Mudanças entre as edições de "Lentes esclerais estéticas"

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(Adaptação de próteses no SUS)
(Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica)
 
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== Próteses oculares ==
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== Próteses oculares ou lente escleral estética ==
  
 
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.
 
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.
  
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado e tem visão monocular (unilateral) .  
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A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.
  
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. [4]
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A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. 
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente. [5]
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Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.
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A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.
  
 
== Movimento do implante ==
 
== Movimento do implante ==
  
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. [6] [17]Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externalizado melhore ainda mais a motilidade.[9]
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O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. 
 
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos ==
 
  
Independente do procedimento, sempre é necessário um tipo de prótese ocular posteriormente. O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como stock eye, [23] e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. [24]O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.
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O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. [25]
 
  
== Adaptação de próteses no SUS ==  
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== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica ==  
  
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS segundo a Tabela SIGTAP como segue:
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- Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.
  
Procedimento: 07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA
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- Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.
  
Descrição:
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- Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.
  
LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.
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- Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.
  
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== Adaptação de próteses no SUS ==
  
O procedimento de adaptação de próteses de outros modelos é realizado e padronizado no âmbito do SUS segundo a Tabela SIGTAP como segue:
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O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:
  
Procedimento: 07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR
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'''- Procedimento: 07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''
  
Descrição
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Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.
  
PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.
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'''- Procedimento: 07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''
  
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Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.
  
Procedimento: 07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA
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'''-Procedimento: 07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''
  
Descrição
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Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.
  
PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.
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'''- Procedimento: 07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''
  
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Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.
  
Procedimento: 07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA
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'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''
  
Descrição
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O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.
  
REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.
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Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv
  
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== Referências bibliográficas ==
  
'''A Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) é o único local do estado que presta este serviço gratuitamente pelo SUS.
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1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.
 
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O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular é prestado em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde e pode ser acessado por pessoas que residam no Estado de Santa Catarina, através das Unidades Básicas de Saúde.
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2. Sociedade Americana de Ocularistas. Em: https://ocularist.org/about_ASO_overview.asp.
 
 
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://estado.sc.gov.br/noticias/pacientes-do-sus-de-todo-o-estado-recebem-proteses-oculares-na-fundacao-catarinense-de-educacao-especial/'''
 
 
 
== Referências bibliográficas ==
 
  
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006
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3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/.
 
      
 
      
2. ^Saltar para:a b London Times (20 de fevereiro de 2007). "Olho artificial de 5.000 anos encontrado na fronteira Irã-Afegão". ._ Arquivado dooriginalem 22 de fevereiro de 2007. Acesso em 14 de dezembro de 2012.
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4. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11):  
   
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1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748
3. Jerusalém Talmud Nedarim 41c [1]
 
   
 
4. Sociedade Americana de Ocularistas
 
   
 
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). "Uma íris protética 'viva'. Olho . 24 (11):  
 
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 
 
 
    
 
    
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). "Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado". Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. 
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5. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. 
 
      
 
      
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). "Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita". Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. 
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6. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.
 
    
 
    
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). "Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados". Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. 
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7. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  
   
 
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). "Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia". Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1
 
 
 
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). "Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso". Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  
 
   
 
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). "Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura". Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  
 
   
 
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). "O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais". Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.
 
 
      
 
      
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). "Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado" . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  
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8. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  
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Edição atual tal como às 20h11min de 18 de setembro de 2026

Próteses oculares ou lente escleral estética

A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.

A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.

A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro.  Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.

A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.

Movimento do implante

O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. 

O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.

Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica

- Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.

- Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.

- Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.

- Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.

Adaptação de próteses no SUS

O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:

- Procedimento: 07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA

Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.

- Procedimento: 07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR

Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.

-Procedimento: 07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA

Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.

- Procedimento: 07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA

Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.

O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.

O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.

Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv

Referências bibliográficas

1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.

2. Sociedade Americana de Ocularistas. Em: https://ocularist.org/about_ASO_overview.asp.

3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/.

4. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): 1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748. 

5. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. 

6. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.

7. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  

8. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.