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Polilaminina

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Ensaio Clínico de Fase I sob Patrocínio do Laboratório Cristália
A polilaminina é uma molécula desenvolvida em laboratório pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) sob a coordenação longitudinal da pesquisadora Tatiana Coelho de Sampaio. Esta molécula deriva da laminina, uma proteína natural encontrada principalmente na placenta humana. Pesquisas iniciais em modelos animais mostram que ela estimula a regeneração de conexões na medula espinhal lesionada, interrompendo a paralisia ao restaurar a comunicação entre cérebro e corpo <ref>[https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20643907/ ''Polylaminin, a polymeric form of laminin, promotes regeneration after spinal cord injury'']</ref>.
O laboratório Cristália em parceria com os pesquisadores responsáveis pelo estudo, avançam a produção para testes clínicos e seguem trabalhando para obter todas as autorizações necessárias junto aos órgãos federais. Atualmente estamos na Fase 1 de pesquisa clínica, que visa demonstrar a segurança do medicamento <ref>[https://www.cristalia.com.br/releases/informacoes-sobre-a-polilaminina Informações sobre a Polilaminina- Laboratório Cristália]</ref>.
==Fases de uma pesquisa clínica==
As pesquisas clínicas ocorrem em quatro etapas: a '''Fase 1''' testa a segurança e a dosagem em poucas pessoas; a '''Fase 2''' verifica se o tratamento realmente funciona em um grupo maior de pacientes; a '''Fase 3''' confirma os benefícios em larga escala para obter a autorização de venda; e a '''Fase 4''' monitora o medicamento já disponível no mercado para identificar efeitos raros a longo prazo <ref>[https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/pesquisa/ensaios-clinicos/fases-de-desenvolvimento-de-um-novo-medicamento Fases de desenvolvimento de um novo medicamento - Instituto Nacional de Câncer (INCA)]</ref>.
==Ensaio Clínico de Fase I sob Patrocínio patrocínio do Laboratório Cristália==
Atualmente o estudo que avalia a polilaminina está na fase '''Fase I'''. Conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o O estudo avalia a segurança e a eficácia da polilaminina, uma proteína polimérica inovadora, no tratamento de pacientes com lesão medular aguda completa (classificada como AIS A). O estudo focou em indivíduos de 18 a 60 anos que sofreram o trauma em um intervalo de até 72 horas, com lesões localizadas entre as vértebras C4 e T12. Durante o procedimento cirúrgico de descompressão ou fixação da coluna, os pacientes receberam injeções intraespinais da substância diretamente nas extremidades da área lesionada<ref>[https://ensaiosclinicos.gov.br/rg/RBR-9dfvgpm Ensaio clínico ''RBR-9dfvgpm Polylaminin for Acute Spinal Cord Injury'']</ref>.
==Hipóteses de uso==
==Acesso à molécula==
'''A única forma de acesso à Polilaminina polilaminina é por meio dos canais oficiais do Laboratório Cristália'''. Isso inclui entrar em contato pelo SAC do Laboratório Cristália (0800 7011918) ou pelo site oficial do laboratório ([https://www.cristalia.com.br)/ site oficial do laboratório]. O time de pesquisa do Cristália conversará diretamente com a família ou com o médico no hospital para providenciar toda a documentação necessária. É importante ressaltar que a Polilaminina polilaminina não é vendida e não existe um "caminho fácil" ou atalhos; qualquer oferta de venda ou facilitação cobrando por isso é ilegal<ref>[https://www.cristalia.com.br/releases/informacoes-sobre-a-polilaminina Acesso à Polilaminina - Laboratório Cristália]</ref>.
==É necessário entrar na justiça para ter acesso ao tratamento?==
'''Não'''. A Anvisa concedeu permissão para o uso compassivo e o acesso à Polilaminina polilaminina deve ocorrer por meio dos protocolos oficiais ou dentro do estudo clínico autorizado. ==Referências== <references/>'''''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''''
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