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		<title>InfoSUS - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<updated>2026-04-27T01:31:18Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Baricitinibe&amp;diff=32327</id>
		<title>Baricitinibe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Baricitinibe&amp;diff=32327"/>
				<updated>2020-04-08T15:53:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Informações sobre o medicamento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Registro na Anvisa ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SIM'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Categoria:''' medicamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Classe terapêutica:''' agentes antineoplásicos e imunomoduladores; antagonistas hormonais e agentes relacionados; inibidores enzimáticos; terapia endócrina &amp;lt;ref&amp;gt;[https://consultas.anvisa.gov.br/#/medicamentos/25351052927201722/?substancia=26199&amp;amp;situacaoRegistro=V Classe terapêutica - Registro ANVISA Olumiant ®] Acesso 26/03/2020&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Classificação Anatômica Terapêutica Química (ATC) ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunossupressor &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.whocc.no/atc_ddd_index/?code=L04&amp;amp;showdescription=no Grupo ATC] Acesso 26/03/2020&amp;lt;/ref&amp;gt; - L04AA37 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.whocc.no/atc_ddd_index/?code=L04AA37 Código ATC] Acesso 26/03/2020&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nomes comerciais ==&lt;br /&gt;
Olumiant ®&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O medicamento ''' baricitinibe''' é indicado em monoterapia ou em combinação com metotrexato para o tratamento de pacientes adultos com artrite reumatoide ativa moderada a grave com resposta inadequada ou intolerância a um ou mais antirreumáticos modificadores da doença (DMARDs não biológicos e biológicos) &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/index.asp Bula do medicamento Olumiant ® - Bula do profissional] Acesso 26/03/2020&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Informações sobre o medicamento ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS – [[CONITEC]], por meio da [http://conitec.gov.br/images/Relatorios/Portaria/2020/Portaria_SCTIE_08_2020.pdf Portaria MS/SCTIE nº 08, de 10 de março de 2020] e do [http://conitec.gov.br/images/Relatorios/2020/Relatorio_Baricitinibe_Artrite_Reumatoide_510__2020_FINAL.pdf Relatório de Recomendação de Baricitinibe para pacientes com Artrite Reumatoide ativa, moderada a grave], tornou pública a decisão de '''incorporar o baricitinibe para pacientes com artrite reumatoide ativa, moderada a grave, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;'''Portanto, apesar  da publicação da [http://conitec.gov.br/images/Relatorios/Portaria/2020/Portaria_SCTIE_08_2020.pdf Portaria MS/SCTIE nº 08, de 10 de março de 2020] o medicamento [[Baricitinibe]] ainda não se encontra disponível à população no âmbito do SUS, para o tratamento de artrite reumatoide ativa, moderada a grave.'''&amp;lt;/span&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a [[CONITEC]], de acordo com a [http://www.planalto.gov.br/CCIVIL_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12401.htm Lei n° 12.401 de 28 de abril de 2011] e o [https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/d7646.htm Decreto n° 7.646 de 21 de dezembro de 2011 (art. nº 25)]: &amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;'''''A partir da publicação da decisão de incorporar tecnologias em saúde, ou protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, as áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta ao SUS.'''''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;span style=&amp;quot;color:red&amp;quot;&amp;gt;'''''Assim, o Ministério da Saúde tem um prazo de 180 dias para disponibilizar a tecnologia incorporada, a partir da data de sua publicação em DOU. Este prazo se faz necessário para os trâmites operacionais, tais como:'''''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- pactuação na Comissão Intergestores Tripartite (CIT) para decidir quem vai financiar a tecnologia; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- elaboração ou atualização de protocolo clínico para orientação de uso racional; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- processo licitatório para aquisição; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- publicação de código na tabela SIGTAP/SIA/SUS para que seja possível parametrizar o sistema que gerencia o CEAF; &amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- parametrização do sistema que gerencia o CEAF, com todas as informações do PCDT para possibilitar o cadastramento dos processos de solicitação da tecnologia &amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- liberação dos sistemas para abertura de processos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- resumo do PCDT para que não haja dúvidas durante as análises dos processos de solicitação, utilizado pela Comissão Técnica da DIAF (médicos e farmacêuticos);&amp;lt;span style=&amp;quot;color:blue&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- envio do nome dos pacientes autorizados, após análise, conforme datas estabelecidas em Portaria do CEAF;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- envio efetivo da tecnologia ao Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando a indicação do medicamento [[Baricitinibe]], os seguintes medicamentos (''clique no nome do medicamento para consultar como ter acesso ao mesmo''), os quais não necessariamente compõem a mesma classe farmacológica, mas possui indicação semelhante, '''estão disponíveis no âmbito do SUS pelo Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF) e Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica (CEAF)''': &amp;lt;ref&amp;gt;[http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/formulario_terapeutico_nacional_2010.pdf Formulário Terapêutico Nacional 2010] Acesso em 26/03/2020&amp;lt;/ref&amp;gt; &amp;lt;ref&amp;gt;[http://conitec.gov.br/images/Rename-2020-final.pdf RENAME 2020] Acesso em 26/03/2020&amp;lt;/ref&amp;gt;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Abatacepte]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Adalimumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Azatioprina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Certolizumabe pegol]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ciclosporina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Cloroquina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Etanercepte]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Golimumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Hidroxicloroquina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Ibuprofeno]] (CBAF) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Infliximabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Leflunomida]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Naproxeno]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Prednisona]] (CBAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Rituximabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Sulfassalazina]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Tocilizumabe]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*[[Tofacitinibe, citrato]] (CEAF)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além dos medicamentos citados acima, deverá ser consultada a Relação Municipal de Medicamentos Essenciais de cada município, pois conforme o Art. 27, §1º, do [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/decreto/D7508.htm Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2011], os entes federativos poderão ampliar o acesso do usuário à assistência farmacêutica, desde que questões de saúde pública o justifiquem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;br /&gt;
*'''As demais referências utilizadas para elaboração deste medicamento constam em forma de link no decorrer do texto.'''&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=InfoSUS:Termo_de_responsabilidade&amp;diff=19817</id>
		<title>InfoSUS:Termo de responsabilidade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=InfoSUS:Termo_de_responsabilidade&amp;diff=19817"/>
				<updated>2018-05-22T12:20:22Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Declaro estar de acordo com os termos abaixo e que os mesmos terão efeito imediatamente após o uso das ferramentas desta plataforma.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Estou ciente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      O acesso é exclusivo para as instituições que celebraram convênio com a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina(SES/SC), para acesso à plataforma on line CEOS, e que deverei informar imediatamente o desligamento da instituição conveniada aos administradores do CEOS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      O acesso é nominal, para uso pessoal e não delegarei a terceiros o acesso à plataforma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      As informações constantes na Plataforma CEOS somente serão utilizadas para a execução das responsabilidades inerentes ao cargo público, conforme convênio celebrado entre a minha instituição e a SES/SC;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      Não é permitido utilizar as informações para benefício próprio, exclusivo e/ou unilateral, presente ou futuro, sendo vedado o uso em outro projeto, seja a que título for, salvo expressa autorização em contrário do responsável devidamente habilitado do setor;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      Permitir que eventuais informações a serem divulgadas, serão única e exclusivamente para fins conforme item acima, sendo vedado o uso das informações para publicação em quaisquer meios de comunicação de massa que não guardem compromisso ou relação científica, tais como televisão, jornais, periódicos e revistas, entre outros aqui não especificados;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=InfoSUS:Termo_de_responsabilidade&amp;diff=19816</id>
		<title>InfoSUS:Termo de responsabilidade</title>
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				<updated>2018-05-22T12:19:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Declaro estar de acordo com os termos abaixo e que os mesmos terão efeito imediatamente após o uso das ferramentas desta plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou ciente que:'''&lt;br /&gt;
      O acesso é exclusivo para as instituições que celebraram convênio com a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina(SES/SC), para acesso à plataforma on line CEOS, e que deverei informar imediatamente o desligamento da instituição conveniada aos administradores do CEOS;&lt;br /&gt;
       O acesso é nominal, para uso pessoal e não delegarei a terceiros o acesso à plataforma;&lt;br /&gt;
       As informações constantes na Plataforma CEOS somente serão utilizadas para a execução das responsabilidades inerentes ao cargo público, conforme convênio celebrado entre a minha instituição e a SES/SC;&lt;br /&gt;
       Não é permitido utilizar as informações para benefício próprio, exclusivo e/ou unilateral, presente ou futuro, sendo vedado o uso em outro projeto, seja a que título for, salvo expressa autorização em contrário do responsável devidamente habilitado do setor;&lt;br /&gt;
        Permitir que eventuais informações a serem divulgadas, serão única e exclusivamente para fins conforme item acima, sendo vedado o uso das informações para publicação em quaisquer meios de comunicação de massa que não guardem compromisso ou relação científica, tais como televisão, jornais, periódicos e revistas, entre outros aqui não especificados;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
'''Declaro estar de acordo com os termos abaixo e que os mesmos terão efeito imediatamente após o uso das ferramentas desta plataforma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou ciente que:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
      O acesso é exclusivo para as instituições que celebraram convênio com a Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina(SES/SC), para acesso à plataforma on line CEOS, e que deverei informar imediatamente o desligamento da instituição conveniada aos administradores do CEOS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       O acesso é nominal, para uso pessoal e não delegarei a terceiros o acesso à plataforma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       As informações constantes na Plataforma CEOS somente serão utilizadas para a execução das responsabilidades inerentes ao cargo público, conforme convênio celebrado entre a minha instituição e a SES/SC;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
       Não é permitido utilizar as informações para benefício próprio, exclusivo e/ou unilateral, presente ou futuro, sendo vedado o uso em outro projeto, seja a que título for, salvo expressa autorização em contrário do responsável devidamente habilitado do setor;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
        Permitir que eventuais informações a serem divulgadas, serão única e exclusivamente para fins conforme item acima, sendo vedado o uso das informações para publicação em quaisquer meios de comunicação de massa que não guardem compromisso ou relação científica, tais como televisão, jornais, periódicos e revistas, entre outros aqui não especificados;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Sulfassalazina&amp;diff=11888</id>
		<title>Sulfassalazina</title>
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				<updated>2016-07-14T10:53:10Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em atualização!''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em atualização!''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Canabidiol</title>
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				<updated>2016-07-12T13:32:08Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em atualização!''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em atualização!''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Acetato_de_s%C3%B3dio&amp;diff=11771</id>
		<title>Acetato de sódio</title>
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				<updated>2016-07-11T13:10:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Oxamniquina&amp;diff=11770</id>
		<title>Oxamniquina</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Oxamniquina&amp;diff=11770"/>
				<updated>2016-07-11T13:09:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Misoprostol&amp;diff=11769</id>
		<title>Misoprostol</title>
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				<updated>2016-07-11T13:06:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Permetrina&amp;diff=11768</id>
		<title>Permetrina</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Permetrina&amp;diff=11768"/>
				<updated>2016-07-11T13:01:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Per%C3%B3xido_de_benzo%C3%ADla&amp;diff=11767</id>
		<title>Peróxido de benzoíla</title>
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				<updated>2016-07-11T12:57:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Pirimetamina&amp;diff=11766</id>
		<title>Pirimetamina</title>
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				<updated>2016-07-11T12:55:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cloreto_de_pot%C3%A1ssio&amp;diff=11765</id>
		<title>Cloreto de potássio</title>
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				<updated>2016-07-11T12:37:31Z</updated>
		
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		<title>Cefotaxima sódica</title>
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		<title>Bupivacaína, cloridrato</title>
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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Dobutamina,_cloridrato&amp;diff=11758</id>
		<title>Dobutamina, cloridrato</title>
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&lt;hr /&gt;
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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Nitrofuranto%C3%ADna&amp;diff=11757</id>
		<title>Nitrofurantoína</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Nitrofuranto%C3%ADna&amp;diff=11757"/>
				<updated>2016-07-11T12:23:48Z</updated>
		
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Protamina,_cloridrato&amp;diff=11756</id>
		<title>Protamina, cloridrato</title>
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				<updated>2016-07-11T12:22:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Benzoilmetronidazol&amp;diff=11755</id>
		<title>Benzoilmetronidazol</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Página substituída por '&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;span style=&amp;quot;font-size:large;color:blue&amp;quot;&amp;gt;''Em Atualização''&amp;lt;/span&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11754</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11754"/>
				<updated>2016-07-11T12:16:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Informações sobre o medicamento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunoglobulina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[palivizumabe]] é destinado à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em pacientes pediátricos com alto risco para doença por VSR. A segurança e a eficácia foram estabelecidas em crianças prematuras (com menos de 35 semanas de idade gestacional), em crianças portadoras de displasia broncopulmonar sintomática e em portadores de cardiopatia congênita hemodinamicamente significativa menores de 2 anos de idade.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=197222015&amp;amp;pIdAnexo=2391029 Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0522_13_05_2013.html Portaria SAS/MS nº 522 de 13/05/2013]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é disponibilizado pela SES/SC, através do [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório], para crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas), após alta hospitalar e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitarem de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período de fornecimento de Palivizumabe ocorrerá entre os meses de '''abril a setembro''' de cada ano – período de sazonalidade de circulação do VSR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe pode ser feita mediante o preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&amp;amp;task=doc_download&amp;amp;gid=3394&amp;amp;Itemid=85 Formulário]. Devidamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico, este formulário deverá ser entregue nas Gerências Regionais de Saúde para posterior encaminhamento à DIAF.&lt;br /&gt;
Esta solicitação será posteriormente avaliada pelo Grupo Técnico da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a prescrição do médico seja autorizada, a SES-SC entra em contato com a parte, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11753</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11753"/>
				<updated>2016-07-11T12:14:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Informações sobre o medicamento */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunoglobulina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[palivizumabe]] é destinado à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em pacientes pediátricos com alto risco para doença por VSR. A segurança e a eficácia foram estabelecidas em crianças prematuras (com menos de 35 semanas de idade gestacional), em crianças portadoras de displasia broncopulmonar sintomática e em portadores de cardiopatia congênita hemodinamicamente significativa menores de 2 anos de idade.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=197222015&amp;amp;pIdAnexo=2391029 Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0522_13_05_2013.html Portaria SAS/MS nº 522 de 13/05/2013]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é disponibilizado pela SES/SC, através do [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório], para crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas), após alta hospitalar e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitarem de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período de fornecimento de Palivizumabe ocorrerá entre os meses de '''abril a setembro''' de cada ano – período de sazonalidade de circulação do VSR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe pode ser feita mediante o preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório ]. Devidamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico, este formulário deverá ser entregue nas Gerências Regionais de Saúde para posterior encaminhamento à DIAF.&lt;br /&gt;
Esta solicitação será posteriormente avaliada pelo Grupo Técnico da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a prescrição do médico seja autorizada, a SES-SC entra em contato com a parte, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11752</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11752"/>
				<updated>2016-07-11T12:12:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunoglobulina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[palivizumabe]] é destinado à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em pacientes pediátricos com alto risco para doença por VSR. A segurança e a eficácia foram estabelecidas em crianças prematuras (com menos de 35 semanas de idade gestacional), em crianças portadoras de displasia broncopulmonar sintomática e em portadores de cardiopatia congênita hemodinamicamente significativa menores de 2 anos de idade.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=197222015&amp;amp;pIdAnexo=2391029 Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0522_13_05_2013.html Portaria SAS/MS nº 522 de 13/05/2013]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é disponibilizado pela SES/SC, através do [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório], para crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas), após alta hospitalar e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitarem de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período de fornecimento de Palivizumabe ocorrerá entre os meses de '''abril a setembro''' de cada ano – período de sazonalidade de circulação do VSR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe pode ser feita mediante o preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210]. Devidamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico, este formulário deverá ser entregue nas Gerências Regionais de Saúde para posterior encaminhamento à DIAF.&lt;br /&gt;
Esta solicitação será posteriormente avaliada pelo Grupo Técnico da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a prescrição do médico seja autorizada, a SES-SC entra em contato com a parte, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11751</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11751"/>
				<updated>2016-07-11T12:11:43Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunoglobulina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[palivizumabe]] é destinado à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em pacientes pediátricos com alto risco para doença por VSR. A segurança e a eficácia foram estabelecidas em crianças prematuras (com menos de 35 semanas de idade gestacional), em crianças portadoras de displasia broncopulmonar sintomática e em portadores de cardiopatia congênita hemodinamicamente significativa menores de 2 anos de idade.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=197222015&amp;amp;pIdAnexo=2391029 Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0522_13_05_2013.html Portaria SAS/MS nº 522 de 13/05/2013]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é disponibilizado pela SES/SC, através do [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório], para crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas), após alta hospitalar e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitarem de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período de fornecimento de Palivizumabe ocorrerá entre os meses de '''abril a setembro''' de cada ano – período de sazonalidade de circulação do VSR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe pode ser feita mediante o preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210]. Devidamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico, este formulário deverá ser entregue nas Gerências Regionais de Saúde para posterior encaminhamento à DIAF.&lt;br /&gt;
Esta solicitação será posteriormente avaliada pelo Grupo Técnico da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a prescrição do médico seja autorizada, a SES-SC entra em contato com a parte, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11750</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11750"/>
				<updated>2016-07-11T12:06:23Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imunoglobulina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O [[palivizumabe]] é destinado à prevenção de doença grave do trato respiratório inferior causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR) em pacientes pediátricos com alto risco para doença por VSR. A segurança e a eficácia foram estabelecidas em crianças prematuras (com menos de 35 semanas de idade gestacional), em crianças portadoras de displasia broncopulmonar sintomática e em portadores de cardiopatia congênita hemodinamicamente significativa menores de 2 anos de idade.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=197222015&amp;amp;pIdAnexo=2391029 Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é disponibilizado pela SES/SC, através do [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210 Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório], para crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas), após alta hospitalar e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitarem de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O período de fornecimento de Palivizumabe ocorrerá entre os meses de '''abril a setembro''' de cada ano – período de sazonalidade de circulação do VSR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe pode ser feita mediante o preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC [http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246&amp;amp;Itemid=210]. Devidamente preenchido, assinado e carimbado pelo médico, este formulário deverá ser entregue nas Gerências Regionais de Saúde para posterior encaminhamento à DIAF.&lt;br /&gt;
Esta solicitação será posteriormente avaliada pelo Grupo Técnico da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso a prescrição do médico seja autorizada, a SES-SC entra em contato com a parte, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Silybum_marianum&amp;diff=11749</id>
		<title>Silybum marianum</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Silybum_marianum&amp;diff=11749"/>
				<updated>2016-07-06T19:23:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fitoterápico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forfig&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A silimarina, componente ativo do Forfig, age como estabilizador das membranas dos hepatócitos (células do fígado), resguardando sua integridade e, assim, a função ﬁsiológica do fígado; protege, experimentalmente, a célula hepática da inﬂuência nociva de substâncias tóxicas endógenas e/ou exógenas. Desta maneira, Forfig (silimarina) atua de forma benéfica como coadjuvante no tratamento das doenças hepáticas crônicas inﬂamatórias, cirrose hepática e lesões hepatotóxicas, promovendo rápida melhora dos sintomas clínicos, como: cefaleia, astenia, anorexia,distúrbios digestivos, sensação de peso epigástrico, etc &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.eurofarma.com.br/bula/consumidor/1406/forfig- Bula do Medicamento] &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco Silybum marianum (Forfig) não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que os medicamentos referidos, por não estarem padronizados, não são fornecidos pelo Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existe alternativa terapêutica para o medicamento Silybum marianum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11541</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11541"/>
				<updated>2016-06-30T11:44:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 '''Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11540</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11540"/>
				<updated>2016-06-30T11:43:37Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  '''Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Palivizumabe</title>
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				<updated>2016-06-30T11:32:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Palivizumabe</title>
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				<updated>2016-06-30T11:29:02Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Padronização no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11537</id>
		<title>Palivizumabe</title>
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				<updated>2016-06-30T11:26:40Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Nota técnica conjunta n. 05/2015 – CGSCAM/DAPES/SAS/MS, CGAFME/DAF/SCTIE/MS e CGDT/DEVIT/SVS/MS. As Secretarias de Atenção à Saúde; de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; de Vigilância em Saúde estabelecem a sazonalidade do vírus sincicial respiratório no Brasil e oferecem esclarecimentos referentes ao protocolo de uso do Palivizumabe.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11536</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11536"/>
				<updated>2016-06-30T11:26:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Nota técnica conjunta n. 05/2015 – CGSCAM/DAPES/SAS/MS, CGAFME/DAF/SCTIE/MS e CGDT/DEVIT/SVS/MS. As Secretarias de Atenção à Saúde; de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; de Vigilância em Saúde estabelecem a sazonalidade do vírus sincicial respiratório no Brasil e oferecem esclarecimentos referentes ao protocolo de uso do Palivizumabe.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11535</id>
		<title>Palivizumabe</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11535"/>
				<updated>2016-06-30T11:25:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção &amp;lt;ref&amp;gt; SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012 &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 &amp;lt;ref&amp;gt; MINISTÉRIO DA SAÚDE. Nota técnica conjunta n. 05/2015 – CGSCAM/DAPES/SAS/MS, CGAFME/DAF/SCTIE/MS e CGDT/DEVIT/SVS/MS. As Secretarias de Atenção à Saúde; de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; de Vigilância em Saúde estabelecem a sazonalidade do vírus sincicial respiratório no Brasil e oferecem esclarecimentos referentes ao protocolo de uso do Palivizumabe.&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR &amp;lt;ref&amp;gt; 4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43. &amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt;. Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site &amp;lt;ref&amp;gt; SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210 &amp;lt;/ref&amp;gt; nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;/references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Palivizumabe&amp;diff=11534</id>
		<title>Palivizumabe</title>
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				<updated>2016-06-30T11:18:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
Imunobiológico (produto para o aparelho respiratório)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
Synagis&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Indicações==&lt;br /&gt;
O Palivizumabe é utilizado para a prevenção de doença grave do trato respiratório causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR), em crianças com alto risco de doença pelo VSR. Ele não é indicado para finalidades curativas, mas sim para impedir o estabelecimento da infecção (1).&lt;br /&gt;
O VSR é um dos principais causadores de infecções respiratórias agudas no primeiro ano de vida, sendo que de 40 a 60% das crianças são acometidas pelo vírus antes de completar 1 ano e mais de 95% já foram infectadas antes dos 2 anos de idade. Geralmente a doença evolui como um resfriado comum, mas em cerca de ¼ dos casos há desenvolvimento de quadros mais graves, inclusive necessitando de internação hospitalar em até 2% dessas situações. A infecção pelo VSR é mais prejudicial nos primeiros meses de vida, principalmente em crianças menores de seis semanas de idade, em recém-nascidos prematuros e naqueles portadores de displasia broncopulmonar (DBP), cardiopatias congênitas graves e imunodeficiências (2).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Padronização no SUS ==&lt;br /&gt;
A utilização do Palivizumabe no SUS é regulado pela Portaria no 522 de 13 de Maio de 2013 (5).&lt;br /&gt;
Na Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina (SES/SC) o Palivizumabe é fornecido através do Programa de Prevenção da Infecção Causada pelo Vírus Sincicial Respiratório (6). Os frascos distribuídos são adquiridos pelo Ministério da Saúde e entregues ao Estado, que quinzenalmente deve prestar contas ao Ministério da Saúde em relação à utilização do Palivizumabe.&lt;br /&gt;
A sua aplicação não é indicada o ano todo, pois enfermidades causadas pelo VSR são mais comuns em um período de sazonalidade que dura de 16 a 20 semanas, em que há maior circulação do vírus. Na região sul, o pico ocorre em Junho e Julho, sendo que o Ministério da Saúde determinou que a sazonalidade inicia-se em Maio e se estende até Setembro. Ele deve ser aplicado mensalmente na dose 15 mg/kg com no máximo 30 dias de intervalo entre as doses (4).&lt;br /&gt;
Os pacientes contemplados são crianças menores de 12 meses de idade que nasceram prematuras (idade gestacional menor ou igual a 28 semanas) e crianças menores de 2 anos de idade, portadoras de patologia congênita com repercussão hemodinâmica importante ou com doença pulmonar crônica da prematuridade, que necessitaram de tratamento nos 6 meses anteriores ao período de sazonalidade do VSR (4). &lt;br /&gt;
A solicitação do palivizumabe deve ser feita mediante preenchimento, pelo médico assistente, de formulário específico disponibilizado no site da SES/SC (6). Se a criança já tiver recebido alta hospitalar, este formulário (assinado e carimbado pelo médico), deverá ser entregue juntamente com outros documentos listados no mesmo site (6) nas Unidades do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (UNICEAF) do município de residência do paciente. Contudo, se a criança ainda se encontrar hospitalizada, os documentos devem ser entregues à Gerência Regional de Saúde (GERSA) responsável pelo município em que a criança estiver internada. &lt;br /&gt;
Esta solicitação é posteriormente avaliada pela Diretoria de Assistência Farmacêutica (DIAF) com auxílio da Comissão de Pediatria e Neonatologia. Caso a dispensação seja autorizada, a GERSA entrará em contato com os responsáveis pela criança, comunicando local e datas referentes à aplicação do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado em colaboração com DIAF/SUV/SES.&lt;br /&gt;
1. SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Diretrizes para o manejo da infecção causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). 2011.&lt;br /&gt;
2. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Palivizumabe para a prevenção da infecção pelo vírus sincicial respiratório. 2012.&lt;br /&gt;
3. SYNAGIS: pó liófilo injetável. Abbvie Farmacêutica Ltda. [Bula de remédio].&lt;br /&gt;
4. BRASIL. Portaria n. 522, de 13 de maio de 2013. A Secretaria de Atenção à Saúde aprova o protocolo de uso do Palivizumabe. Diário Oficial da União, Brasília, 15 maio 2013. Seção 1, p. 43.&lt;br /&gt;
5. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Nota técnica conjunta n. 05/2015 – CGSCAM/DAPES/SAS/MS, CGAFME/DAF/SCTIE/MS e CGDT/DEVIT/SVS/MS. As Secretarias de Atenção à Saúde; de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; de Vigilância em Saúde estabelecem a sazonalidade do vírus sincicial respiratório no Brasil e oferecem esclarecimentos referentes ao protocolo de uso do Palivizumabe. &lt;br /&gt;
6. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SANTA CATARINA. Programa de Prevenção da Infecção causada pelo Vírus Sincicial Respiratório. Disponível em: http://portalses.saude.sc.gov.br/index.php?option=com_content&amp;amp;view=article&amp;amp;id=600%3Aprograma-de-prevencao-da-infeccao-causada-pelo-virus-sincicial-respiratorio&amp;amp;catid=246%3Adocumentos-diaf&amp;amp;Itemid=210&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Fraldas_geri%C3%A1tricas&amp;diff=11412</id>
		<title>Fraldas geriátricas</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Fraldas_geri%C3%A1tricas&amp;diff=11412"/>
				<updated>2016-06-22T19:23:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Nomes comerciais */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fraldas geriátricas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adult Care; Adultcare; Adultex; Aga Senior; Amroável; Big Fral; Big Life; Big Roger Plus; Biofral; Carinho Soft Care Noturna; Ck Adult; Ck Noturna; Clin Off; Comodidad; Confiance Excellence; Confort Care; Conforto Mania; Conft Line; Cotidian; Delicata Soft; Descarpak; Diguifral; Gerialimp; Geriatex Plus; Golden Fral; Higifral; Hiper Seca; Incontinence; Kisses; Longevit; Longevita; Maturi-Care; Maturitá; Max Confort; Max Fral Top; Medifral; Megafral; Mili Vita; Natural Master Normal; Natural Master Premium; Original Master; Plenitud; Plenitud Super Seca; Popfral; Pró-Senior; Protfral Plus; Protfral Premium; Qualy Life; Readymod; Readysec; Sensaty Premium Noturno; Solution Confort Line; Super Geriatrico Confort; Tena Slip; Vida Nova; Vivamix.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cuidados com a higiene em todas as fases da vida são importantes por uma questão de saúde. Na terceira idade não é diferente, visto que tais cuidados tornam-se ainda mais necessários devido a algumas particularidades comuns a essa fase da vida. Um bom exemplo é o uso das fraldas geriátricas, um produto voltado especialmente para esse tipo de público &amp;lt;ref&amp;gt;[http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/saude-do-idoso/higiene-na-terceira-idade-saiba-a-importancia-das-fraldas-geriatricas/farmacia-popular.html] Higiene na terceira idade: saiba a importância das fraldas geriátricas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em comparação com as fraldas infantis, as [[fraldas geriátricas]] possuem maior quantidade de materiais absorventes, já que são maiores estruturalmente e recebem mais urina ou fezes durante a eliminação. Na sua maioria, são feitas de algodão e tecido e sua diferença funcional incide do grau de incontinência, que pode ser leve, moderado ou pesado &amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.journalslibrary.nihr.ac.uk/hta/volume-12/issue-29] FADER, M. ET al,  2008. Absorbent products for urinary/faecal incontinence: a comparative evaluation of key product designs&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As possíveis indicações advêm de três características fundamentais: idosos com restrição motora ou déficit de mobilidade, idosos com déficits cognitivos (memória) e idosos com episódios de incontinência urinária e/ou intestinal, estes com incapacidade para o autocuidado&amp;quot; &amp;lt;ref&amp;gt;[http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/saude-do-idoso/higiene-na-terceira-idade-saiba-a-importancia-das-fraldas-geriatricas/farmacia-popular.html] Higiene na terceira idade: saiba a importância das fraldas geriátricas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos idosos, a determinação da freqüência das trocas das fraldas não é bem definida. Habitualmente, ela é realizada pela demanda espontânea, quando ocorre a eliminação urinária e/ou intestinal. No entanto, devem ser considerados também outros aspectos, como a freqüência das eliminações, o uso de produtos adjuvantes (absorventes, pomadas ou emoliente), limpeza da região perineal, tipo e tamanho da fralda utilizada &amp;lt;ref&amp;gt;[http://idmed.terra.com.br/saude-de-a-z/saude-do-idoso/higiene-na-terceira-idade-saiba-a-importancia-das-fraldas-geriatricas/farmacia-popular.html] Higiene na terceira idade: saiba a importância das fraldas geriátricas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Fraldas geriátricas]] descartáveis não estão padronizadas em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos e insumos a serem fornecidos pelos referidos programas. Por esse motivo, não poderão ser fornecidos no momento. Sugerimos verificar junto a Secretaria Municipal de Saúde a possibilidade de atendimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a [http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/janeiro/29/portaria-nova-11-16.pdf Portaria nº 111], que dispõe sobre o Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB), tem acesso ao programa e conseqüentemente a compra de Fraldas Geriátricas pacientes com mais de 60 anos. A compra com desconto poderá ser realizada a cada 10 dias nas farmácias conveniadas ao Programa. É liberada a compra de até 40 fraldas por vez, mediante a apresentação da receita médica que tem validade de 6 meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2015/junho/11/lista-fraldas.pdf Elenco oficial das fraldas geriátricas disponibilizadas pelo programa Aqui tem Farmácia Popular]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Empagliflozina&amp;diff=11329</id>
		<title>Empagliflozina</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Empagliflozina&amp;diff=11329"/>
				<updated>2016-06-21T11:21:31Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético (inibidor do co-transportador sódio-glicose tipo 2 - SGLT2)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jardiance&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Empagliflozina]] é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 reduzindo a reabsorção do açúcar dos rins para o sangue e desta forma, controla os níveis de açúcar no sangue, pois este é eliminado na urina. Além disso, a eliminação de glicose na urina desencadeia a perda de calorias, associada com a perda de gordura corporal e redução do peso. A eliminação de glicose na urina observada com a empagliflozina é acompanhada de aumento discreto do volume e frequência urinários, que pode contribuir para a redução sustentada e moderada da pressão sanguínea. A empagliflozina melhora os níveis de glicose plasmáticos tanto em jejum como após as refeições. O mecanismo de ação da empagliflozina é independente da insulina, o que contribui para um baixo risco de hipoglicemia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea e recomenda aos profissionais de saúde considerem os fatores que aumentam o risco de fraturas. &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[empagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (liberação prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500mg e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Canagliflozina&amp;diff=11328</id>
		<title>Canagliflozina</title>
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				<updated>2016-06-21T11:20:13Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invokana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Canagliflozina]] é indicado em monoterapia ou terapia combinada como um adjuvante à dieta e ao exercício para melhorar o controle glicêmico em adultos com diabetes mellitus tipo 2. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diabetes tipo 2 é uma doença na qual o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar os níveis de glicose no sangue ou em que o organismo não é capaz de utilizar a insulina de forma eficaz. Isto causa níveis elevados de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR_-_Summary_for_the_public/human/002649/WC500156455.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os rins contribuem de maneira importante com o equilíbrio da glicose no sangue. Normalmente, a glicose filtrada pelos rins é reabsorvida de volta para a corrente sanguínea. O SGLT2 é um importante transportador responsável por essa reabsorção renal. O mecanismo de ação da [[canagliflozina]] inibe o SGLT2 e, como resultado, impede essa reabsorção de glicose, promovendo sua eliminação pela urina e reduzindo os níveis de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://abcfarma.org.br/midia/pacientes-brasileiros-terao-uma-nova-opcao-para-o-tratamento-do-diabetes-tipo-2.html ABCFARMA Pacientes brasileiros terão uma nova opção para o tratamento do diabetes tipo 2]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea e recomenda aos profissionais de saúde considerem os fatores que aumentam o risco de fraturas. &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[canagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Dapagliflozina&amp;diff=11327</id>
		<title>Dapagliflozina</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forxiga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dapagliflozina]] é um medicamento que bloqueia o cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2), uma proteína responsável pela reabsorção da glicose (açúcar) no rim, levando à eliminação do excesso de glicose na urina, melhorando o controle do diabetes mellitus tipo 2  &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É indicada junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Também está indicado quando a terapia existente (com metformina, tiazolidinedionas, sulfonilureias ou insulina) juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bristol-Myers Squibb Company (NYSE: BMY) e a AstraZeneca (NYSE: AZN) anunciaram resultados de um estudo clínico investigacional, de longo prazo(104 semanas), Fase 3, que mostrou que dapagliflozina, combinado com metformina, oferece reduções sustentáveis nos níveis de glicose sanguínea (níveis de hemoglobina glicada ou HbA1c) desde a Semana 52 até a Semana 104 do estudo, em pacientes adultos com DM2, se comparado com glipizida (um tratamento comum com sulfonilureia) combinada com metformina. Os sinais, sintomas e outros relatos que sugeriram infecções genitais ou do trato urinário foram mais comuns entre os pacientes recebendo dapagliflozina e metformina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anad.org.br/images/upload/Revista/23Revistas_URL.pdf] Composto Investigacional de Dapagliflozina Adicionado à Metformina Oferece Reduções Sustentáveis nos Níveis de Glicose Sanguínea em Adultos com DM2 em Dois Anos de Estudo. Diabetes Clinica - Revista Multidisciplinar do Diabetes, Obesidade e das Patologias Associadas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também foram realizados dois estudos randomizados, duplo-cego, de três braços estudos de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento para comparar dapagliflozina e metformina, dapagliflozina sozinho e metformina.  Em ambos os ensaios, a terapia de combinação levou a reduções significativamente maiores de HbA1c e redução de peso,  em comparação com monoterapia. Dapagliflozina 10mg não foi inferior à metformina na redução da HbA1c. Eventos sugestivos de infecção genital foram mais evidentes em pacientes que utilizavam monoterapia com dapagliflozina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.epistemonikos.org/pt/documents/bf1cbbcd9d8335a81a3556d4635ef9e6196168b3]  Henry, R. R et al. Dapagliflozina, metformina XR, ou ambos: farmacoterapia inicial para o diabetes 2, um ensaio clínico randomizado tipo &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea e recomenda aos profissionais de saúde considerem os fatores que aumentam o risco de fraturas. &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[dapagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5 mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850 mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forxiga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dapagliflozina]] é um medicamento que bloqueia o cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2), uma proteína responsável pela reabsorção da glicose (açúcar) no rim, levando à eliminação do excesso de glicose na urina, melhorando o controle do diabetes mellitus tipo 2  &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É indicada junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Também está indicado quando a terapia existente (com metformina, tiazolidinedionas, sulfonilureias ou insulina) juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bristol-Myers Squibb Company (NYSE: BMY) e a AstraZeneca (NYSE: AZN) anunciaram resultados de um estudo clínico investigacional, de longo prazo(104 semanas), Fase 3, que mostrou que dapagliflozina, combinado com metformina, oferece reduções sustentáveis nos níveis de glicose sanguínea (níveis de hemoglobina glicada ou HbA1c) desde a Semana 52 até a Semana 104 do estudo, em pacientes adultos com DM2, se comparado com glipizida (um tratamento comum com sulfonilureia) combinada com metformina. Os sinais, sintomas e outros relatos que sugeriram infecções genitais ou do trato urinário foram mais comuns entre os pacientes recebendo dapagliflozina e metformina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anad.org.br/images/upload/Revista/23Revistas_URL.pdf] Composto Investigacional de Dapagliflozina Adicionado à Metformina Oferece Reduções Sustentáveis nos Níveis de Glicose Sanguínea em Adultos com DM2 em Dois Anos de Estudo. Diabetes Clinica - Revista Multidisciplinar do Diabetes, Obesidade e das Patologias Associadas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também foram realizados dois estudos randomizados, duplo-cego, de três braços estudos de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento para comparar dapagliflozina e metformina, dapagliflozina sozinho e metformina.  Em ambos os ensaios, a terapia de combinação levou a reduções significativamente maiores de HbA1c e redução de peso,  em comparação com monoterapia. Dapagliflozina 10mg não foi inferior à metformina na redução da HbA1c. Eventos sugestivos de infecção genital foram mais evidentes em pacientes que utilizavam monoterapia com dapagliflozina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.epistemonikos.org/pt/documents/bf1cbbcd9d8335a81a3556d4635ef9e6196168b3]  Henry, R. R et al. Dapagliflozina, metformina XR, ou ambos: farmacoterapia inicial para o diabetes 2, um ensaio clínico randomizado tipo &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[dapagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5 mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850 mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Canagliflozina&amp;diff=11305</id>
		<title>Canagliflozina</title>
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				<updated>2016-06-20T12:21:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invokana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Canagliflozina]] é indicado em monoterapia ou terapia combinada como um adjuvante à dieta e ao exercício para melhorar o controle glicêmico em adultos com diabetes mellitus tipo 2. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diabetes tipo 2 é uma doença na qual o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar os níveis de glicose no sangue ou em que o organismo não é capaz de utilizar a insulina de forma eficaz. Isto causa níveis elevados de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR_-_Summary_for_the_public/human/002649/WC500156455.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os rins contribuem de maneira importante com o equilíbrio da glicose no sangue. Normalmente, a glicose filtrada pelos rins é reabsorvida de volta para a corrente sanguínea. O SGLT2 é um importante transportador responsável por essa reabsorção renal. O mecanismo de ação da [[canagliflozina]] inibe o SGLT2 e, como resultado, impede essa reabsorção de glicose, promovendo sua eliminação pela urina e reduzindo os níveis de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://abcfarma.org.br/midia/pacientes-brasileiros-terao-uma-nova-opcao-para-o-tratamento-do-diabetes-tipo-2.html ABCFARMA Pacientes brasileiros terão uma nova opção para o tratamento do diabetes tipo 2]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[canagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Empagliflozina&amp;diff=11304</id>
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				<updated>2016-06-20T12:20:06Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético (inibidor do co-transportador sódio-glicose tipo 2 - SGLT2)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jardiance&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Empagliflozina]] é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 reduzindo a reabsorção do açúcar dos rins para o sangue e desta forma, controla os níveis de açúcar no sangue, pois este é eliminado na urina. Além disso, a eliminação de glicose na urina desencadeia a perda de calorias, associada com a perda de gordura corporal e redução do peso. A eliminação de glicose na urina observada com a empagliflozina é acompanhada de aumento discreto do volume e frequência urinários, que pode contribuir para a redução sustentada e moderada da pressão sanguínea. A empagliflozina melhora os níveis de glicose plasmáticos tanto em jejum como após as refeições. O mecanismo de ação da empagliflozina é independente da insulina, o que contribui para um baixo risco de hipoglicemia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[empagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (liberação prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500mg e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Canagliflozina&amp;diff=11303</id>
		<title>Canagliflozina</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Canagliflozina&amp;diff=11303"/>
				<updated>2016-06-20T12:17:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invokana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Canagliflozina]] é indicado em monoterapia ou terapia combinada como um adjuvante à dieta e ao exercício para melhorar o controle glicêmico em adultos com diabetes mellitus tipo 2. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diabetes tipo 2 é uma doença na qual o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar os níveis de glicose no sangue ou em que o organismo não é capaz de utilizar a insulina de forma eficaz. Isto causa níveis elevados de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR_-_Summary_for_the_public/human/002649/WC500156455.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os rins contribuem de maneira importante com o equilíbrio da glicose no sangue. Normalmente, a glicose filtrada pelos rins é reabsorvida de volta para a corrente sanguínea. O SGLT2 é um importante transportador responsável por essa reabsorção renal. O mecanismo de ação da [[canagliflozina]] inibe o SGLT2 e, como resultado, impede essa reabsorção de glicose, promovendo sua eliminação pela urina e reduzindo os níveis de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://abcfarma.org.br/midia/pacientes-brasileiros-terao-uma-nova-opcao-para-o-tratamento-do-diabetes-tipo-2.html ABCFARMA Pacientes brasileiros terão uma nova opção para o tratamento do diabetes tipo 2]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata  o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[canagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Canagliflozina&amp;diff=11302</id>
		<title>Canagliflozina</title>
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				<updated>2016-06-20T12:14:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Invokana&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Canagliflozina]] é indicado em monoterapia ou terapia combinada como um adjuvante à dieta e ao exercício para melhorar o controle glicêmico em adultos com diabetes mellitus tipo 2&amp;lt;ref&amp;gt; [file:///C:/Users/costellaft/Downloads/291-invokana.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diabetes tipo 2 é uma doença na qual o pâncreas não produz insulina suficiente para controlar os níveis de glicose no sangue ou em que o organismo não é capaz de utilizar a insulina de forma eficaz. Isto causa níveis elevados de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.ema.europa.eu/docs/pt_PT/document_library/EPAR_-_Summary_for_the_public/human/002649/WC500156455.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os rins contribuem de maneira importante com o equilíbrio da glicose no sangue. Normalmente, a glicose filtrada pelos rins é reabsorvida de volta para a corrente sanguínea. O SGLT2 é um importante transportador responsável por essa reabsorção renal. O mecanismo de ação da [[canagliflozina]] inibe o SGLT2 e, como resultado, impede essa reabsorção de glicose, promovendo sua eliminação pela urina e reduzindo os níveis de glicose no sangue&amp;lt;ref&amp;gt; [http://abcfarma.org.br/midia/pacientes-brasileiros-terao-uma-nova-opcao-para-o-tratamento-do-diabetes-tipo-2.html ABCFARMA Pacientes brasileiros terão uma nova opção para o tratamento do diabetes tipo 2]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata  o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[canagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Empagliflozina&amp;diff=11301</id>
		<title>Empagliflozina</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético (inibidor do co-transportador sódio-glicose tipo 2 - SGLT2)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jardiance&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Empagliflozina]] é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 reduzindo a reabsorção do açúcar dos rins para o sangue e desta forma, controla os níveis de açúcar no sangue, pois este é eliminado na urina. Além disso, a eliminação de glicose na urina desencadeia a perda de calorias, associada com a perda de gordura corporal e redução do peso. A eliminação de glicose na urina observada com a empagliflozina é acompanhada de aumento discreto do volume e frequência urinários, que pode contribuir para a redução sustentada e moderada da pressão sanguínea. A empagliflozina melhora os níveis de glicose plasmáticos tanto em jejum como após as refeições. O mecanismo de ação da empagliflozina é independente da insulina, o que contribui para um baixo risco de hipoglicemia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata  o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[empagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (liberação prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500mg e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Dapagliflozina&amp;diff=11300</id>
		<title>Dapagliflozina</title>
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				<updated>2016-06-20T12:12:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forxiga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dapagliflozina]] é um medicamento que bloqueia o cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2), uma proteína responsável pela reabsorção da glicose (açúcar) no rim, levando à eliminação do excesso de glicose na urina, melhorando o controle do diabetes mellitus tipo 2  &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É indicada junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Também está indicado quando a terapia existente (com metformina, tiazolidinedionas, sulfonilureias ou insulina) juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bristol-Myers Squibb Company (NYSE: BMY) e a AstraZeneca (NYSE: AZN) anunciaram resultados de um estudo clínico investigacional, de longo prazo(104 semanas), Fase 3, que mostrou que dapagliflozina, combinado com metformina, oferece reduções sustentáveis nos níveis de glicose sanguínea (níveis de hemoglobina glicada ou HbA1c) desde a Semana 52 até a Semana 104 do estudo, em pacientes adultos com DM2, se comparado com glipizida (um tratamento comum com sulfonilureia) combinada com metformina. Os sinais, sintomas e outros relatos que sugeriram infecções genitais ou do trato urinário foram mais comuns entre os pacientes recebendo dapagliflozina e metformina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anad.org.br/images/upload/Revista/23Revistas_URL.pdf] Composto Investigacional de Dapagliflozina Adicionado à Metformina Oferece Reduções Sustentáveis nos Níveis de Glicose Sanguínea em Adultos com DM2 em Dois Anos de Estudo. Diabetes Clinica - Revista Multidisciplinar do Diabetes, Obesidade e das Patologias Associadas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também foram realizados dois estudos randomizados, duplo-cego, de três braços estudos de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento para comparar dapagliflozina e metformina, dapagliflozina sozinho e metformina.  Em ambos os ensaios, a terapia de combinação levou a reduções significativamente maiores de HbA1c e redução de peso,  em comparação com monoterapia. Dapagliflozina 10mg não foi inferior à metformina na redução da HbA1c. Eventos sugestivos de infecção genital foram mais evidentes em pacientes que utilizavam monoterapia com dapagliflozina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.epistemonikos.org/pt/documents/bf1cbbcd9d8335a81a3556d4635ef9e6196168b3]  Henry, R. R et al. Dapagliflozina, metformina XR, ou ambos: farmacoterapia inicial para o diabetes 2, um ensaio clínico randomizado tipo &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata  o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possível diminuição da densidade óssea &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[dapagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5 mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850 mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Dapagliflozina&amp;diff=11299</id>
		<title>Dapagliflozina</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Dapagliflozina&amp;diff=11299"/>
				<updated>2016-06-20T12:12:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Forxiga&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Dapagliflozina]] é um medicamento que bloqueia o cotransportador sódio-glicose 2 (SGLT2), uma proteína responsável pela reabsorção da glicose (açúcar) no rim, levando à eliminação do excesso de glicose na urina, melhorando o controle do diabetes mellitus tipo 2  &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É indicada junto à dieta e à prática de exercícios para melhorar o controle glicêmico (controle dos níveis de açúcar no sangue) em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Também está indicado quando a terapia existente (com metformina, tiazolidinedionas, sulfonilureias ou insulina) juntamente com dieta e exercícios não proporciona controle glicêmico adequado &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anvisa.gov.br/datavisa/fila_bula/frmVisualizarBula.asp?pNuTransacao=96912014&amp;amp;pIdAnexo=1929667] Bula do medicamento&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Bristol-Myers Squibb Company (NYSE: BMY) e a AstraZeneca (NYSE: AZN) anunciaram resultados de um estudo clínico investigacional, de longo prazo(104 semanas), Fase 3, que mostrou que dapagliflozina, combinado com metformina, oferece reduções sustentáveis nos níveis de glicose sanguínea (níveis de hemoglobina glicada ou HbA1c) desde a Semana 52 até a Semana 104 do estudo, em pacientes adultos com DM2, se comparado com glipizida (um tratamento comum com sulfonilureia) combinada com metformina. Os sinais, sintomas e outros relatos que sugeriram infecções genitais ou do trato urinário foram mais comuns entre os pacientes recebendo dapagliflozina e metformina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.anad.org.br/images/upload/Revista/23Revistas_URL.pdf] Composto Investigacional de Dapagliflozina Adicionado à Metformina Oferece Reduções Sustentáveis nos Níveis de Glicose Sanguínea em Adultos com DM2 em Dois Anos de Estudo. Diabetes Clinica - Revista Multidisciplinar do Diabetes, Obesidade e das Patologias Associadas&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também foram realizados dois estudos randomizados, duplo-cego, de três braços estudos de 24 semanas em pacientes virgens de tratamento para comparar dapagliflozina e metformina, dapagliflozina sozinho e metformina.  Em ambos os ensaios, a terapia de combinação levou a reduções significativamente maiores de HbA1c e redução de peso,  em comparação com monoterapia. Dapagliflozina 10mg não foi inferior à metformina na redução da HbA1c. Eventos sugestivos de infecção genital foram mais evidentes em pacientes que utilizavam monoterapia com dapagliflozina &amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.epistemonikos.org/pt/documents/bf1cbbcd9d8335a81a3556d4635ef9e6196168b3]  Henry, R. R et al. Dapagliflozina, metformina XR, ou ambos: farmacoterapia inicial para o diabetes 2, um ensaio clínico randomizado tipo &amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata  o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possóvel diminuição da densidade óssea &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[dapagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5 mg, [[gliclazida]] 30mg (Lib. Prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500 e 850 mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Empagliflozina&amp;diff=11298</id>
		<title>Empagliflozina</title>
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				<updated>2016-06-20T12:10:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Principais informações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Classe terapêutica==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antidiabético (inibidor do co-transportador sódio-glicose tipo 2 - SGLT2)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nomes comerciais==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jardiance&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Principais informações==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Empagliflozina]] é indicado para o tratamento do diabetes mellitus tipo 2 (DM2) para melhorar o controle glicêmico em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizado como monoterapia ou em associação com metformina, tiazolidinedionas, metformina mais sulfonilureia, ou insulina com ou sem metformina com ou sem sulfonilureia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 reduzindo a reabsorção do açúcar dos rins para o sangue e desta forma, controla os níveis de açúcar no sangue, pois este é eliminado na urina. Além disso, a eliminação de glicose na urina desencadeia a perda de calorias, associada com a perda de gordura corporal e redução do peso. A eliminação de glicose na urina observada com a empagliflozina é acompanhada de aumento discreto do volume e frequência urinários, que pode contribuir para a redução sustentada e moderada da pressão sanguínea. A empagliflozina melhora os níveis de glicose plasmáticos tanto em jejum como após as refeições. O mecanismo de ação da empagliflozina é independente da insulina, o que contribui para um baixo risco de hipoglicemia&amp;lt;ref&amp;gt; [http://www.boehringer-ingelheim.com.br/content/dam/internet/opu/br_PT/documents/JARDIANCE_BULA_PACIENTE.pdf Bula do medicamento]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Alertas Sanitários'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Foods en Drugs Administration(FDA) emitiu dois alertas sanitários para a classe do inibidores da enzima SGLT2 ( [[Dapagliflozina]], [[Canagliflozina]] e [[Empagliflozina]]. O primeiro alerta de Maio/2015 relata  o risco aumentado de desenvolvimento de cetoacidose, uma séria condição que eleva a quantidade de corpos cetônicos no sangue, provocando sintomas como náuseas, vômitos, dores abdominais, cansaço e falta de ar,&amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Cetoacidose http://www.fda.gov/Drugs/DrugSafety/ucm475463.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;. Em Setembro do mesmo ano foi divulgado novo alerta, agora sobre o aumento no risco de fraturas ósseas causadas pela possóvel diminuição da densidade óssea &amp;lt;ref&amp;gt; Alerta Sanitário FDA Risco de Fraturas Ósseas http://www.fda.gov/safety/medwatch/safetyinformation/safetyalertsforhumanmedicalproducts/ucm461876.htm &amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Informações sobre o medicamento/alternativas==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fármaco [[empagliflozina]] não está padronizado em nenhum dos programas do Ministério da Saúde, o qual é responsável pela seleção e definição dos medicamentos a serem fornecidos pelos referidos programas. Ainda, compete a esse órgão elaborar os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para tratamento da patologia que acomete o paciente. Sendo assim, cumpre ser informado que o medicamento referido, por não estar padronizado, não é fornecido pelo Estado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, as Unidades Locais de Saúde (postos de saúde) disponibilizam os antidiabéticos orais [[glibenclamida]] 5mg, [[gliclazida]] 30mg (liberação prolongada) e 80mg e [[Metformina, cloridrato|metformina]] 500mg e 850mg, pois são integrantes da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (RENAME) 2014. A aquisição e distribuição destes medicamentos é responsabilidade dos municípios, os quais recebem recursos financeiros das três esferas em gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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