Alterações

Eletroconvulsoterapia

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Embora a ECT possa ser muito eficaz para muitos indivíduos com doença mental grave, não é uma cura. Para evitar o retorno da doença, a maioria das pessoas tratadas com ECT precisa continuar com algum tipo de tratamento de manutenção. Isso normalmente significa psicoterapia e / ou medicação ou, em algumas circunstâncias, tratamentos contínuos de ECT.<ref name="PSY">[https://www.psychiatry.org/patients-families/ect What is Electroconvulsive therapy (ECT)?].</ref>.
Tratamentos Hoje em dia, no Brasil, o Conselho Federal de ECT são geralmente administrados duas Medicina tolera a três vezes eletroconvulsoterapia, como tratamento eletivo, porém apenas dentro de técnicas modernas, com anestesia e sedação prévias, com todos os controles necessários e exigidos pela Resolução CFM 1640/02 e consentimento livre informado assinado pelo paciente, ou por semana durante três a quatro semanas - para um total responsável legal, em caso de seis a 12 sessões. O número e tipo incapacidade de tratamentos dependem da gravidade dos sintomas compreensão e da rapidez com que eles melhoramdeliberação.<ref name="ECTCFM">[http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2002/1640_2002.htm RESOLUÇÃO CFM Nº 1.640/2002].</ref>.
Hoje em dia, no Brasil, ==Quantas sessões são necessárias?==A resposta clínica é o Conselho Federal principal referencial para a decisão dos números de sessões. A experiência clínica sugere uma variação de Medicina tolera 6 a eletroconvulsoterapia12 sessões, mas esses números devem servir apenas como referenciais gerais. Além da resposta clínica, os efeitos colaterais cognitivos, por serem cumulativos, também ajudarão na decisão de interromper o tratamento eletivo. Quando estes são muito intensos, porém apenas dentro isso pode sugerir que se atingiu um limite. A prática de técnicas modernascontinuar o tratamento após a remissão (por exemplo, com anestesia duas sessões a mais) não parece ter fundamentação científica.A associação Médica Brasileira (AMB) recomenda que a resposta clínica e sedação prévias, com todos os controles necessários e exigidos pela Resolução CFM 1640/02 e consentimento livre informado assinado pelo paciente, efeitos colaterais cognitivos deverão guiar a decisão de continuar o tratamento ou por responsável legal, em suspendê-lo. Em caso de incapacidade remissão ou platô de compreensão e deliberaçãoresposta (melhora parcial mantida por uma semana) ou quando haja prejuízo cognitivo óbvio (amnésia grave ou estado confusional) o tratamento deverá ser interrompido.<ref name ="CFM">[http://www= Que profissionais devem aplicar a ECT?==A ECT é um ato médico e a equipe para sua realização deve contar com a participação de um psiquiatra, um anestesista e ao menos duas enfermeiras.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2002/1640_2002.htm RESOLUÇÃO CFM Nº 1.640/2002].</ref>Pareceres de outras especialidades médicas podem ser necessários de acordo com cada caso.
==ECT no SUS==
'''Não há urgência neste tipo de tratamento.'''<br>
Em nenhum livro de Psiquiatria ou de Medicina de Pronto Socorro há referência às indicações de eltroconvulsoterapia como um procedimento de urgência ou de emergência. Nenhum Pronto-Socorro do mundo tem aparelhagem para fazer eletroconvulsoterapia, e sua indicação é sempre eletiva (não obrigatória, opcional, alternativa), em qualquer país do mundo, hoje.<br>
Não seria científica a alegação de que a demora no tratamento de eletroconvulsoterapia pudesse ferir os direitos de um paciente.
==Referências==
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