Alterações

Neuromielite óptica

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Tratamento no SUS (e considerações sobre o inebilizumabe)
Recomenda-se que o teste de AQP4-IgG sérico seja feito com ensaios séricos baseados em células (microscopia ou detecção baseada em citometria de fluxo), pois eles otimizam a detecção de autoanticorpos e têm a melhor sensibilidade e especificidade. [7] Ensaios de imunofluorescência indireta e ELISAs às vezes são usados ​​devido a ensaios baseados em células ainda não estarem amplamente disponíveis. [7] No entanto, eles têm uma sensibilidade mais baixa em comparação com os ensaios baseados em células e, ocasionalmente, produzem resultados falsos positivos, portanto, é necessário cautela na interpretação. [7]O teste de confirmação usando 1 ou mais técnicas de ensaio AQP4-IgG é recomendado em casos duvidosos ou soronegativos, mas clinicamente/radiograficamente sugestivos de DENMO. [7]
 
O '''teste anti-aquaporina 4''', '''ainda não está disponível no SUS''', mas há um processo de incorporação em curso.
No dia 20 de '''fevereiro de 2025''', na 137ª Reunião Ordinária da '''Conitec''', os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos deliberaram por unanimidade que a matéria fosse disponibilizada em consulta pública com '''recomendação favorável à incorporação no SUS do teste de detecção em soro de anticorpos anti-aquaporina 4 por imunofluorescência indireta em cell-based assay (CBA) para pacientes com apresentação clínica-radiológica do distúrbio do espectro da neuromielite óptica (DENMO)'''. O comitê ressaltou que esta é uma doença rara e que, atualmente, não existe um Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) nem qualquer tratamento disponível no SUS. Além disso, devido à gravidade da enfermidade, foi destacada a relevância do teste anti-AQP4 para o diagnóstico e orientação quanto ao tratamento dos pacientes.
 
Um pequeno número de pacientes com características clínicas de DENMO, principalmente todos soronegativos para AQP4-IgG, tem anticorpos detectáveis ​​de glicoproteína de oligodendrócito de mielina (MOG) no soro. [7]
Apenas os '''glicocorticoides orais''' estão disponíveis no SUS para tratamentos oftálmicos crônicos ( processos inflamatórios e alérgicos, agudos e crônicos, envolvendo os olhos e anexos, como conjuntivite alérgica; ceratite; úlcera alérgica marginal da córnea; herpes-zoster oftálmico; irite e iridociclite; coriorretinite; inflamação do segmento anterior; uveíte posterior difusa e coroidite; '''neurite óptica'''; oftalmia do simpático)
Estão padronizados pelo Ministério da Saúde por meio do Componente Básico da Assistência Farmacêutica - CBAF:- '''prednisona''' nas apresentações de '''5 mg e 20 mg (comprimido)'''. - ''', prednisolona''' nas apresentações de 1 mg/mL e 3 mg/mL (solução oral). - Dexametasona , dexametasona nas apresentações 4 mg (comprimido) e 0,1 mg/mL (elixir).
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