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		<title>InfoSUS - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74634</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T18:11:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas. Em: https://ocularist.org/about_ASO_overview.asp.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
4. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
5. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
6. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
7. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
8. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74633</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T18:10:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Movimento do implante */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas. Em: https://ocularist.org/about_ASO_overview.asp.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
4. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
5. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
6. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
7. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
8. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74632</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T18:03:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas. Em: https://ocularist.org/about_ASO_overview.asp.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
4. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
5. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
6. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
7. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
8. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74631</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74631"/>
				<updated>2026-09-18T18:02:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
4. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
5. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
6. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
7. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
8. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74630</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74630"/>
				<updated>2026-09-18T18:01:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
3. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi: 10.1038/eye.2010.128. PMID 20847748. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
4. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74629</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T17:59:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine, 10 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
3. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). Uma íris protética 'viva'. Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
4. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1.&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva. 11 (2): 77–86, discussão 87-88. doi: 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T17:44:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Próteses oculares ou lente escleral estética */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pesquisa e a inovação continuam a impulsionar melhorias no tratamento de cavidades anoftálmicas. Os avanços em biomateriais, tecnologia de impressão tridimensional e engenharia de tecidos são promissores para o desenvolvimento de opções de tratamento mais eficazes e personalizadas. A integração dessas tecnologias na prática clínica pode revolucionar a área, oferecendo melhores resultados aos pacientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
3. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
4. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74627</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74627"/>
				<updated>2026-09-18T17:41:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais: para o tratamento da cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
3. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
4. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74626</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T17:38:59Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Componentes do tratamento da cavidade anoftálmica == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Avaliação e consulta iniciais:  A avaliação e consulta iniciais para o tratamento de uma cavidade anoftálmica envolvem uma avaliação minuciosa das estruturas anatômicas e do histórico do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reconstrução da cavidade ocular: Procedimentos cirúrgicos podem ser necessários para criar ou melhorar a cavidade ocular para suportar uma prótese ocular. A reconstrução da cavidade ocular pode envolver os enxertos e implantes mencionados abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ajuste protético: O ajuste protético é crucial para alcançar uma aparência natural e restaurar a confiança dos pacientes com órbita anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cuidados pós-operatórios: Os cuidados pós-operatórios eficazes são essenciais para garantir resultados bem-sucedidos e lidar com quaisquer complicações potenciais após a cirurgia da cavidade anoftálmica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Anophthalmic Socket. Elaf S. Alabdulrazaq, Bharat Gurnani. In: StatPearls [Internet]. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2026 Jan. 2024 Aug 17. Affiliations Expand. PMID: 39163446 Bookshelf ID: NBK606099. Em https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK606099/&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
3. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
4. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74625</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T16:57:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências bibliográficas */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
2. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
3. Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho. 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
4. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001. PMID 7654621. S2CID 6640588.  &lt;br /&gt;
  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74624</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T16:54:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Adaptação de próteses no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
4. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho . 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). &amp;quot;Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita&amp;quot;. Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). &amp;quot;Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados&amp;quot;. Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). &amp;quot;O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais&amp;quot;. Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). &amp;quot;Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado&amp;quot; . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T16:53:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Adaptação de próteses no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
4. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho . 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). &amp;quot;Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita&amp;quot;. Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). &amp;quot;Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados&amp;quot;. Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). &amp;quot;O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais&amp;quot;. Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). &amp;quot;Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado&amp;quot; . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74622</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74622"/>
				<updated>2026-09-18T16:52:57Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Adaptação de próteses no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS, segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
4. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho . 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). &amp;quot;Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita&amp;quot;. Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). &amp;quot;Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados&amp;quot;. Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). &amp;quot;O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais&amp;quot;. Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). &amp;quot;Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado&amp;quot; . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74621</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T16:52:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Adaptação de próteses no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
4. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho . 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). &amp;quot;Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita&amp;quot;. Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). &amp;quot;Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados&amp;quot;. Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). &amp;quot;O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais&amp;quot;. Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). &amp;quot;Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado&amp;quot; . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74620</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
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				<updated>2026-09-18T16:51:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Adaptação de próteses no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) do Governo de Santa Catarina, presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://www.fcee.sc.gov.br/informacoes/servicos-fcee/servico-de-reabilitacao-visual-e-adaptacao-de-protese-ocular-srv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
4. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho . 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). &amp;quot;Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita&amp;quot;. Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). &amp;quot;Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados&amp;quot;. Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). &amp;quot;O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais&amp;quot;. Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). &amp;quot;Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado&amp;quot; . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74619</id>
		<title>Lentes esclerais estéticas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Lentes_esclerais_est%C3%A9ticas&amp;diff=74619"/>
				<updated>2026-09-18T16:46:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Próteses oculares ou lente escleral estética ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese escleral estética, também conhecida como lente escleral estética, é uma lente de contato especialmente projetada para cobrir a parte anterior do olho e, em casos de perda do globo ocular, substituir esteticamente o olho perdido. Ela é utilizada para reabilitar a aparência estética do paciente, restaurando a simetria facial e a forma do olho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prótese se encaixa sobre um implante orbitário e sob as pálpebras. Embora muitas vezes referido como um olho de vidro, a prótese ocular assume aproximadamente a forma de uma concha convexa e é feita de acrílico plástico de grau médico. Algumas próteses oculares hoje são feitas de criolitavidro. Uma variante da prótese ocular é uma concha dura muito fina conhecida como concha escleral que pode ser usada sobre um olho danificado ou eviscerado. Os fabricantes de próteses oculares são conhecidos como ocularistas. Uma prótese ocular não fornece visão; isso seria uma prótese visual. Alguém com uma prótese ocular é totalmente cego do lado afetado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de próteses oculares modernas se expandiu do simples uso de vidro para muitos tipos diferentes de materiais. Nos Estados Unidos, a maioria das próteses oculares personalizadas são fabricadas usando PMMA (polimetil metacrilato) ou acrílico. Em alguns países, especialmente na Alemanha, as próteses ainda são mais comumente feitas de vidro. &lt;br /&gt;
Os cirurgiões ocularistas sempre trabalharam juntos para tornar os olhos artificiais mais realistas. Durante décadas, todos os esforços e investimentos para melhorar a aparência dos olhos artificiais foram amortecidos pela imobilidade da pupila. Uma solução para este problema foi demonstrada recentemente em um dispositivo baseado em um LCD que simula o tamanho da pupila em função da luz ambiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Movimento do implante ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento do implante e da prótese são aspectos importantes da aparência cosmética geral após a enucleação e são essenciais para o objetivo ideal de criar um olho realista semelhante em todos os aspectos ao outro olho normal. Existem várias teorias de movimento ocular aprimorado, como o uso de material protético integrado, fixação do implante, cobertura do implante (por exemplo, com tecido escleral) ou sutura dos músculos oculares diretamente ao implante protético. A eficiência da transmissão do movimento do implante para a prótese determina o grau de motilidade protética. O movimento é transmitido a partir de implantes esféricos não porosos tradicionais através da tensão superficial na interface conjuntival-protética e movimento dos fórnices. Os implantes quase integrados possuem superfícies de formato irregular que criam um mecanismo de acoplamento indireto entre o implante e a prótese que confere maior movimento à prótese. Espera-se que a integração direta do implante à prótese por meio de um mecanismo de acoplamento externo melhore ainda mais a motilidade.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
== Rescaldo de procedimentos cirúrgicos == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cirurgião irá inserir uma prótese temporária no final da cirurgia, conhecida como &amp;quot;stock eye&amp;quot;, e encaminhar o paciente a um ocularista, que não é médico, mas ocularista certificado pela American Society of Ocularists. O processo de confecção de uma prótese ocular, ou um olho personalizado, começará, geralmente seis semanas após o procedimento cirúrgico, e normalmente levará até três visitas antes do ajuste final da prótese. Na maioria dos casos, o paciente será ajustado durante a primeira visita, retornará para a pintura manual da prótese e, finalmente, retornará para o ajuste final. Os métodos usados ​​para encaixar, moldar e pintar a prótese geralmente variam entre as necessidades do ocularista e do paciente.&lt;br /&gt;
Viver com uma prótese ocular requer cuidados, mas muitas vezes os pacientes que tiveram doenças oculares incuráveis, como microftalmia , anoftalmia ou retinoblastoma , conseguem uma melhor qualidade de vida com suas próteses. Os cuidados necessários para uma prótese ocular, além de polimentos regulares e check-ups com ocularistas, normalmente giram em torno da manutenção da umidade e limpeza da prótese. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Adaptação de próteses no SUS == &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de lentes esclerais é realizado e padronizado no âmbito do SUS segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procedimento:	07.01.04.002-5 - LENTE ESCLERAL PINTADA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LENTE ESCLERAL PINTADA, TRANSPARENTE PARA RECOMPOSICAO ESTETICA DO GLOBO OCULAR PARA PACIENTES QUE SOFRERAM TRAUMATISMO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento de adaptação de próteses de outros modelos é realizado e padronizado no âmbito do SUS segundo a Tabela SIGTAP como segue:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procedimento:	07.01.04.006-8 - PRÓTESE OCULAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRÓTESE UTILIZADA PARA RECOMPOSIÇÃO ESTÉTICA DA ANATOMIA DA FENDA PALPEBRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procedimento:	07.01.04.014-9 - ADAPTAÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROCESSO CLÍNICO DE ORIENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO PARA USO FUNCIONAL DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procedimento:	07.01.04.015-7 - MANUTENÇÃO DE OPM OFTALMOLÓGICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REALIZAÇÃO DE TROCA POR QUEBRA OU DESGASTE DE PEÇAS DA ÓRTESE E PRÓTESE OFTALMOLOGICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''A Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE)&amp;quot; O Serviço de Reabilitação Visual e Adaptação de Prótese Ocular (SRV) da Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE) presta atendimento ambulatorial a pessoas com deficiência visual (cegos e baixa visão) e com perdas ou atrofias oculares que residem no Estado de Santa Catarina e que, mediante avaliação médica, são elegíveis para o tratamento de reabilitação visual e adaptação de prótese ocular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O SRV funciona no campus da FCEE, localizado em São José, na Grande Florianópolis, e é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médicos oftalmologistas especialistas em Baixa Visão, optometrista, assistente social, psicólogo e professores especialistas em Reabilitação Visual, Avaliação Funcional da Visão e Orientação e Mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações pelo telefone (48) 3664-4882 ou no site da FCEE na seção Serviços neste link: https://estado.sc.gov.br/noticias/pacientes-do-sus-de-todo-o-estado-recebem-proteses-oculares-na-fundacao-catarinense-de-educacao-especial/'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Globo ocular artificial do terceiro milênio BC descoberto em Burnt City, arquivado em 11/04/2012 na Wayback Machine , 10 de dezembro de 2006&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
4. Sociedade Americana de Ocularistas&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
5. ^ Lapointe, J; Durette, JF; Harhira, A; Shaat, A; Boulos, PR; Kashyap, R (setembro de 2010). &amp;quot;Uma íris protética 'viva'&amp;quot; . Olho . 24 (11): &lt;br /&gt;
1716–1723. doi : 10.1038/eye.2010.128 . PMID 20847748 . &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
6. Shome, D; Honavar, SG; Raizada, K; Raizada, D (2010). &amp;quot;Movimento do implante e da prótese após a enucleação: um estudo randomizado controlado&amp;quot;. Oftalmologia. 117(8): 1638–44. doi:10.1016/j.ophtha.2009.12.035. PMID20417565. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
7. Colen, TP; Paridaens, DA; Lemij, HG; Mourits, MP; Van Den Bosch, WA (2000). &amp;quot;Comparação de amplitudes de olhos artificiais com implantes de enucleação esférica de acrílico e hidroxiapatita&amp;quot;. Oftalmologia. 107(10): 1889–94. doi:10.1016/S0161-6420(00)00348-1. PMID11013194. &lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
8. Chuah, CT; Cheia, SP; Fong, KS; Por, YM; Choo, CT; Luu, C; Seah, LL (2004). &amp;quot;Implante de hidroxiapatita integrado e implantes não integrados em pacientes asiáticos enucleados&amp;quot;. Anais da Academia de Medicina, Cingapura. 33(4): 477–83. PMID15329760. &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
9. Custer, PL; Kennedy, RH; Woog, JJ; Kaltreider, SA; Meyer, DR (2003). &amp;quot;Implantes orbitais em cirurgia de enucleação: um relatório da Academia Americana de Oftalmologia&amp;quot;. Oftalmologia. 110(10): 2054–61. doi:10.1016/S0161-6420(03)00857-1. PMID1&lt;br /&gt;
   &lt;br /&gt;
10. Sadiq, SA; Mengher, LS; Lowry, J; Downes, R (2008). &amp;quot;Implantes orbitais integrados - uma comparação de hidroxiapatita e implantes de polietileno poroso&amp;quot;. Orbit (Amsterdã, Holanda). 27(1): 37–40. doi:10.1080/01676830701512585. PMID18307145. S2CID24577669.  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
11. Hornblass, A; Biesman, BS; Eviatar, JA; Nunery, William R. (1995). &amp;quot;Técnicas atuais de enucleação: uma pesquisa de 5.439 implantes intraorbitários e uma revisão da literatura&amp;quot;. Cirurgia Plástica Oftálmica e Reconstrutiva . 11 (2): 77–86, discussão 87–88. doi : 10.1097/00002341-199506000-00001 . PMID 7654621 . S2CID 6640588 .  &lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
12.Duffy, M., Biesman, B. (2000). &amp;quot;O polietileno poroso expande as opções orbitofaciais&amp;quot;. Tempos de Oftalmologia. 25(7): 18.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
13. Chen, YH; Cui, HG (2006). &amp;quot;Material de polietileno poroso de alta densidade (Medpor) como um implante orbital não embalado&amp;quot; . Jornal da Ciência da Universidade de Zhejiang B . 7 (8): 679–82. doi : 10.1631/jzus.2006.B0679 . PMC 1533749 . PMID 16845724 .  &lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74615</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74615"/>
				<updated>2026-09-15T19:12:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Fluxograma Agendamento SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de diversas doenças que afetem o sistema nervoso periférico (as neuropatias periféricas) e os músculos, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos. Como a Síndrome do túnel do carpo, as hérnias de disco, miastenia gravis, paralisia facial, síndrome do desfiladeiro torácico, atrofia muscular espinhal, dentre várias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fluxograma Agendamento SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e sendo solicitada nesta avaliação a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74614</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74614"/>
				<updated>2026-09-15T19:07:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de diversas doenças que afetem o sistema nervoso periférico (as neuropatias periféricas) e os músculos, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos. Como a Síndrome do túnel do carpo, as hérnias de disco, miastenia gravis, paralisia facial, síndrome do desfiladeiro torácico, atrofia muscular espinhal, dentre várias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fluxograma Agendamento SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74613</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T19:06:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de diversas doenças que afetem o sistema nervoso periférico (as neuropatias periféricas) e os músculos, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos. Como a Síndrome do túnel do carpo, as hérnias de disco, miastenia gravis, paralisia facial, síndrome do desfiladeiro torácico, atrofia muscular espinhal, dentre várias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74612</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74612"/>
				<updated>2026-09-15T19:05:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Etapas da ENMG */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de diversas doenças que afetem o sistema nervoso periférico (as neuropatias periféricas) e os músculos, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos. Como a Síndrome do túnel do carpo, as hérnias de disco, miastenia gravis, paralisia facial, síndrome do desfiladeiro torácico, atrofia muscular espinhal, dentre várias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74611</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74611"/>
				<updated>2026-09-15T19:04:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações da ENMG */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de diversas doenças que afetem o sistema nervoso periférico (as neuropatias periféricas) e os músculos, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos. Como a Síndrome do túnel do carpo, as hérnias de disco, miastenia gravis, paralisia facial, síndrome do desfiladeiro torácico, atrofia muscular espinhal, dentre várias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74610</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T18:59:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações da ENMG */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de diversas doenças que afetem o sistema nervoso periférico e os músculos, as neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos, como a Síndrome do túnel do carpo, hérnias de disco, miastenia gravis, paralisia facial, síndrome do desfiladeiro torácico, atrofia muscular espinhal, dentre várias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74609</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74609"/>
				<updated>2026-09-15T18:49:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74608</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T18:48:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade e grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação médica para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora fará a inserção e agendamento na sua própria ‘agenda interna’ do SISREG para realização da ENM.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74607</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T18:41:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado pela rede pública de saúde na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  diretamente na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial (CERA) para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar  inicialmente  o  atendimento  na  Unidade Municipal de Saúde para, conforme avaliação médica, ser encaminhado para a consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade. Este encaminhamento deve ser inserido no SISREG para sua referência conforme pactuação na CERA, onde a solicitação gerada será regulada e agendada com base no protoloco de acesso da especialidade  e  grau  de  priorização. O paciente agendado será avaliado na consulta em Neurologia/Neurocirurgia Alta Complexidade e tendo indicação para a realização da Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar prestadora inserirá e agendará o mesmo no SISREG, na ‘agenda interna’ do exame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74606"/>
				<updated>2026-09-15T18:26:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado na rede pública de saúde, na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  Neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial - CERA para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar,  inicialmente,  o  atendimento  na  Unidade Municipal   de   Saúde.   Obtendo   encaminhamento   médico   para   consulta   de   avaliação   com neurologista ou neurocirurgião, o operador solicitante do SISREG lotado na SMS ou Unidade de Saúde a ela subordinada poderá inseri-lo na CERA. A solicitação gerada será regulada com base no  protoloco  de  acesso  da  especialidade  e  grau  de  priorização,  e  eventualmente  agendada conforme oferta disponibilizada pelo prestador. O paciente agendado será avaliado na consulta e, tendo indicação para a realização de Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar inserirá e agendará o mesmo no SISREG, na ‘agenda interna’ do exame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Deliberação nº 042/CIB/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74605</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74605"/>
				<updated>2026-09-15T18:22:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado na rede pública de saúde, na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  Neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial - CERA para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar,  inicialmente,  o  atendimento  na  Unidade Municipal   de   Saúde.   Obtendo   encaminhamento   médico   para   consulta   de   avaliação   com neurologista ou neurocirurgião, o operador solicitante do SISREG lotado na SMS ou Unidade de Saúde a ela subordinada poderá inseri-lo na CERA. A solicitação gerada será regulada com base no  protoloco  de  acesso  da  especialidade  e  grau  de  priorização,  e  eventualmente  agendada conforme oferta disponibilizada pelo prestador. O paciente agendado será avaliado na consulta e, tendo indicação para a realização de Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar inserirá e agendará o mesmo no SISREG, na ‘agenda interna’ do exame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. DELIBERAÇÃO 042/2018. Em: https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74604</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74604"/>
				<updated>2026-09-15T18:21:42Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado na rede pública de saúde, na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  Neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial - CERA para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste  contexto,  o  paciente  deverá  procurar,  inicialmente,  o  atendimento  na  Unidade Municipal   de   Saúde.   Obtendo   encaminhamento   médico   para   consulta   de   avaliação   com neurologista ou neurocirurgião, o operador solicitante do SISREG lotado na SMS ou Unidade de Saúde a ela subordinada poderá inseri-lo na CERA. A solicitação gerada será regulada com base no  protoloco  de  acesso  da  especialidade  e  grau  de  priorização,  e  eventualmente  agendada conforme oferta disponibilizada pelo prestador. O paciente agendado será avaliado na consulta e, tendo indicação para a realização de Eletroneuromiografia, a Unidade Hospitalar inserirá e agendará o mesmo no SISREG, na ‘agenda interna’ do exame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74603</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T18:20:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No '''fluxograma para solicitação e agendamento da ENMG pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina''', o procedimento de eletroneuromiografia é disponibilizado na rede pública de saúde, na linha de cuidado da Alta Complexidade em Neurologia, por   meio   de   agendamento   interno   pelas   unidades hospitalares  habilitadas  para  o  atendimento  de  Alta  Complexidade  em  Neurologia/neurocirurgia,  conforme estabelecido   na   Deliberação   nº   042/CIB/2018,   retificada   em   04/04/2024,   que   dispõe   sobre   o Fluxograma   de   Acesso   da   Neurologia   Ambulatorial,   a   “Regra   1:   Necessitando   de   exames complementares  de  média  e  alta  complexidade,  interconsultas,  retornos  e/ou  avaliação  em  outras especialidades  que  compreendem  os  Termos  de  Referência  da  Alta  Complexidade  em  Neurologia (TACC), os agendamentos deverão ser realizados internamente pelo SISREG, no serviço, de forma a agilizar   o   acesso   do   paciente.   As   agendas   deverão   ser   configuradas   como   ‘internas’,   sendo autorizadas pela própria unidade”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim  sendo,  o  exame  supracitado  não  é  disponibilizado  na  Central  Estadual  de Regulação Ambulatorial - CERA para a inserção de pacientes através das Secretarias Municipais de Saúde - SMS ou Unidades de Saúde a elas subordinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74602</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74602"/>
				<updated>2026-09-15T17:58:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Etapas da ENMG */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74601</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T17:57:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74600</id>
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				<updated>2026-09-15T17:44:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Anexos Deliberação 042/2018. Em:https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.saude.sc.gov.br/index.php/pt/legislacao/legislacao-geral/deliberacoes/deliberacoes-2018/anexo-deliberacao-042-2018/08-anexo-deliberacao-042-2018/download&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74599</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
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				<updated>2026-09-15T17:41:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações da ENMG */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais indicações da eletroneuromiografia abrangem a investigação de neuropatias periféricas, sejam elas compressivas, metabólicas, inflamatórias ou hereditárias, além de radiculopatias, plexopatias e lesões traumáticas de nervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74598</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74598"/>
				<updated>2026-09-15T17:36:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações da ENMG==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENMG ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização do SUS ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74597</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENMG)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENMG)&amp;diff=74597"/>
				<updated>2026-09-15T17:34:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Eletroneuromiografia: indicações, interpretação e limites. Em: https://portal.afya.com.br/neurologia/eletroneuromiografia-indicacoes-interpretacao-e-limites&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Limpou toda a página&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com '== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==  A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso p...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENMG) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Diagn%C3%B3sticos&amp;diff=74594</id>
		<title>Procedimentos Médicos Diagnósticos</title>
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				<updated>2026-09-15T17:31:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- [[Calprotectina fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cintilografia Cerebral com TRODAT-1]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cultura líquida automatizada para detecção de micobactérias e teste de sensibilidade aos antimicrobianos utilizados no tratamento da tuberculose]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Detecção pré-natal de infecção pelo vírus T-linfotrópico humano (HTLV) 1/2 em gestantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de Peptídeos Natriuréticos Tipo B (BNP e NT-ProBNP) para a Faixa Etária de 18 a 44 anos - Ampliação de Uso]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de porfobilinogênio urinário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ecobroncoscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Elastografia Hepática]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Eletroneuromiografia (ENMG)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ Exame de dosagem de anticorpo anti-receptor de acetilcolina para diagnóstico da Miastenia Gravis  ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exames Diagnósticos para Trombofilia em Gestantes]]        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Farmacogenético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Neurofisiológica Intra-Operatória]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Residencial da Pressão Arterial para Diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica em Adultos com Suspeita da Doença]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neuroimagem funcional]] (Ressonância magnética funcional, PET-CT, SPECT)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pet-Scan]] ou PET-CT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Sequenciamento de Exoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia de Coerência Óptica (OCT)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Videoartroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pesquisa de C4d por Imuno-Histoquímica e anticorpos Anti-HLA (DSA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial Visual Evocado (PVE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial de Acuidade Visual (PAM)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cápsula Endoscópica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Vídeo Eletroencefalograma (Vídeo-EEG)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Enteroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[rt-PCR para identificação de mutação do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) -ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes Para Detecção do Complexo ''Mycobacterium tuberculosis'' (MTB) de Resistência a Rifampicina e Isoniazida (1ª linha) e a Fluoroquinolonas e Aminoglicosídeos (2ª linha)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testagem Molecular para Detecção de HPV e rastreamento do câncer do colo do útero]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de detecção de HLA-B27]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Teste de detecção em soro de anticorpos anti-aquaporina 4 por imunofluorescência indireta em ensaio baseado em células para pacientes com apresentação clínica-radiológica do distúrbio do espectro da neuromielite óptica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Citogenético por Hibridização in Situ por Fluorescência (FISH) em Pacientes com Mieloma Múltiplo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Fluxo Lateral para Detecção de Lipoarabinomanano em Urina (LF-LAM) Para Rastreamento e Diagnóstico de Tuberculose em HIV/AIDS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana de Histoplasma capsulatum para o diagnóstico de Histoplasmose]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Imunoenzimático para Detecção do Antígeno Galactomanana de Aspergillus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Infecção Latente Pelo ''Mycobacterium tuberculosis'' em Pacientes com Doenças Inflamatórias Imunomediadas ou Receptores de Transplante de Órgãos Sólidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Tuberculose Latente em Pacientes Imunocomprometidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Provocação Oral para Alergia à Proteína do Leite de Vaca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste do Pezinho - Ampliação para a Detecção da Toxoplasmose Congênita]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular de DNA para a detecção da Atrofia Muscular Espinhal (AME)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular ''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste PCR multiplex para detecção de causadores de meningites e encefalites]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste por Amplificação de DNA e Hibridização Reversa &amp;quot;Mycobacterium leprae&amp;quot; Resistente a Rifampicina, Dapsona ou Ofloxacino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste rápido para Determinação de Anticorpos IgM anti-''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico Complementar de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Pentacam ou Tomografia de Córnea]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste da Elastase-1 Fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste antigliadina deaminada IgG para diagnóstico de doença celíaca em pacientes com deficiência de IgA e suspeita de doença celíaca e crianças menores de dois anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons para Pacientes com Câncer de Pulmão de Células Pequenas]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para Estadiamento de Pacientes com Doença Localmente Avançada de Carcinoma de Esôfago não Sabidamente Metastático (após resultados inconclusivos na TC)]]    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para a detecção da Homocistinúria Clássica (HCU)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para detecção da deficiência de acil-CoA desidrogenase de cadeia média (MCADD)]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ultrassonografia Endoscópica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74593</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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				<updated>2026-09-15T17:29:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENMG reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74592</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74592"/>
				<updated>2026-09-15T17:28:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* A Eletroneuromiografia (ENM) */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENM) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética. Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da ENM reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é regulamentado no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74591</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* A Eletroneuromiografia (ENM) */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é o principal exame de neurofisiologia clínica disponível para avaliação funcional do sistema nervoso periférico e da musculatura esquelética, sendo regulamentada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC). Trata-se de um procedimento diagnóstico que integra duas técnicas complementares: os estudos de condução nervosa (ECN) e a eletromiografia com agulha (EMG).  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto os ECN avaliam a integridade funcional das fibras nervosas mielinizadas por meio de respostas à estimulação elétrica, a EMG com agulha registra a atividade elétrica muscular em repouso e durante contração voluntária, oferecendo informações sobre a unidade motora e o músculo em si. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica, a relevância da eletroneuromiografia reside em sua capacidade de localizar a lesão, determinar o tipo de comprometimento — como axonal, desmielinizante ou misto e ainda fornecer dados prognósticos. Isso posiciona o exame como ferramenta indispensável no raciocínio diagnóstico de sintomas como fraqueza, parestesias, dor neuropática e atrofia muscular, situações frequentes tanto no ambulatório especializado quanto na enfermaria neurológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se trata de um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74590</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é um exame neurofisiológico que avalia a função do sistema nervoso periférico e dos músculos esqueléticos, sendo regulamentada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG é um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é um exame neurofisiológico que avalia a função do sistema nervoso periférico e dos músculos esqueléticos, sendo regulamentada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG é um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Orientação do exame de eletroneuromiografia da SBNC. Em: https://sbnc.org.br/area-do-paciente-2/?e-filter-a75cdb8-area_do_paciente=eletroneuromiografia&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74588</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* A Eletroneuromiografia (ENM) */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A eletroneuromiografia (ENMG) é um exame neurofisiológico que avalia a função do sistema nervoso periférico e dos músculos esqueléticos, sendo regulamentada no Brasil pela Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG é um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Etapas da ENM ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de ENMG é composto por duas etapas principais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Neurocondução: Utiliza estímulos elétricos captados por eletrodos fixados à pele, podendo contar com o auxílio de técnicos supervisionados pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o Neuromiografia: Realizada exclusivamente por médicos, utiliza eletrodos de agulha para avaliação da atividade elétrica muscular, não podendo ser substituída por eletrodos de&lt;br /&gt;
superfície.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG depende de manipulação direta do paciente e dos equipamentos, além da aplicação de estímulos elétricos e uso de agulhas para registro da atividade elétrica muscular, procedimentos que requerem interação presencial entre médico e paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o exame, o médico deve estar presente para identificar possíveis intercorrências e garantir a segurança do paciente, em conformidade com o princípio ético de &amp;quot;primum non nocere&amp;quot; (primeiro, não prejudicar).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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				<updated>2026-09-15T16:39:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O exame de Eletroneuromiografia é definido no Projeto Diretrizes (iniciativa conjunta do Conselho Federal de Medicina - CFM e da Associação Médica Brasileira - AMB) como uma avaliação eletrodiagnóstica, sendo precedido por anamnese e exame físico dirigidos, ambos enquadrados como atos médicos nos termos da Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ENMG é um exame dinâmico que exige interpretação em tempo real pelo médico neurofisiologista. Durante a execução, frequentemente há necessidade de ajustes no planejamento inicial, com redirecionamento das hipóteses diagnósticas em resposta aos achados obtidos. Estudos demonstram que a ENMG resulta em mudanças na hipótese diagnóstica inicial em 52% dos casos e alterações no manejo clínico em 63% dos pacientes (Lindstrom &amp;amp; Ashworth, 2018).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Nota Técnica Eletroneuromiografia da Sociedade Brasileira de Neurofisiogolgia Clínica. Em: https://sbnc.org.br/wp-content/uploads/2025/04/NOTA-TECNICA-SOBRE-A-REALIZACAO-DE-ELETRONEUROMIOGRAFIA-ENMG-.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74586</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74586"/>
				<updated>2026-09-15T16:18:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroneuromiografia_(ENM)&amp;diff=74585</id>
		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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				<updated>2026-09-15T16:18:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização do SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do procedimentos com finalidade diagnóstica em neurologia:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.11.05.008-3 - ELETRONEUROMIOGRAMA (ENMG)''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição:&lt;br /&gt;
CONSISTE NO EXAME QUE AVALIA OS NERVOS E MÚSCULOS PARA COMPLEMENTAR O DIAGNÓSTICO DE DOENÇAS NEURO MUSCULARES. O EXAME É FEITO COM CHOQUES ELÉTRICOS DE BAIXA INTENSIDADE E AGULHAS QUE VAI ANALISAR A ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS E A CONDUÇÃO DOS IMPULSOS NERVOSOS. PODE SER FEITO EM QUALQUER LOCAL DO CORPO, DEPENDENDO DA SUSPEITA CLÍNICA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Eletroneuromiografia (ENM)</title>
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				<updated>2026-09-15T16:13:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com '== A Eletroneuromiografia (ENM) ==   ==Padronização do SUS==   Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do exame diagnóstico:  '''02.05.02.022-4 - ELASTOGRAFIA HEPÁTI...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== A Eletroneuromiografia (ENM) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Padronização do SUS==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Conforme a tabela SIGTAP/SUS consta o código do exame diagnóstico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''02.05.02.022-4 - ELASTOGRAFIA HEPÁTICA ULTRASSÔNICA'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MÉTODO DIAGNÓSTICO NÃO INVASIVO DE FIBROSE HEPÁTICA, REALIZADO POR MEIO DA MEDIDA DA VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DE ONDAS ULTRASSONOGRÁFICAS QUE ATRAVESSAM O FÍGADO. UTILIZADO NAS SEGUINTES CONDIÇÕES: A. DIAGNÓSTICO DA FIBROSE HEPÁTICA; B. ESTADIAMENTO DA FIBROSE HEPÁTICA; C. ACOMPANHAMENTO. INDICADO PARA PESSOAS COM DIAGNÓSTICO DE HEPATITE VIRAL.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Diagn%C3%B3sticos&amp;diff=74583</id>
		<title>Procedimentos Médicos Diagnósticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Diagn%C3%B3sticos&amp;diff=74583"/>
				<updated>2026-09-15T16:07:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- [[Calprotectina fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cintilografia Cerebral com TRODAT-1]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cultura líquida automatizada para detecção de micobactérias e teste de sensibilidade aos antimicrobianos utilizados no tratamento da tuberculose]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Detecção pré-natal de infecção pelo vírus T-linfotrópico humano (HTLV) 1/2 em gestantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de Peptídeos Natriuréticos Tipo B (BNP e NT-ProBNP) para a Faixa Etária de 18 a 44 anos - Ampliação de Uso]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de porfobilinogênio urinário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ecobroncoscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Elastografia Hepática]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Eletroneuromiografia (ENM)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ Exame de dosagem de anticorpo anti-receptor de acetilcolina para diagnóstico da Miastenia Gravis  ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exames Diagnósticos para Trombofilia em Gestantes]]        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Farmacogenético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Neurofisiológica Intra-Operatória]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Residencial da Pressão Arterial para Diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica em Adultos com Suspeita da Doença]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neuroimagem funcional]] (Ressonância magnética funcional, PET-CT, SPECT)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pet-Scan]] ou PET-CT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Sequenciamento de Exoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia de Coerência Óptica (OCT)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Videoartroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pesquisa de C4d por Imuno-Histoquímica e anticorpos Anti-HLA (DSA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial Visual Evocado (PVE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial de Acuidade Visual (PAM)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cápsula Endoscópica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Vídeo Eletroencefalograma (Vídeo-EEG)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Enteroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[rt-PCR para identificação de mutação do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) -ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes Para Detecção do Complexo ''Mycobacterium tuberculosis'' (MTB) de Resistência a Rifampicina e Isoniazida (1ª linha) e a Fluoroquinolonas e Aminoglicosídeos (2ª linha)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testagem Molecular para Detecção de HPV e rastreamento do câncer do colo do útero]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de detecção de HLA-B27]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Teste de detecção em soro de anticorpos anti-aquaporina 4 por imunofluorescência indireta em ensaio baseado em células para pacientes com apresentação clínica-radiológica do distúrbio do espectro da neuromielite óptica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Citogenético por Hibridização in Situ por Fluorescência (FISH) em Pacientes com Mieloma Múltiplo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Fluxo Lateral para Detecção de Lipoarabinomanano em Urina (LF-LAM) Para Rastreamento e Diagnóstico de Tuberculose em HIV/AIDS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana de Histoplasma capsulatum para o diagnóstico de Histoplasmose]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Imunoenzimático para Detecção do Antígeno Galactomanana de Aspergillus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Infecção Latente Pelo ''Mycobacterium tuberculosis'' em Pacientes com Doenças Inflamatórias Imunomediadas ou Receptores de Transplante de Órgãos Sólidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Tuberculose Latente em Pacientes Imunocomprometidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Provocação Oral para Alergia à Proteína do Leite de Vaca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste do Pezinho - Ampliação para a Detecção da Toxoplasmose Congênita]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular de DNA para a detecção da Atrofia Muscular Espinhal (AME)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular ''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste PCR multiplex para detecção de causadores de meningites e encefalites]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste por Amplificação de DNA e Hibridização Reversa &amp;quot;Mycobacterium leprae&amp;quot; Resistente a Rifampicina, Dapsona ou Ofloxacino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste rápido para Determinação de Anticorpos IgM anti-''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico Complementar de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Pentacam ou Tomografia de Córnea]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste da Elastase-1 Fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste antigliadina deaminada IgG para diagnóstico de doença celíaca em pacientes com deficiência de IgA e suspeita de doença celíaca e crianças menores de dois anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons para Pacientes com Câncer de Pulmão de Células Pequenas]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para Estadiamento de Pacientes com Doença Localmente Avançada de Carcinoma de Esôfago não Sabidamente Metastático (após resultados inconclusivos na TC)]]    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para a detecção da Homocistinúria Clássica (HCU)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para detecção da deficiência de acil-CoA desidrogenase de cadeia média (MCADD)]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ultrassonografia Endoscópica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Diagn%C3%B3sticos&amp;diff=74582</id>
		<title>Procedimentos Médicos Diagnósticos</title>
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				<updated>2026-09-15T16:06:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- [[Calprotectina fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cintilografia Cerebral com TRODAT-1]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cultura líquida automatizada para detecção de micobactérias e teste de sensibilidade aos antimicrobianos utilizados no tratamento da tuberculose]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Detecção pré-natal de infecção pelo vírus T-linfotrópico humano (HTLV) 1/2 em gestantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de Peptídeos Natriuréticos Tipo B (BNP e NT-ProBNP) para a Faixa Etária de 18 a 44 anos - Ampliação de Uso]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de porfobilinogênio urinário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ecobroncoscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Elastografia Hepática]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-- [[Eletroneuromiografia (ENM)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ Exame de dosagem de anticorpo anti-receptor de acetilcolina para diagnóstico da Miastenia Gravis  ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exames Diagnósticos para Trombofilia em Gestantes]]        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Farmacogenético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Neurofisiológica Intra-Operatória]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Residencial da Pressão Arterial para Diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica em Adultos com Suspeita da Doença]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neuroimagem funcional]] (Ressonância magnética funcional, PET-CT, SPECT)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pet-Scan]] ou PET-CT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Sequenciamento de Exoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia de Coerência Óptica (OCT)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Videoartroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pesquisa de C4d por Imuno-Histoquímica e anticorpos Anti-HLA (DSA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial Visual Evocado (PVE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial de Acuidade Visual (PAM)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cápsula Endoscópica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Vídeo Eletroencefalograma (Vídeo-EEG)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Enteroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[rt-PCR para identificação de mutação do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) -ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes Para Detecção do Complexo ''Mycobacterium tuberculosis'' (MTB) de Resistência a Rifampicina e Isoniazida (1ª linha) e a Fluoroquinolonas e Aminoglicosídeos (2ª linha)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testagem Molecular para Detecção de HPV e rastreamento do câncer do colo do útero]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de detecção de HLA-B27]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Teste de detecção em soro de anticorpos anti-aquaporina 4 por imunofluorescência indireta em ensaio baseado em células para pacientes com apresentação clínica-radiológica do distúrbio do espectro da neuromielite óptica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Citogenético por Hibridização in Situ por Fluorescência (FISH) em Pacientes com Mieloma Múltiplo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Fluxo Lateral para Detecção de Lipoarabinomanano em Urina (LF-LAM) Para Rastreamento e Diagnóstico de Tuberculose em HIV/AIDS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana de Histoplasma capsulatum para o diagnóstico de Histoplasmose]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Imunoenzimático para Detecção do Antígeno Galactomanana de Aspergillus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Infecção Latente Pelo ''Mycobacterium tuberculosis'' em Pacientes com Doenças Inflamatórias Imunomediadas ou Receptores de Transplante de Órgãos Sólidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Tuberculose Latente em Pacientes Imunocomprometidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Provocação Oral para Alergia à Proteína do Leite de Vaca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste do Pezinho - Ampliação para a Detecção da Toxoplasmose Congênita]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular de DNA para a detecção da Atrofia Muscular Espinhal (AME)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular ''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste PCR multiplex para detecção de causadores de meningites e encefalites]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste por Amplificação de DNA e Hibridização Reversa &amp;quot;Mycobacterium leprae&amp;quot; Resistente a Rifampicina, Dapsona ou Ofloxacino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste rápido para Determinação de Anticorpos IgM anti-''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico Complementar de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Pentacam ou Tomografia de Córnea]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste da Elastase-1 Fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste antigliadina deaminada IgG para diagnóstico de doença celíaca em pacientes com deficiência de IgA e suspeita de doença celíaca e crianças menores de dois anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons para Pacientes com Câncer de Pulmão de Células Pequenas]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para Estadiamento de Pacientes com Doença Localmente Avançada de Carcinoma de Esôfago não Sabidamente Metastático (após resultados inconclusivos na TC)]]    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para a detecção da Homocistinúria Clássica (HCU)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para detecção da deficiência de acil-CoA desidrogenase de cadeia média (MCADD)]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ultrassonografia Endoscópica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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