosa"/>
				<updated>2026-05-07T18:19:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Fluxo para Cadastro na Linha de Cuidados para Pessoas com Epidermólise Bolhosa no Estado de Santa Catarina */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;EM CONSTRUÇÃO&lt;br /&gt;
== Informações Sobre a Doença == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Epidermólise Bolhosa (EB) compreende um grupo de doenças multissistêmicas, caracterizadas pela presença de bolhas e erosões na pele, e muitas vezes nas mucosas, geralmente após mínimos traumas, isso se dá por apresentar alterações de proteínas estruturais que podem&lt;br /&gt;
estar presentes na epiderme, na junção dermoepidérmica ou na derme papilar superior. As bolhas podem estar de forma localizada, nas extremidades ou generalizada, afetar diferentes locais do corpo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A EB pode ter causa genética ou autoimune, e, por conseguinte, é dividida entre as formas epidermólise bolhosa hereditária (EBH) de transmissão autossômica dominante (AD) e autossômica recessiva (AR) ou, então, epidermólise bolhosa adquirida (EBA), porém não há transmissão genética nesta forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A EB é de ocorrência mundial e acomete ambos os sexos. De acordo com a literatura, a prevalência de EBH fica em torno de 11 casos por um milhão de habitantes e a incidência é de aproximadamente 20 casos por um milhão de nascidos vivos. Segundo a Associação DEBRA Brasil, uma em cada 227 pessoas carrega um gene que desenvolve a EB, um em 17.000 recém-nascidos apresenta uma forma de EB e 500.000 pessoas no mundo vivem com EB.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tipos de Epidermólise Bolhosa == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme classificação das Epidermólises Bolhosas trazida no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) a EBH é classificada em 4 formas hereditárias (genética):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EB simples (EBS: onde a formação das bolhas iniciam-se na camada intraepidérmica), &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EB juncional (EBJ: ocorre a formação de bolhas dentro da lâmina lúcida da membrana basal), &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EB distrófica (EBD: formando as bolhas abaixo da membrana basal) e &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EB de Kindler (EBK: ocorre um padrão misto de clivagem da pele). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da forma adquirida (auto-imune), a Epidermólise Bolhosa Adquirida (EBA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com manifestações clínicas heterogêneas, a EB compreende fenótipos que envolvem cerca de 16 genes, codificando a laminina, o colágeno, a kindlina e outras proteínas podem estar envolvidas na sua etiologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As diversas classificações das EB podem apresentar acometimento da pele e, também, acometimento extra cutâneo. É importante, para a correta identificação, classificação e planejamento do cuidado, que o indivíduo com EB seja avaliado por uma equipe multidisciplinar, a qual deve compreender médico, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional,&lt;br /&gt;
nutricionista, odontólogo, enfermeiro, fonoaudiólogo e psicólogo. Algumas condições extra cutâneas podem levar à necessidade de equipe profissional especializada em cardiologia, ortopedia, reumatologia, gastroenterologia, dermatologia, nefrologia, entre outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Diagnóstico da Epidermólise Bolhosa == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A suspeita diagnóstica se faz pela avaliação clínica, onde a formação de bolhas na pele em locais de trauma mecânico é principal característica clínica da EB. As bolhas podem ser superficiais como na EBS e resultar em erosões, ou podem ser mais profundas, como na EBJ, EBD e EBK e levar a ulcerações. As bolhas podem ser generalizadas, disseminadas para diferentes locais do corpo ou localizadas nas extremidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As membranas mucosas oculares, orais, esofágicas, traqueais, geniturinárias e anais podem ser afetadas por erosões, ulcerações e cicatrizes. A fragilidade dos anexos cutâneos pode envolver unhas, que podem se tornar distróficas ou perdidas, e cabelos, levando à alopecia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diagnóstico laboratorial pode envolver um combinado de testes moleculares e exames histopatológicos. A aplicação do teste e exame corretos e, consequentemente, a correta classificação de subtipo de EB é de fundamental importância para o correto direcionamento dos&lt;br /&gt;
cuidados necessários e para o prognóstico do caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tratamento == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tratamento da EB inclui diferentes medidas medicamentosas e não medicamentosas para prevenção e tratamento de lesões bolhosas e complicações decorrentes, o planejamento do cuidado do paciente com EB deve se adequar ao tipo de EB, bem como às condições clínicas no&lt;br /&gt;
momento da avaliação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como uma condição clínica sem cura, os cuidados com as com feridas é a base do tratamento dos pacientes com EB. Entretanto, há uma escassez de evidências científicas com a maioria das recomendações baseadas em opiniões de especialistas. As feridas desses pacientes são recorrentes e difíceis de cicatrizar podem ser muito exsudativas, necróticas, extensas e de cicatrização complexa. Variam conforme o tipo e subtipos de EB, todavia problemas como risco de infecção, controle da umidade do leito; dor; odor e necessidade de prevenção de danos&lt;br /&gt;
adicionais à pele delicada são comuns a todos. Além da prevenção e do tratamento das feridas, existem outros pilares importantes como o controle da dor e o reconhecimento precoce de possíveis complicações, como infeção bacteriana seguida de sepse (causa comum de&lt;br /&gt;
mortalidade neonatal), a cicatrização deformante e o aparecimento de neoplasias cutâneas agressivas (causa comum de mortalidade a partir da adolescência).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a finalidade de alinhar conceitos, nesse protocolo foram consideradas como coberturas tecnologias usadas para prevenir feridas e ou otimizar o processo de cicatrização das mesmas e como curativo o procedimento que inclui a avaliação do paciente com a ferida, limpeza do leito da ferida e da região perilesional, indicação e colocação da cobertura e sua adequada fixação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As recomendações gerais para cuidar dos pacientes com feridas relacionadas à EB foram agrupadas, de acordo com as abordagens temáticas as quais elas se referem, a saber: avaliação do paciente; plano de cuidados; limpeza do leito da ferida e remoção de curativos; cuidados durante o banho e troca de fraldas; cuidados com dispositivos de assistência; prevenção de feridas; escolha da cobertura; controle da carga bacteriana; controle da dor e controle do calor e do prurido. Além de cuidados oftamológicos, cuidados bucais, condutas preventivas e cuidados nutricionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o momento, inexiste tratamento medicamentoso modificador do curso da doença específico para EB. O tratamento sintomático compreende a utilização de anti-histamínicos, em presença de prurido intenso, e de analgésicos para o controle da dor crônica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As formas distróficas de EB, em especial a distrófica recessiva, podem evoluir com o surgimento de cicatrizes ou sinéquias que levam à fusão dos dedos das mãos e pés, com impacto psicossocial e funcional importantes. A prevenção desse tipo de complicação pode ser feita por meio de medidas simples, como o uso contínuo de curativos ditos especiais para separar os dedos ou pelo uso de luvas de tecido macio, sem costuras em contato com a pele. Nos casos em que ocorreu a fusão dos dedos (pseudossindactilia), há indicação de tratamento&lt;br /&gt;
cirúrgico, que deve ser realizado por cirurgiões ortopedistas de mão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há também a necessidade de tratamento cirúrgico dos carcinomas espinocelulares cutâneos, mais comumente observados em alguns subtipos de EB&lt;br /&gt;
Alguns pacientes também necessitarão de gastrostomia ou traqueostomia, devido à formação de bolhas na orofaringe e esôfago, evoluindo com anquiloglossia, microstomia, estenoses de laringe, vestíbulo nasal e esôfago.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Regulação pelo Gestor SUS conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Epidermólise Bolhosa == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2014, o Ministério da Saúde instituiu a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras e aprovou as Diretrizes para Atenção Integral às Pessoas com doenças raras no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio da Portaria GM/MS nº 199, de 30 de janeiro&lt;br /&gt;
de 201473. A política tem abrangência transversal na Rede de Atenção à Saúde (RAS) e como objetivo reduzir a mortalidade, contribuir para a redução da morbimortalidade e das manifestações secundárias e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, por meio de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno redução de incapacidade e cuidados paliativos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A linha de cuidado da atenção aos usuários com demanda para a realização das ações na Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras é estruturada pela Atenção Básica e Atenção Especializada, em conformidade com a Rede de Atenção à Saúde (RAS) e seguindo as Diretrizes para Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS. A Atenção Básica é responsável pela coordenação do cuidado e por realizar a atenção contínua da população que está sob sua responsabilidade adstrita, além de ser a porta de entrada prioritária do usuário na rede. Já a Atenção Especializada é responsável pelo conjunto de pontos de atenção com diferentes densidades tecnológicas para a realização de ações e serviços de urgência, ambulatorial especializado e hospitalar, apoiando e complementando os serviços da atenção básica.''' https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/consultas/relatorios/2021/20210920_ddt_eb_cp79.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Linha de Cuidados para Pessoas com Epidermólise Bolhosa no Estado de Santa Catarina == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As Doenças Raras são um importante problema de saúde no Brasil e no mundo e estimativas apontam que 13 milhões de pessoas vivem com essas enfermidades em nosso país, sendo assim, a construção das Diretrizes para atenção às pessoas com Doenças Raras em Santa Catarina (SC), se faz necessária, considerando a necessidade de estabelecer serviços de atenção especializada e de referência, visando a melhoria no acesso aos serviços habilitados em Santa Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até o ano de 2014 nada existia em relação às políticas públicas direcionadas as Doenças Raras, porém, com a atuação das organizações de pacientes e movimentos sociais foi criada e publicada em 30 de janeiro, a Portaria nº 199 - Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras (PNAIPDR), a qual consolida as Diretrizes para Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e institui incentivos financeiros de custeio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Sendo assim, a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, por meio da Rede de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Raras, apresenta a Linha de Cuidado às Pessoas com Epidermólise Bolhosa em Santa Catarina. Esta Linha apresenta objetivos, fluxos e metas, configurando-se como um instrumento para execução, monitoramento e avaliação das ações da Saúde da Pessoa com Epidermólise Bolhosa no SUS em Santa Catarina, com base nas legislações atualmente vigentes, garantindo a Atenção integral desta parcela da população.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O público-alvo inclui todas as pessoas residentes no Estado de Santa Catarina, cadastrados no Serviço de Atenção à Saúde das Pessoas com Doenças Raras, da Gerência de Habilitações e Redes de Atenção em Santa Catarina, sejam eles neonatos, lactentes, crianças, jovens, adultos e idosos com Epidermólise Bolhosa Hereditária ou Adquirida.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O recurso financeiro para a compra dos insumos será garantido pela Secretaria Estadual de Saúde, através do Fundo Estadual de Saúde, de acordo com o estabelecido na programação orçamentária anual, até que os referidos insumos estejam padronizados e inseridos na Tabela do Sistema Único de Saúde (SIGTAP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Insumos disponibilizados pela linha de cuidados:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Antiadesivos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cobertura Antimicrobianas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cobertura Lípido colóide;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cobertura Hidrofibra;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Espuma com Surfactante;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Espuma de Poliuretano e Silicone;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Espuma de Poliuretano e Silicone em Placa;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Faixa Tubular (trama fechada);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Faixa Tubular (trama espaçada);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fita Adesiva Atraumática;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hidrogel;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Membrana de Celulose;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- PHMB (polihexamida);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Spray Barreira Protetora;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tela de Silicone.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve-se atentar que os insumos não correspondem à determinada marca ou nome fantasia, mas sim, que atendam a estas características definidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fluxo para Cadastro na Linha de Cuidados para Pessoas com Epidermólise Bolhosa no Estado de Santa Catarina == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRITÉRIOS PARA INCLUSÃO DO USUÁRIO NO SERVIÇO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Para realizar o cadastramento a pessoa com Epidermólise Bolhosa neste programa, deverá apresentar a documentação necessária junto à Secretaria Municipal de Saúde de seu município de residência.'''Conforme o fluxo estabelecido em https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/component/edocman/linha-de-cuidados-para-pessoas-com-epidermolise-bolhosa-no-estado-de-santa-catarina/download&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seguintes documentos serão necessários para a concessão dos curativos e adjuvantes: &lt;br /&gt;
- Ficha de Avaliação de Epidermólise Bolhosa original, impresso padronizado pela SES/SC contendo identificação do usuário, especificação do diagnóstico e Classificação Internacional de Doenças (CID10), devidamente preenchido, assinado/carimbado pelo médico e/ou enfermeira responsável pelo usuário no Município;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Fotocópias (legíveis e sem rasuras, frente e verso) dos seguintes documentos: Carteira de Identidade(RG); Cadastro de Pessoa Física (CPF), Comprovante de Residência, Cartão Nacional de Saúde(CNS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IMPORTANTE:  &lt;br /&gt;
A primeira avaliação e preenchimento da ficha de avaliação deverá ser feita, em Serviço Hospitalar de Referência com Médico Especialista. Há  códigos específicos  de  agenda  no  SISREG  para  consulta referenciada em dermatologia e avaliação destes casos. As próximas solicitações ou alterações poderão ser feitas pelo Médico Clínico Geral ou Enfermeiro da Unidade de Básica de Saúde do município de origem do paciente, que tembém fará seu acompanhamento mensal e concessão dos insumos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRITÉRIOS PARA EXCLUSÃO DO USUÁRIO NO SERVIÇO:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A exclusão da pessoa com Epidermólise Bolhosa do Serviço de Doenças Raras poderá ocorrer nas seguintes situações: óbito ou alta (caso o paciente não necessite mais dos insumos pós avaliação; por desligamento voluntário por parte da pessoa; transferência do domicílio da pessoa para outro Estado ou abandono por ausência da pessoa com Epidermólise Bolhosa ao Serviço por três meses consecutivos).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Relatório de Recomendação Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas Brasileiras da Epidermólise Bolhosa: https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/consultas/relatorios/2021/20210920_ddt_eb_cp79.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. LINHA DE CUIDADOS PARA PESSOAS COM EPIDERMÓLISE BOLHOSA NO ESTADO DE SANTA CATARINA: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/component/edocman/linha-de-cuidados-para-pessoas-com-epidermolise-bolhosa-no-estado-de-santa-catarina/download&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/component/content/article/epidermolise-bolhosa-programa-santa-catarina-cuidando-das-borboletas-completa-um-ano-da-sua-implantacao?catid=84&amp;amp;Itemid=101&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MAYKE</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados"/>
				<updated>2026-05-07T14:33:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Cell Saver */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&amp;lt;ref&amp;gt;[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9:CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub5. PMID: 20393932; PMCID: PMC4163967. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf LP Osório, BM Santos, TAV Gutierrez, JFM Costa, UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO, Hematology, Transfusion and Cell Therapy, Volume 45, Supplement 4, 2023, Page S658, ISSN 2531-1379]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197 UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlacuneo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Transplante_de_membrana_amni%C3%B3tica_para_o_tratamento_de_pacientes_com_afec%C3%A7%C3%B5es_oculares</id>
		<title>Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Transplante_de_membrana_amni%C3%B3tica_para_o_tratamento_de_pacientes_com_afec%C3%A7%C3%B5es_oculares"/>
				<updated>2026-04-28T19:49:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Informações Sobre a Doença ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1-Pterígio primário&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pterígio primário é um crescimento benigno de tecido da conjuntiva que se espalha sobre a córnea. Ele geralmente aparece em pessoas expostas a muita luz solar e radiação ultravioleta (UV), e sua frequência varia conforme a localização, a idade e o ambiente1.&lt;br /&gt;
A prevalência do pterígio varia muito conforme a localização geográfica, idade e sexo em diferentes populações.&lt;br /&gt;
Apesar de ocorrer em várias partes do mundo, essa condição é mais comum em regiões próximas ao equador, entre 30 graus de latitude norte e sul devido à maior exposição à radiação UV. A prevalência de pterígio varia amplamente entre diferentes populações, sendo de 3% entre australianos, 23% entre afrodescendentes nos Estados Unidos, 15% entre tibetanos e 18% entre mongois na China, 30% entre japoneses e 7% entre chineses e indianos que vivem em Singapura.&lt;br /&gt;
No Brasil, a prevalência do pterígio primário varia conforme a região, com taxas significativamente mais altas em áreas de maior exposição ao sol. Em comunidades ribeirinhas da Amazônia, por exemplo, a prevalência chega a 21,2% da população geral e a 41,1% entre pessoas com mais de 18 anos, o que destaca o impacto da exposição solar nessas áreas remotas. &lt;br /&gt;
Em contraste, um estudo realizado na cidade de Botucatu, no estado de São Paulo, mostrou uma prevalência significativamente menor, em torno de 8,12%, afetando principalmente homens com idades entre 40 e 50 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Úlcera de córnea não cicatrizante&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma úlcera de córnea é um defeito no epitélio corneano que envolve o estroma subjacente e é potencialmente uma emergência ocular que ameaça a visão15. Geralmente, está associada a lesão do tecido, infiltração e necrose. Mesmo com tratamento rápido, os pacientes podem sofrer morbidade significativa, com complicações como cicatrização ou perfuração da córnea, desenvolvimento de glaucoma, catarata ou sinéquias anteriores e posteriores, e perda de visão.&lt;br /&gt;
Esta condição deve ser reconhecida rapidamente para que o tratamento imediato possa ser iniciado e uma avaliação oftalmológica emergencial&lt;br /&gt;
seja providenciada. &lt;br /&gt;
Os fatores predisponentes para o desenvolvimento de úlceras de córnea incluem trauma ocular, olhos secos, deficiência de vitamina A, dacriocistite crônica, ectrópio ou entrópio, triquíase, distiquíase, exoftalmia, lagoftalmia, uso de lentes de contato, e uso irregular ou prolongado de corticosteroides. Entre os fatores de risco sistêmicos estão desnutrição, diabetes mellitus, alcoolismo, dependência de drogas, câncer, síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS) e imunossupressão. Pacientes com doenças autoimunes ou em estado de imunossupressão apresentam um risco maior de desenvolver úlceras de córnea não infecciosas. Já para as úlceras infecciosas, o principal fator de risco é o uso prolongado de lentes de contato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3- Perfuração da córnea&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perfurações corneanas são emergências oftalmológicas graves, que podem ter consequências sérias e prejudiciais, se não forem tratadas de forma adequada. São caracterizadas por uma ruptura na superfície corneana, resultando em uma abertura que pode levar à significativa morbidade ocular, resultando em diminuição da visão, cegueira e até perda do olho afetado. Podem ter como principais causas: o trauma ocular (objetos pontiagudos ou perfurantes), úlceras corneanas graves (relacionadas a infecções bacterianas, fúngicas ou virais), defeitos palpebrais, doenças autoimunes como a artrite reumatoide ou síndrome de Stevens-Johnson, complicações pós-cirúrgicas e condição como o&lt;br /&gt;
ceratocone avançado, que torna a córnea muito fina, consequentemente, mais suscetível à perfuração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4- Simbléfaro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O simbléfaro (do grego sun, junto e blefaron, pálpebra) é caracterizado pela adesão ou fusão patológica entre a conjuntiva palpebral e a conjuntiva bulbar. Essa aderência pode ser parcial ou completa, restringindo o movimento do globo ocular e, em casos graves, podendo causar prejuízo significativo à função visual20. Pode ocorrer após cirurgias, traumas, principalmente, queimaduras químicas, inflamações, como na síndrome de Stevens-Johnson e penfigóide ocular, conjuntivites cicatriciais crônicas e outras afecções.&lt;br /&gt;
Os efeitos indesejáveis do simbléfaro incluem mal posicionamento das pálpebras, piscamento inadequado, olhos secos, restrição da motilidade extraocular e desfiguração estética. Existem várias abordagens cirúrgicas com substitutos de tecidos para prevenir a recorrência do crescimento após a lise do simbléfaro, como enxerto conjuntival, enxerto de membrana amniótica, mucosa oral e mucosa nasal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5- Ceratites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ceratite é a inflamação da córnea, a parte transparente e protetora localizada na frente do olho. A córnea desempenha um papel crucial na refração da luz e na proteção do olho contra patógenos e traumas. A ceratite pode ser causada por diversos fatores, como infecções (bacterianas, virais, fúngicas ou parasitárias), lesões físicas, o uso inadequado de lentes de contato, alergias e condições autoimunes.&lt;br /&gt;
O número de casos de cegueira corneana devido à ceratite infecciosa diminuiu de 1,6 milhão em 1990 para 1,3 milhão em 2015, e os casos de deficiência visual reduziram de 3,3 milhões para 2,9 milhões no mesmo período. Apesar desses dados, muitos casos permanecem subnotificados. A ceratite infecciosa é a principal causa de opacificação corneana não relacionada ao tracoma e a quinta maior causa de cegueira .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6- Queimaduras oculares (térmicas e químicas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As queimaduras oculares podem ser térmicas ou químicas. Queimaduras térmicas causam danos rápidos e superficiais, com as pálpebras geralmente sendo mais afetadas devido ao reflexo de piscar. Elas podem ser causadas por água quente, óleo, ou chamas, e são tratadas como lesões superficiais da córnea. Queimaduras químicas, no entanto, exigem tratamento imediato e mais agressivo, pois o dano pode continuar enquanto o químico estiver em contato com o olho. Elas podem resultar de produtos domésticos e industriais, como alvejantes e ácidos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-093-transplante-de-membrana-amniotica Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tratamento disponível no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, o Sistema Único de Saúde dispõe de tratamentos clínicos e cirúrgicos convencionais para o manejo das afecções oftalmológicas, organizados no âmbito da atenção especializada em oftalmologia. Essas tecnologias contemplam principalmente abordagens medicamentosas e procedimentos cirúrgicos, não havendo, até o momento, curativo biológico humano regulamentado para uso oftalmológico no SUS, com finalidade de reconstrução da superfície ocular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tratamento clínico ofertado pelo SUS inclui o uso de medicamentos tópicos, como colírios antibióticos, antivirais e antifúngicos, indicados conforme a etiologia das ceratites e das úlceras de córnea, além de colírios anti-inflamatórios e lubrificantes oculares para controle inflamatório e proteção da superfície ocular. Essas terapias constituem a abordagem inicial para grande parte das afecções oftalmológicas atendidas na rede pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos casos em que o tratamento clínico se mostra insuficiente ou quando há risco de comprometimento estrutural e funcional do globo ocular, o SUS disponibiliza procedimentos cirúrgicos especializados, incluindo a excisão cirúrgica do pterígio com enxerto conjuntival, a ceratoplastia (transplante de córnea) para úlceras não cicatrizantes, afinamentos ou perfurações corneanas, cirurgias reconstrutivas da superfície ocular, correção de simbléfaro, cirurgias de glaucoma e procedimentos reconstrutivos após a remoção de tumores oculares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As queimaduras oculares, classificadas como emergências oftalmológicas, são tratadas no SUS por meio de irrigação abundante e imediata da superfície ocular, antibioticoterapia tópica, controle da inflamação e da dor, além de acompanhamento especializado para prevenção de sequelas visuais61. Entretanto, esse manejo baseia-se exclusivamente em terapias convencionais, sem a utilização de tecidos humanos como curativo biológico para a superfície ocular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De forma distinta do que ocorre no tratamento de queimaduras cutâneas, para as quais o SUS dispõe do transplante de pele alógena regulamentado, não há tecnologia equivalente disponível para uso oftalmológico, voltada à reconstituição da superfície ocular. Essa lacuna terapêutica limita as opções de tratamento em casos graves, extensos ou refratários às abordagens convencionais, conforme destacado na Nota Técnica nº 106/2023 do Ministério da Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propriedades biológicas e benefícios terapêuticos da membrana amniótica(MA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A membrana amniótica apresenta características únicas que a diferenciam de outros tecidos biológicos usados em transplantes. Por ser uma estrutura avascular, com propriedades anti-inflamatórias, antifibróticas, antimicrobianas e imunomoduladoras, ela promove uma recuperação tecidual mais eficiente, além de reduzir a formação de cicatrizes e complicações pós-operatórias. Esses atributos resultam em menor necessidade de intervenções corretivas e em um prognóstico mais favorável para os pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, a membrana amniótica tem uma alta capacidade de integração ao tecido receptor, funcionando como um substrato biológico natural para a reparação tecidual. Isso a torna especialmente indicada em situações críticas, como queimaduras extensas, lesões oculares graves e cirurgias reconstrutivas em áreas de difícil cicatrização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a análise das contribuições recebidas na Consulta Pública nº 05/2026 e dos esclarecimentos prévios da área técnica do Ministério da Saúde, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos da Conitec, presentes na 149ªReunião Ordinária, realizada no dia 06 de março de 2026, deliberaram, por unanimidade, recomendar a incorporação do transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares. O Comitê considerou os potenciais benefícios clínicos e econômicos da membrana amniótica e o aproveitamento da infraestrutura existente para a ampliação de seu uso nos transplantes. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 1.094/2026&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-20-de-14-de-abril-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 20, DE 14 DE ABRIL DE 2026] &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-20-de-14-de-abril-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 20, DE 14 DE ABRIL DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt; aprovou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-093-transplante-de-membrana-amniotica Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na tabela SIGTAP, o procedimento de transplante de membrana amniótica está padronizado sob o código:&lt;br /&gt;
05.05.01.014-3 - TRANSPLANTE DE MEMBRANA AMNIÓTICA (CURATIVO BIOLÓGICO) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, este procedimento ainda não contempla o tratamento para afecções oculares, até o presente momento, cobrindo apenas as afecções de queimadura da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natália Nambu</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Transplante_de_membrana_amni%C3%B3tica_para_o_tratamento_de_pacientes_com_feridas_cr%C3%B4nicas_e_do_p%C3%A9_diab%C3%A9tico</id>
		<title>Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Transplante_de_membrana_amni%C3%B3tica_para_o_tratamento_de_pacientes_com_feridas_cr%C3%B4nicas_e_do_p%C3%A9_diab%C3%A9tico"/>
				<updated>2026-04-28T19:03:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Informações Sobre a Doença ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Feridas crônicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prevalência e a incidência das feridas crônicas vêm aumentando em função do envelhecimento da população e consequentemente, de condições crônicas associadas. &lt;br /&gt;
Dentre as etiologias mais comuns das feridas crônicas destacam-se as venosas, arteriais e neuropáticas.&lt;br /&gt;
Apresentam-se como lesões cutâneas que persistem por um período prolongado, geralmente superior a três meses e que não respondem aos processos normais de cicatrização. &lt;br /&gt;
Essa condição multifatorial resulta de uma complexa interação entre fatores locais e sistêmicos que comprometem a integridade tecidual e a capacidade de reparo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 1- Úlceras venosas crônicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A doença venosa crônica (DVC) dos membros inferiores é causada pela hipertensão venosa devido ao refluxo das válvulas venosas ou à obstrução do fluxo venoso, afetando uma proporção significativa da população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A úlcera venosa, manifesta-se no terço inferior da perna, geralmente causando sintomas como sensação de peso, dor e coceira. &lt;br /&gt;
O tempo de cicatrização pode variar de seis semanas a vários anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 2- Úlceras arteriais crônicas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As úlceras arteriais são menos comuns que as úlceras venosas.&lt;br /&gt;
Esse tipo de úlcera está frequentemente associado à doença arterial periférica (DAP), sendo a aterosclerose sua principal etiologia, uma vez que promove a redução ou interrupção do fluxo sanguíneo devido ao acúmulo de placas lipídicas e outros materiais na&lt;br /&gt;
parede arterial, levando à isquemia tecidual, necrose celular e formação das lesões. &lt;br /&gt;
A incidência é muito maior em pessoas com fatores de risco como tabagismo, diabetes, hipertensão e dislipidemia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 3- Feridas do pé diabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diabetes é uma condição amplamente prevalente, com elevada morbimortalidade, figurando entre as principais causas de insuficiência renal, amputações de membros inferiores, cegueira e doenças cardiovasculares. O pé diabético, conforme definição do Grupo de Trabalho Internacional Sobre Pé Diabético (IWGDF - International Working Group on the Diabetic Foot) é a infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos moles associadas a alterações neurológicas e vários graus de doença arterial periférica nos membros inferiores. A neuropatia periférica é o principal fator desencadeante da perda da sensibilidade protetora dos pés (térmica, dolorosa e tátil) e sua presença é estimada em mais de 80% dos casos de úlceras no pé diabético. Frequentemente leva a úlceras de pressão plantar e a alterações osteoarticulares, que, por sua vez, evoluem para a neuroartropatia de Charcot. Dentre os cofatores comuns que aumentam a morbidade da doença e o risco de amputação nessa população estão a obesidade, DAP e distúrbios imunológicos e metabólicos.&lt;br /&gt;
O risco de recorrência de úlceras do pé diabético após a cicatrização é estimado em aproximadamente 40% em 12 meses após a primeira ocorrência da lesão.&lt;br /&gt;
Estima-se que aproximadamente 25% dos pacientes com diabetes terão úlceras ao longo da vida. &lt;br /&gt;
As infecções do pé diabético representam a complicação mais comum que resulta em hospitalização de indivíduos com diabetes, sendo a principal causa de amputação nesse grupo de pacientes. Estima-se que até 17% dos portadores de uma úlcera de pé diabético infectada evoluem para amputação em um período de um ano, enquanto 10% sofrem reinfecção após a cicatrização da lesão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;ref&amp;gt;[https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-092-transplante-de-membrana-amniotica-pe-diabetico Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tratamento disponível no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Debridamento dos tecidos inviáveis, que pode ser realizado por métodos autolítico, enzimático, mecânico ou cirúrgico, conforme a&lt;br /&gt;
avaliação clínica e a competência profissional, com o objetivo de reduzir a carga bacteriana e favorecer a cicatrização do leito da ferida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Terapias tópicas baseadas no uso racional de coberturas, como hidrogéis, hidrocolóides, alginatos, espumas e produtos à base de ácidos graxos essenciais, selecionadas de acordo com o tipo de tecido presente, a quantidade de exsudato e a fase do processo cicatricial, visando manter a ferida limpa, úmida e protegida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Medidas de alívio de pressão, incluindo o uso de  calçados adequados, palmilhas e superfícies de suporte para redistribuição da pressão plantar, especialmente em pacientes com neuropatia diabética, bem como a compressão venosa nos casos indicados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ressalta-se que não existe um curativo ideal universal, sendo a escolha da cobertura e da estratégia terapêutica dependente do tipo de lesão, das características do tecido, do estágio evolutivo da ferida e das condições clínicas do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que se refere à limpeza das feridas, o SUS dispõe de soluções padronizadas, com destaque para a solução fisiológica a 0,9%, amplamente utilizada por sua ação isotônica, capacidade de limpeza, manutenção da umidade do leito da ferida e estímulo ao desbridamento autolítico, sendo indicada tanto para feridas abertas quanto fechadas, sem contraindicações descritas. Adicionalmente, estão padronizadas soluções antissépticas modernas, como aquelas à base de polihexanida e betaína, indicadas para a limpeza, descontaminação e hidratação de feridas agudas e crônicas contaminadas ou infectadas, com ação eficaz na prevenção e no tratamento do biofilme, contribuindo para o preparo&lt;br /&gt;
adequado do leito da ferida e para a otimização do processo cicatricial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto às coberturas interativas e bioativas, o SUS contempla diferentes opções, como papaína em diversas concentrações, placas e pastas hidrocoloides, géis hidroativos, alginatos de cálcio e/ou sódio e produtos à base de ácidos graxos essenciais. Esses materiais promovem o&lt;br /&gt;
desbridamento autolítico, mantêm o meio úmido, estimulam a granulação e a epitelização e permitem a remoção não traumática do curativo, devendo ser selecionados conforme o tipo de tecido, a presença de exsudato e a fase da cicatrização. O SUS também disponibiliza coberturas com ação antimicrobiana, incluindo aquelas impregnadas com prata, como espumas, hidrofibras, alginatos e prata nanocristalina, e carvão ativado com prata, indicadas principalmente para feridas exsudativas, colonizadas ou infectadas, com ou sem odor, contribuindo para o controle da carga microbiana, a redução do odor e a proteção do leito da ferida, sempre mediante avaliação criteriosa do profissional de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, os protocolos padronizados reforçam que a escolha do curativo deve ser individualizada, baseada em avaliação clínica sistemática, nas características da lesão e na resposta ao tratamento, não havendo uma cobertura universalmente superior. Em situações mais complexas, recomenda-se a utilização de algoritmos de conduta terapêutica e instrumentos de avaliação padronizados, disponíveis nos manuais institucionais, garantindo um cuidado seguro, racional e resolutivo no contexto do SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Propriedades biológicas e benefícios terapêuticos da membrana amniótica(MA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A membrana amniótica apresenta características únicas que a diferenciam de outros tecidos biológicos usados em transplantes. Por ser uma estrutura avascular, com propriedades anti-inflamatórias, antifibróticas, antimicrobianas e imunomoduladoras, ela promove uma recuperação tecidual mais eficiente, além de reduzir a formação de cicatrizes e complicações pós-operatórias. Esses atributos resultam em menor necessidade de intervenções corretivas e em um prognóstico mais favorável para os pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, a membrana amniótica tem uma alta capacidade de integração ao tecido receptor, funcionando como um substrato biológico natural para a reparação tecidual. Isso a torna especialmente indicada em situações críticas como queimaduras extensas, lesões oculares graves e cirurgias reconstrutivas em áreas de difícil cicatrização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tratamento com membrana amniótica em pessoas com feridas crônicas e pé diabético tem como objetivo acelerar a cicatrização, reduzir o tempo de tratamento e auxiliar no controle da dor, promovendo uma recuperação mais eficaz e melhor qualidade de vida para os pacientes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após a análise das evidências clínicas e econômicas disponíveis, das contribuições recebidas durante a Consulta Pública nº 2/2026 e dos esclarecimentos da área técnica do Ministério da Saúde, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos da Conitec, presentes na 149ª Reunião Ordinária, realizada no dia 06 de março de 2026, deliberaram, por unanimidade, recomendar a incorporação do transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético. O Comitê considerou os potenciais benefícios clínicos e econômicos da membrana amniótica e o aproveitamento da infraestrutura existente para a ampliação de seu uso nos transplantes. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 1.093/2026.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação  ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-22-de-14-de-abril-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 22, DE 14 DE ABRIL DE 2026] &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-22-de-14-de-abril-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 22, DE 14 DE ABRIL DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt; aprovou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-092-transplante-de-membrana-amniotica-pe-diabetico Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na tabela SIGTAP, o procedimento de transplante de membrana amniótica está padronizado sob o código:&lt;br /&gt;
05.05.01.014-3 - TRANSPLANTE DE MEMBRANA AMNIÓTICA (CURATIVO BIOLÓGICO) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, este procedimento ainda não contempla o tratamento para úlceras, feridas crônicas e pé diabéticos, até o presente momento, cobrindo apenas as afecções de queimadura da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Natália Nambu</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Pr%C3%B3tese_Reversa_de_Ombro</id>
		<title>Prótese Reversa de Ombro</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Pr%C3%B3tese_Reversa_de_Ombro"/>
				<updated>2026-04-22T17:26:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Introdução */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Introdução ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese reversa de ombro ou artroplastia reversa de ombro é uma alternativa de abordagem cirúrgica para a artroplastia de ombro ou artroplastia escapulo-umeral total. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora ambas sejam cirurgias para substituição da articulação do ombro por próteses (artroplastia total), elas diferem na biomecânica, na estrutura da prótese e nas indicações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cirurgia de artroplastia de ombro substitui partes lesionadas desta articulação pela prótese, como tratamento de artrose grave, fraturas complexas ou lesões do manguito rotador. O procedimento visa aliviar a dor crônica e devolver mobilidade, sendo por vezes indicado quando tratamentos conservadores falham. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Principais Tipos de Prótese de Ombro:&lt;br /&gt;
- Total: substitui a cabeça do úmero e a cavidade glenoide do ombro.&lt;br /&gt;
- Parcial (Hemiartroplastia): substitui apenas a cabeça do úmero, indicada se a cavidade glenoide estiver saudável.&lt;br /&gt;
- Reversa: indicada para artropatia do manguito rotador, invertendo a anatomia normal (a esfera fica na glenoide e a taça no úmero).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, na prótese reversa há a inversão dos componentes, ou seja, na glenóide (região anatômica côncava onde se encaixa a cabeça convexa do úmero) é colocado uma esfera e no úmero, especificamente na região onde havia a cabeça do úmero (anatomicamente convexa), é colocada uma base e uma copa côncava para se encaixar na esfera. Para a elevação do braço, o paciente precisará usar apenas o músculo deltóide, motivo pelo qual é indicado para pacientes com ruptura do manguito rotador (grupo de musculaturas que contribuem para a movimentação do ombro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Alternativas e Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As opções cirúrgicas de artroplastia incluem artroplastia total do ombro, artroplastia reversa do ombro e hemiartroplastia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A artroplastia total do ombro (substituição da cabeça do úmero e da glenóide) é normalmente indicada se preenchidas todas as seguintes situações: idade &amp;gt; 50 anos; dor e perda da função do ombro que não responde ao tratamento não operatório; achados do exame físico que se correlacionam com os sintomas e manguito rotador intacto ou reparável; osteoartrose glenoumeral detectado em radiografia; estoque ósseo glenóide adequado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já a indicação da artroplastia reversa do ombro (envolvendo a fixação de uma cabeça protética do úmero na cavidade glenóide e da taça protética da glenóide na parte superior do úmero) se aplica quando há lesão irreparável do manguito rotador, artropatia do manguito rotador, perda óssea grave da glenóide ou glenóide bicônide e falha em artroplastia anterior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ambas as abordagens, o paciente deve estar em condições clínicas que permita a realização cirúrgica; aceitar os riscos cirúrgicos; e a disponibilidade para vivenciar o período pós-operatório de recuperação funcional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A artroplastia reversa de ombro via de regra é uma cirurgia '''eletiva''', ou seja, não há urgência nem emergência na realização. O paciente pode aguardar o processo cirúrgico em domicílio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Eficácia e Segurança ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A principal indicação para prótese reversa continua sendo o paciente com artropatia do manguito rotador com quadro de dor, perda de amplitude de movimentos e comprometimento das atividades de vida diária, com resultados satisfatórios. Mas, em pacientes com quadros de osteoartrose com manguito rotador intacto, em um curto período de acompanhamento tem apresentado resultados favoráveis com baixas taxas de complicações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando comparado a artroplastia total de ombro com prótese anatômica com a prótese reversa, os resultados clínicos são semelhantes em pacientes com osteoartrite e manguito rotador intacto. Como contra indicações para a cirurgia de prótese reversa, a literatura cita quadros de infecção protética, lesão de nervo axilar e músculo deltóide não funcionante, pois a movimentação do ombro dependerá deste músculo. Portanto, para quadros de osteoartrose, os resultados clínico-funcionais são semelhantes para as duas abordagens cirúrgicas de artroplastia total de ombro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em estudo de meta-análise de três estudos selecionados que compararam próteses anatômicas bilaterais com próteses reversas bilaterais de ombro, com uma amostra de 86 participantes que realizaram a  cirurgia de colocação de próteses anatômicas bilaterais (com quadros de osteoartrose) e 43 participantes que realizaram a  cirurgia de colocação de próteses reversas bilaterais (por ruptura do manguito rotador ou revisão de artroplastia de ombro). Como resultado, as próteses anatômicas bilaterais apresentaram melhores resultados funcionais nos testes realizados, com melhores amplitudes de movimento no pós-operatório. Contudo, não foi observada diferença significativa na dor pós-operatória quando comparados à prótese reversa. Os pesquisadores ressaltaram a importância de haver mais estudos randomizados e controlados para confirmar esses achados. Este estudo nos demonstra que a cirurgia com prótese anatômica segue oferecendo bons resultados funcionais para quadros de osteoartrose com manguito rotador preservado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O procedimento cirúrgico de artroplastia reversa de ombro não é padronizado e não possui código na tabela SIGTAP do SUS, portanto não é oferecido pela rede pública de saúde.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também não foi avaliado pela CONITEC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A prótese reversa de ombro utilizada na cirurgia de artroplastia reversa de ombro é um dispositivo médico de Classe de Risco IV, aprovado pela ANVISA para substituição articular total (artroplastia) em casos de lesões irreparáveis do manguito rotador, artrose severa ou fraturas graves. Ela inverte a biomecânica (esfera na glenoide, taça no úmero), permitindo que o músculo deltoide compense a perda de função. Diferentes modelos (ex: SMR, Equinoxe, Comprehensive) são registrados na ANVISA.  E assim como o procedimento cirúrgico, seu fornecimento não está previsto na tabela SIGTAP/SUS, nem oferecido pela rede pública de saúde.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A opção cirúrgica disponível na tabela SIGTAP/SUS com sua respectiva prótese convencional seria a:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 04.08.01.005-3 - Artroplastia escapulo-umeral total. Descrição: procedimento de substituição da articulação escápulo-umeral biológica, por componentes articulares inorgânicos metálicos ou de polietileno admite uso de cimentação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica NatJus https://www.pje.jus.br/e-natjus/notaTecnica-dados.php?idNotaTecnica=348971&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. ANVISA https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. SIGTAP http://sigtap.datasus.gov.br/tabela-unificada/app/sec/inicio.jsp&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>MAYKE</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Vacina_meningoc%C3%B3cica</id>
		<title>Vacina meningocócica</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Vacina_meningoc%C3%B3cica"/>
				<updated>2026-04-22T13:47:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Registro na Anvisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SIM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' vacinas &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/1322811?substancia=25901 Classe terapêutica do medicamento Trumenba ® - Registro ANVISA]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Classificação Anatômica Terapêutica Química (ATC) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vacinas &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=J07&amp;amp;showdescription=no Grupo ATC] &amp;lt;/ref&amp;gt; - J07AH08 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=J07AH08&amp;amp;showdescription=yes Código ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt; J07AH09 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=J07AH09&amp;amp;showdescription=yes Código ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Trumenba ®, Menveo ®, Nimenrix ®, Bexsero ®&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
*'''Vacina adsorvida meningocócica B (recombinante):''' é indicada para imunização ativa de indivíduos de 10 a 25 anos para prevenir doenças invasivas meningocócicas causadas por ''Neisseria meningitidis'' dos sorogrupos B &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?numeroRegistro=121100449 Bula do Medicamento Trumenba ® - Bula do Profissional]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
*'''Vacina meningocócica ACWY (conjugada):''' é indicada para imunização ativa de indivíduos com idade a partir de 6 semanas contra doenças meningocócicas invasivas causadas por ''Neisseria meningitidis'' dos grupos A, C, W-135 e Y &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?numeroRegistro=102160243 Bula do Medicamento Nimenrix ® - Bula do Profissional]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''vacina meningocócica ACWY (conjugada)''' está padronizada pelo Ministério da Saúde, por meio do Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF), sendo necessário o preenchimento dos critérios de inclusão definidos pelas diretrizes específicas para a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''ESQUEMA DE ADMINISTRAÇÃO''' &amp;lt;ref&amp;gt;[https://dive.sc.gov.br/index.php/component/sppagebuilder/?view=page&amp;amp;id=765 Calendário de Vacinação]&amp;lt;/ref&amp;gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Crianças''' com idade entre 12 meses a 4 anos, 11 meses e 29 dias: 01 dose.&lt;br /&gt;
*'''Adolescentes''' com idade entre 11 a 14 anos, 11 meses e 29 dias: 01 dose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;A vacina adsorvida meningocócica B (recombinante) não é padronizada no Estado de Santa Catarina.&amp;lt;/span&amp;gt;'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acesso aos medicamentos do CESAF se dá por meio das Unidades Básicas de Saúde do município onde reside o paciente, mediante apresentação de receita médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O CESAF destina-se à garantia do acesso a medicamentos (Anexo II) e insumos (Anexo IV) para controle de doenças e agravos específicos com potencial impacto endêmico, muitas vezes relacionadas a situações de vulnerabilidade social e pobreza. Para mais informações sobre o CESAF [http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Componente_Estrat%C3%A9gico_da_Assist%C3%AAncia_Farmac%C3%AAutica_-_CESAF clique aqui].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Recomendação desfavorável da CONITEC==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS - [[CONITEC]] publicou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2019/relatorio_vacinasmeningococicas_hpn.pdf Relatório de Recomendação nº 490], aprovado pelo Ministério da Saúde por meio da [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2019/portariasctie_60_2019.pdf Portaria SECTICS/MS nº 60, de 18 de novembro de 2019], com a decisão final de '''não incorporar a vacina adsorvida meningocócica B (recombinante) para os pacientes com hemoglobinúria paroxística noturna que fazem uso do [[Eculizumabe|eculizumabe]], no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A CONITEC publicou o [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-091-vacina-adsorvida-meningococica-b-recombinante Relatório de Recomendação nº 1091], aprovado pelo Ministério da Saúde por meio da [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-21-de-16-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 21, de 16 de abril de 2026], com a decisão final de '''não incorporar a vacina adsorvida meningocócica B recombinante (4CMenB) para prevenção de doença meningocócica do sorotipo B em crianças menores de 1 ano de idade, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS.''' ''Para esta recomendação foi considerado o alto impacto econômico resultante da incorporação''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o financiamento do medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''vacina meningocócica ACWY (conjugada)''' pertence ao Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CESAF), sendo sua '''aquisição de responsabilidade exclusiva da União'''. O Ministério da Saúde adquire e distribui o medicamento aos Estados e ao Distrito Federal, cabendo a esses o recebimento, o armazenamento e a distribuição aos municípios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lorenzoniaa</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)</id>
		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)"/>
				<updated>2026-04-16T13:27:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* No Sistema Único de Saúde: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações Absolutas: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações Relativas ou Precauções: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Medicina Baseada em Evidência: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cough Assist mostrou sua eficiência na resolução de atelectasias agudas que estão diretamente ligadas a secreções produtivas nas vias aéreas, por meio do tubo TQT. Pesquisas mostram que o MI-E facilita a extubação de pacientes neuropatas, bem como diminui o índice de aderência a métodos invasivos de ventilação ou que realizasse de forma súbita a extubação de pacientes neuromusculares com falhas respiratórias agudas sem alguma tolerância respiratória e com grande quantidade de muco devido a infecção pulmonar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Auger et al (2017) publicaram revisão sistemática avaliando a relação de risco/benefício do uso de dispositivos mecânicos de insuflação-exsuflação para desobstrução de vias aéreas em pacientes com doenças neuromusculares. Doze estudos foram incluídos, mas a qualidade de todos eles foi considerada ruim. Os autores concluíram que “Esta revisão sublinha a falta de dados robustos sobre dispositivos médicos mecânicos utilizados para desobstrução das vias aéreas. As evidências científicas atuais não apoiam o uso de MI-E para o aumento da tosse em pacientes com doenças neuromusculares, mas os profissionais de saúde enfrentam a realidade da prática médica e a ausência de alternativas. A maioria das diretrizes europeias e americanas recomenda o uso de MI-E, apesar das evidências de baixo nível.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morrow et al (2013) elaboraram estudo de revisão com vistas a determinar a eficácia e segurança dos dispositivos de assistência a tosse em portadores de distúrbios neuromusculares. O desfecho mais comum foi o pico do fluxo expiratório. Os estudos não mostraram claramente se a melhora do fluxo expiratório impactou mortalidade, morbidade, qualidade de vida e eventos adversos graves. Os autores concluíram que os resultados dessa revisão não fornecem evidências suficientes para embasar a prática clínica e que são necessários mais estudos para testar a segurança e eficácia desses equipamentos.&amp;lt;ref&amp;gt;[DE TOSSE, M. Á. Q. U. I. N. A., and ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA. &amp;quot;NÚCLEO DE APOIO TÉCNICO AO JUDICIÁRIO–NATJUS NOTA TÉCNICA.&amp;quot;]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No Sistema Único de Saúde: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Máquina de Tosse (Cough-Assist®) não é padronizada no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Carlacuneo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Tr%C3%B3spio,_cloreto_de</id>
		<title>Tróspio, cloreto de</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Tr%C3%B3spio,_cloreto_de"/>
				<updated>2026-04-07T18:27:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Registro na Anvisa==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SIM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' sistema geniturinário e hormônios sexuais | outros produtos urológicos excluindo antiespasmódicos &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/1301189?substancia=2372 Classe Terapêutica do medicamento Spasmex ® - Registro ANVISA]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Classificação Anatômica Terapêutica Química (ATC)==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Urológicos &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=G04&amp;amp;showdescription=no Grupo ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt; - G04BD09 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://atcddd.fhi.no/atc_ddd_index/?code=G04BD09 Código ATC]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Spasmex ®&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O medicamento '''tróspio''' está indicado para o tratamento da instabilidade do detrusor ou hiperreflexia do detrusor&lt;br /&gt;
acompanhada pelos sintomas da polaciúria, urgência miccional e incontinência urinária de&lt;br /&gt;
urgência &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/q/?numeroRegistro=101180631 Bula do medicamento Spasmex ® - Bula do Profissional]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento '''tróspio não pertence''' ao elenco da [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/relacao_nacional_medicamentos_2024.pdf Relação Nacional de Medicamentos Essenciais - RENAME (2024)], que contempla os medicamentos e insumos disponíveis no SUS. Também não se encontra na [http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php/Elenco_de_Medicamentos_-_CEAF lista de medicamentos padronizados do Ministério da Saúde], não existindo nenhum protocolo específico para sua liberação pelas Secretarias Estaduais de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Lorenzoniaa</name></author>	</entry>

	</feed>