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		<title>InfoSUS - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<updated>2026-06-22T02:03:21Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Eletroconvulsoterapia&amp;diff=74030</id>
		<title>Eletroconvulsoterapia</title>
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				<updated>2026-05-25T18:40:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A eletroconvulsoterapia (ECT) é o tratamento somático mais antigo dentre os ainda utilizados na prática psiquiátrica atual e também o mais controverso. A ECT se popularizou nos meados do século XX, entre as décadas de 40 e 60. No entanto, já entre os anos 60 e 80, o uso da ECT encontrou resistência, deixando de ser uma opção terapêutica para muitos psiquiatras e serviços de psiquiatria, que viam o método como sinônimo de uma prática psiquiátrica manicomial ou como mecanismo punitivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mecanismo de ação da ECT ainda não é totalmente esclarecido. Até a atualidade, inúmeros avanços técnicos e científicos foram incorporados ao procedimento da ECT, como o uso da anestesia, dos bloqueadores neuromusculares, aplicações unilaterais e medicações coadjuvantes, que aumentam o conforto e o bem estar do paciente. &amp;lt;ref name=&amp;quot;ECT&amp;quot;&amp;gt;[https://diretrizes.amb.org.br/psiquiatria/eletroconvulsoterapia-2/ Eletroconvulsoterapia. Projeto Diretrizes, AMB (2016)]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Por que é feita==&lt;br /&gt;
A ECT pode proporcionar melhorias rápidas e significativas nos sintomas graves de algumas condições de saúde mental, como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Depressão grave''' (uni ou bipolar), particularmente quando acompanhada de desapego da realidade (psicose), desejo de cometer suicídio ou recusa de comer.&lt;br /&gt;
*'''Esquizofrenia refratária''', que não melhora com medicamentos ou outros tratamentos.&lt;br /&gt;
* '''Quadros esquizoafetivos'''.&lt;br /&gt;
*'''Mania'''.&lt;br /&gt;
*'''Doença de Parkinson'''.&lt;br /&gt;
*'''Síndrome Neuroléptica Maligna'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Situações clínicas especiais como pacientes idosos, portadores de comorbidades, crianças e pacientes grávidas, muitas vezes têm na ECT a sua única oportunidade de tratamento 18,19 (D). A refratariedade ou a presença de eventos adversos decorrentes dos psicofármacos constituem-se em fortes argumentos para a indicação da ECT.&amp;lt;ref name=&amp;quot;ECT&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Riscos/Contraindicações==&lt;br /&gt;
Embora a ECT seja geralmente segura, os riscos e efeitos colaterais podem incluir:&lt;br /&gt;
*'''Alterações somáticas''', como dor de cabeça, náusea e vômitos, mas também são observadas arritmias cardíacas.&lt;br /&gt;
*'''Alterações cognitivas''', como confusão e ''delirium''. A diminuição da memória anterógrada também é um evento adverso de curto prazo, que tende a melhorar depois de alguns dias ou poucas semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O efeito colateral em longo prazo da ECT mais frequente e que pode ter mais longa duração é a amnésia retrógrada, inclusive com relatos de pacientes com lapsos mnêmicos de eventos passados que não remitiram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ECT não possui contraindicações absolutas e seu risco não é maior que o de uma anestesia geral. Um médico especialista deve ser consultado para que o risco da ECT seja minimizado em alguns casos como: arritmias, hipertensão arterial severa, insuficiência cardíaca congestiva, grandes aneurismas, diabete insulino-dependente, tumores cerebrais, traumatismo crânio encefálico, acidente vascular cerebral, epilepsia, malformações cerebrovasculares e glaucoma de angulo fechado.&amp;lt;ref name=&amp;quot;ECT&amp;quot;/&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==ECT funciona?==&lt;br /&gt;
A eficácia da ECT no tratamento de doenças mentais graves é reconhecida pela Associação Americana de Psiquiatria, pela Associação Médica Americana, pelo Instituto Nacional de Saúde Mental e por organizações semelhantes no Canadá, na Grã-Bretanha e em muitos outros países.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora a ECT possa ser muito eficaz para muitos indivíduos com doença mental grave, não é uma cura. Para evitar o retorno da doença, a maioria das pessoas tratadas com ECT precisa continuar com algum tipo de tratamento de manutenção. Isso normalmente significa psicoterapia e / ou medicação ou, em algumas circunstâncias, tratamentos contínuos de ECT.&amp;lt;ref name=&amp;quot;PSY&amp;quot;&amp;gt;[https://www.psychiatry.org/patients-families/ect What is Electroconvulsive therapy (ECT)?].&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje em dia, no Brasil, o Conselho Federal de Medicina tolera a eletroconvulsoterapia, como tratamento eletivo, porém apenas dentro de técnicas modernas, com anestesia e sedação prévias, com todos os controles necessários e exigidos pela Resolução CFM 1640/02 e consentimento livre informado assinado pelo paciente, ou por responsável legal, em caso de incapacidade de compreensão e deliberação.&amp;lt;ref name=&amp;quot;CFM&amp;quot;&amp;gt;[http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2002/1640_2002.htm RESOLUÇÃO CFM Nº 1.640/2002].&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Quantas sessões são necessárias?==&lt;br /&gt;
A resposta clínica é o principal referencial para a decisão dos  números de sessões.  &lt;br /&gt;
A experiência clínica sugere uma variação de 6 a 12 sessões,  mas esses números devem servir apenas como referenciais gerais. &lt;br /&gt;
Além da  resposta clínica, os efeitos colaterais cognitivos, por serem cumulativos, também  ajudarão na decisão de interromper o tratamento. Quando estes são muito intensos, isso pode sugerir que se atingiu um limite. &lt;br /&gt;
A prática de continuar  o tratamento após a remissão (por exemplo, duas sessões a mais) não parece ter &lt;br /&gt;
fundamentação científica.&lt;br /&gt;
A associação Médica Brasileira (AMB) recomenda que a resposta clínica e  os efeitos colaterais cognitivos deverão guiar a decisão de continuar o tratamento  ou suspendê-lo. Em caso de remissão ou platô de resposta (melhora parcial mantida por uma semana) ou quando haja prejuízo cognitivo óbvio (amnésia grave ou estado confusional) o tratamento deverá ser interrompido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Que profissionais devem aplicar a ECT?==&lt;br /&gt;
A ECT é um ato médico e a equipe para sua realização deve contar com a  participação de um psiquiatra, um anestesista e ao menos duas enfermeiras. Pareceres de outras especialidades médicas podem ser necessários de acordo com cada caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==ECT no SUS==&lt;br /&gt;
A ECT não tem protocolos clínicos e nem diretrizes terapêuticas aprovadas no âmbito do SUS. Não consta na relação de medicamentos instituída pelo Ministério da Saúde, que é o gestor federal. Tampouco consta na lista oficial de ações e procedimentos de saúde, a RENASES.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
A incorporação tem um rito legal, devendo as provas científicas comporem processo na Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (CONITEC). O Decreto 7.646, de 21 de dezembro de 2011, dispõe sobre a CONITEC e sobre o processo administrativo para incorporação, exclusão e alteração de tecnologias em saúde pelo Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências. Os interessados em sua incorporação poderão montar processo apresentando à CONITEC novas evidências científicas, caso venham a existir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Procedimento Eletivo ou de Urgência/Emergência?==&lt;br /&gt;
'''Não há urgência neste tipo de tratamento.'''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em nenhum livro de Psiquiatria ou de Medicina de Pronto Socorro há referência às indicações de eltroconvulsoterapia como um procedimento de urgência ou de emergência. Nenhum Pronto-Socorro do mundo tem aparelhagem para fazer eletroconvulsoterapia, e sua indicação é sempre eletiva (não obrigatória, opcional, alternativa), em qualquer país do mundo, hoje.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73945</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
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				<updated>2026-05-22T14:23:27Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes '''hospitais''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambulatório oferece atendimento especializado a pacientes com doenças hematológicas, aos doadores e aqueles que necessitam de transfusão de sangue e hemocomponentes. Além disso, atendemos também à população com coagulopatias hereditárias, doenças falciforme e outras hemoglobinopatias, garantindo o acesso contínuo e sem restrições ao serviço de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ambulatórios:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Florianópolis;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Blumenau;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joaçaba;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Criciúma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joinville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REGULAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regulação da fila de espera para hemotransfusão em Santa Catarina é estruturada para garantir a segurança transfusional e a agilidade no acesso a hemocomponentes, sendo o HEMOSC (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina) o órgão central responsável por 98% da coleta, processamento, estocagem e distribuição de sangue no estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Solicitação e Prioridade: A solicitação é feita por médicos através de fichas específicas (com amostra de sangue do paciente). A regulação prioriza casos de urgência/emergência e utiliza protocolos de uso racional de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gestão de Estoque: Em situações de alta demanda ou baixa nos estoques, o HEMOSC monitora e coordena a distribuição para garantir o atendimento, incluindo a realização de exames especiais em casos de refratariedade à transfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Transparência e Filas de Espera: A Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) disponibiliza um portal para consulta da fila de espera do SUS, onde procedimentos, incluindo os relacionados a hematologia, podem ser monitorados, em conformidade com a Lei Estadual 17.066/2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Novas Tecnologias: O estado tem investido no programa &amp;quot;Sangue Total&amp;quot; para agilizar transfusões em situações de emergência pré-hospitalar (como traumas), permitindo a transfusão no local da ocorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TABELA SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.01.001-1 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.002-0 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO (C/ PROCESSADORA AUTOMATICA);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.003-8 - TRIAGEM CLINICA DE DOADOR (A) DE SANGUE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.001-7 - AFERESE TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.002-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR IX DA COAGULAÇÃO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.003-3 - APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.004-1 - SANGRIA TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.005-0 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.006-8 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.007-6 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.008-4 - TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.009-2 - TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.010-6 - TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.011-4 - TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.012-2 - TRANSFUSAO DE SANGUE / COMPONENTES IRRADIADOS;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.013-0 - TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO / TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.014-9 - TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.015-7 - TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.016-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR VIII PARA DOENÇA DE VON WILLEBRAND;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.017-3 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR DE VII ATIVADO RECOMBINANTE;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.018-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR XIII DA COAGULAÇÃO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.019-0 - APLICAÇÃO DO COMPLEXO PROTROMBÍNICO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.020-3 - APLICAÇÃO DE COMPLEXO PROTROMBÍNICO PARCIALMENTE ATIVADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.021-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR I - FIBRINOGÊNIO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05.01.01.001-7 - COLETA DE SANGUE EM HEMOCENTRO P/ EXAMES DE HISTOCOMPATIBILIDADE (CADASTRO DE DOADOR NO REDOME).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REFERENCIAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA TÉCNICA Nº 26/2025-CGSH/DAET/SAES/MS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.hemosc.org.br/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73944</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
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				<updated>2026-05-22T14:22:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* REFERENCIAS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes hospitais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambulatório oferece atendimento especializado a pacientes com doenças hematológicas, aos doadores e aqueles que necessitam de transfusão de sangue e hemocomponentes. Além disso, atendemos também à população com coagulopatias hereditárias, doenças falciforme e outras hemoglobinopatias, garantindo o acesso contínuo e sem restrições ao serviço de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ambulatórios:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Florianópolis;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Blumenau;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joaçaba;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Criciúma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joinville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REGULAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regulação da fila de espera para hemotransfusão em Santa Catarina é estruturada para garantir a segurança transfusional e a agilidade no acesso a hemocomponentes, sendo o HEMOSC (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina) o órgão central responsável por 98% da coleta, processamento, estocagem e distribuição de sangue no estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Solicitação e Prioridade: A solicitação é feita por médicos através de fichas específicas (com amostra de sangue do paciente). A regulação prioriza casos de urgência/emergência e utiliza protocolos de uso racional de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gestão de Estoque: Em situações de alta demanda ou baixa nos estoques, o HEMOSC monitora e coordena a distribuição para garantir o atendimento, incluindo a realização de exames especiais em casos de refratariedade à transfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Transparência e Filas de Espera: A Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) disponibiliza um portal para consulta da fila de espera do SUS, onde procedimentos, incluindo os relacionados a hematologia, podem ser monitorados, em conformidade com a Lei Estadual 17.066/2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Novas Tecnologias: O estado tem investido no programa &amp;quot;Sangue Total&amp;quot; para agilizar transfusões em situações de emergência pré-hospitalar (como traumas), permitindo a transfusão no local da ocorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TABELA SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.01.001-1 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.002-0 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO (C/ PROCESSADORA AUTOMATICA);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.003-8 - TRIAGEM CLINICA DE DOADOR (A) DE SANGUE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.001-7 - AFERESE TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.002-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR IX DA COAGULAÇÃO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.003-3 - APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.004-1 - SANGRIA TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.005-0 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.006-8 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.007-6 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.008-4 - TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.009-2 - TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.010-6 - TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.011-4 - TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.012-2 - TRANSFUSAO DE SANGUE / COMPONENTES IRRADIADOS;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.013-0 - TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO / TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.014-9 - TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.015-7 - TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.016-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR VIII PARA DOENÇA DE VON WILLEBRAND;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.017-3 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR DE VII ATIVADO RECOMBINANTE;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.018-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR XIII DA COAGULAÇÃO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.019-0 - APLICAÇÃO DO COMPLEXO PROTROMBÍNICO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.020-3 - APLICAÇÃO DE COMPLEXO PROTROMBÍNICO PARCIALMENTE ATIVADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.021-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR I - FIBRINOGÊNIO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05.01.01.001-7 - COLETA DE SANGUE EM HEMOCENTRO P/ EXAMES DE HISTOCOMPATIBILIDADE (CADASTRO DE DOADOR NO REDOME).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REFERENCIAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA TÉCNICA Nº 26/2025-CGSH/DAET/SAES/MS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.hemosc.org.br/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73943</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73943"/>
				<updated>2026-05-22T14:21:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* TABELA SIGTAP */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes hospitais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambulatório oferece atendimento especializado a pacientes com doenças hematológicas, aos doadores e aqueles que necessitam de transfusão de sangue e hemocomponentes. Além disso, atendemos também à população com coagulopatias hereditárias, doenças falciforme e outras hemoglobinopatias, garantindo o acesso contínuo e sem restrições ao serviço de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ambulatórios:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Florianópolis;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Blumenau;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joaçaba;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Criciúma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joinville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REGULAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regulação da fila de espera para hemotransfusão em Santa Catarina é estruturada para garantir a segurança transfusional e a agilidade no acesso a hemocomponentes, sendo o HEMOSC (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina) o órgão central responsável por 98% da coleta, processamento, estocagem e distribuição de sangue no estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Solicitação e Prioridade: A solicitação é feita por médicos através de fichas específicas (com amostra de sangue do paciente). A regulação prioriza casos de urgência/emergência e utiliza protocolos de uso racional de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gestão de Estoque: Em situações de alta demanda ou baixa nos estoques, o HEMOSC monitora e coordena a distribuição para garantir o atendimento, incluindo a realização de exames especiais em casos de refratariedade à transfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Transparência e Filas de Espera: A Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) disponibiliza um portal para consulta da fila de espera do SUS, onde procedimentos, incluindo os relacionados a hematologia, podem ser monitorados, em conformidade com a Lei Estadual 17.066/2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Novas Tecnologias: O estado tem investido no programa &amp;quot;Sangue Total&amp;quot; para agilizar transfusões em situações de emergência pré-hospitalar (como traumas), permitindo a transfusão no local da ocorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TABELA SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.01.001-1 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.002-0 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO (C/ PROCESSADORA AUTOMATICA);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.003-8 - TRIAGEM CLINICA DE DOADOR (A) DE SANGUE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.001-7 - AFERESE TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.002-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR IX DA COAGULAÇÃO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.003-3 - APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.004-1 - SANGRIA TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.005-0 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.006-8 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.007-6 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.008-4 - TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.009-2 - TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.010-6 - TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.011-4 - TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.012-2 - TRANSFUSAO DE SANGUE / COMPONENTES IRRADIADOS;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.013-0 - TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO / TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.014-9 - TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.015-7 - TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.016-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR VIII PARA DOENÇA DE VON WILLEBRAND;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.017-3 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR DE VII ATIVADO RECOMBINANTE;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.018-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR XIII DA COAGULAÇÃO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.019-0 - APLICAÇÃO DO COMPLEXO PROTROMBÍNICO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.020-3 - APLICAÇÃO DE COMPLEXO PROTROMBÍNICO PARCIALMENTE ATIVADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.021-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR I - FIBRINOGÊNIO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05.01.01.001-7 - COLETA DE SANGUE EM HEMOCENTRO P/ EXAMES DE HISTOCOMPATIBILIDADE (CADASTRO DE DOADOR NO REDOME).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REFERENCIAS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOTA TÉCNICA Nº 26/2025-CGSH/DAET/SAES/MS&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73942</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73942"/>
				<updated>2026-05-22T14:19:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* REGULAÇÃO */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes hospitais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambulatório oferece atendimento especializado a pacientes com doenças hematológicas, aos doadores e aqueles que necessitam de transfusão de sangue e hemocomponentes. Além disso, atendemos também à população com coagulopatias hereditárias, doenças falciforme e outras hemoglobinopatias, garantindo o acesso contínuo e sem restrições ao serviço de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ambulatórios:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Florianópolis;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Blumenau;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joaçaba;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Criciúma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joinville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REGULAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regulação da fila de espera para hemotransfusão em Santa Catarina é estruturada para garantir a segurança transfusional e a agilidade no acesso a hemocomponentes, sendo o HEMOSC (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina) o órgão central responsável por 98% da coleta, processamento, estocagem e distribuição de sangue no estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Solicitação e Prioridade: A solicitação é feita por médicos através de fichas específicas (com amostra de sangue do paciente). A regulação prioriza casos de urgência/emergência e utiliza protocolos de uso racional de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gestão de Estoque: Em situações de alta demanda ou baixa nos estoques, o HEMOSC monitora e coordena a distribuição para garantir o atendimento, incluindo a realização de exames especiais em casos de refratariedade à transfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Transparência e Filas de Espera: A Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) disponibiliza um portal para consulta da fila de espera do SUS, onde procedimentos, incluindo os relacionados a hematologia, podem ser monitorados, em conformidade com a Lei Estadual 17.066/2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Novas Tecnologias: O estado tem investido no programa &amp;quot;Sangue Total&amp;quot; para agilizar transfusões em situações de emergência pré-hospitalar (como traumas), permitindo a transfusão no local da ocorrência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== TABELA SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.01.001-1 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.002-0 - COLETA DE SANGUE P/ TRANSFUSAO (C/ PROCESSADORA AUTOMATICA);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.01.003-8 - TRIAGEM CLINICA DE DOADOR (A) DE SANGUE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.001-7 - AFERESE TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.002-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR IX DA COAGULAÇÃO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.003-3 - APLICACAO DE FATOR VIII DE COAGULACAO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.004-1 - SANGRIA TERAPEUTICA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.005-0 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE GRANULOCITOS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.006-8 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE HEMACIAS;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.007-6 - TRANSFUSAO DE CONCENTRADO DE PLAQUETAS;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.008-4 - TRANSFUSAO DE CRIOPRECIPITADO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.009-2 - TRANSFUSAO DE PLAQUETAS POR AFERESE;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.010-6 - TRANSFUSAO DE PLASMA FRESCO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.011-4 - TRANSFUSAO DE PLASMA ISENTO DE CRIOPRECIPITADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.012-2 - TRANSFUSAO DE SANGUE / COMPONENTES IRRADIADOS;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.013-0 - TRANSFUSAO DE SUBSTITUICAO / TROCA (EXSANGUINEOTRANSFUSÃO);&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.014-9 - TRANSFUSAO DE UNIDADE DE SANGUE TOTAL;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.015-7 - TRANSFUSAO FETAL INTRA-UTERINA;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.016-5 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR VIII PARA DOENÇA DE VON WILLEBRAND;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.017-3 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR DE VII ATIVADO RECOMBINANTE;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.018-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DO FATOR XIII DA COAGULAÇÃO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.019-0 - APLICAÇÃO DO COMPLEXO PROTROMBÍNICO;	&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.06.02.020-3 - APLICAÇÃO DE COMPLEXO PROTROMBÍNICO PARCIALMENTE ATIVADO;&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
03.06.02.021-1 - APLICAÇÃO DE CONCENTRADO DE FATOR I - FIBRINOGÊNIO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
05.01.01.001-7 - COLETA DE SANGUE EM HEMOCENTRO P/ EXAMES DE HISTOCOMPATIBILIDADE (CADASTRO DE DOADOR NO REDOME).&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73941</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73941"/>
				<updated>2026-05-22T14:07:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes hospitais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambulatório oferece atendimento especializado a pacientes com doenças hematológicas, aos doadores e aqueles que necessitam de transfusão de sangue e hemocomponentes. Além disso, atendemos também à população com coagulopatias hereditárias, doenças falciforme e outras hemoglobinopatias, garantindo o acesso contínuo e sem restrições ao serviço de saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Ambulatórios:''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Florianópolis;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Blumenau;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joaçaba;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Criciúma;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ambulatório HEMOSC Joinville.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== REGULAÇÃO ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A regulação da fila de espera para hemotransfusão em Santa Catarina é estruturada para garantir a segurança transfusional e a agilidade no acesso a hemocomponentes, sendo o HEMOSC (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Santa Catarina) o órgão central responsável por 98% da coleta, processamento, estocagem e distribuição de sangue no estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Solicitação e Prioridade: A solicitação é feita por médicos através de fichas específicas (com amostra de sangue do paciente). A regulação prioriza casos de urgência/emergência e utiliza protocolos de uso racional de sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gestão de Estoque: Em situações de alta demanda ou baixa nos estoques, o HEMOSC monitora e coordena a distribuição para garantir o atendimento, incluindo a realização de exames especiais em casos de refratariedade à transfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Transparência e Filas de Espera: A Secretaria de Estado da Saúde (SES/SC) disponibiliza um portal para consulta da fila de espera do SUS, onde procedimentos, incluindo os relacionados a hematologia, podem ser monitorados, em conformidade com a Lei Estadual 17.066/2017.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Novas Tecnologias: O estado tem investido no programa &amp;quot;Sangue Total&amp;quot; para agilizar transfusões em situações de emergência pré-hospitalar (como traumas), permitindo a transfusão no local da ocorrência.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73940</id>
		<title>Hemotranfusão e Hemoterapia</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Hemotranfus%C3%A3o_e_Hemoterapia&amp;diff=73940"/>
				<updated>2026-05-22T14:03:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com 'A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;A doação de sangue no Brasil passou por profundas e importantes mudanças, em especial na década de 1980, quando o contexto histórico do sangue como terapia transfusional foi marcado pela remuneração da doação, envolvendo sentimentos de troca, e não a solidariedade e o voluntariado como motivador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o surgimento da pandemia de HIV/Aids, veio a idenficação e caracterização da possibilidade de transmissão da doença por transfusão sanguínea. Com isso, surgiu um maior entendimento sobre os risco associados à avidade da hemoterapia brasileira, inclusive o comércio de sangue, o que levou à inclusão do § 4o ao argo 199 da Constuição Federal, promulgada em 1988, proibindo toda e qualquer forma de comercialização do sangue ou de seus derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2001, foi publicada a chamada Lei do Sangue, a Lei 10.205/2001 (BRASIL, 2001), que regulamenta o parágrafo 4o da Constuição Federal, relavo às avidades em hemoterapia e ao ordenamento instucional da Políca Nacional de Sangue, Componentes e Derivados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso exclusivo da doação não remunerada de sangue aparece também como princípio da Políca:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. A Polícia Nacional de Sangue, Componentes e Hemoderivados rege-se pelos seguintes princípios e diretrizes: (...) II – utilização exclusiva da doação voluntária, não remunerada, do sangue, cabendo ao poder público esmulá-la como ato relevante de solidariedade humana e compromisso social; III – proibição de remuneração ao doador pela doação de sangue; (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Portaria de Consolidação no. 5/2017, Anexo IV, (BRASIL, 2017), que redefine o regulamento técnico dos procedimentos hemoterápicos, consta, sobre a doação de sangue: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. A doação de sangue deve ser voluntária, anônima e altruista, não devendo o doador, de forma direta ou indireta, receber qualquer remuneração ou benefício em virtude da sua realização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Portanto, ressalta-se que a doação de sangue no Brasil é voluntária, anônima, altruísta e não remunerada, não devendo o doador ser remunerado ou beneficiado direta ou indiretamente por sua doação'''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, convém destacar que, conforme parágrafo único do art 2o da Lei no 10.205/2001, “não se considera como comercialização a cobrança de valores referentes a insumos, materiais, exames sorológicos, imuno-hematológicos e demais exames laboratoriais definidos pela legislação competente, realizados para a seleção do sangue, componentes ou derivados, bem como honorários por serviços médicos prestados na assistência aos pacientes e aos doadores&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== HEMOSC ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é um órgão público da Secretária Estadual de Saúde gerido pela Organização Social FAHECE, por meio de contrato de gestão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O HEMOSC é o Hemocentro de Santa Catarina, responsável por todas as ações de captação de doação voluntária de sangue e medula óssea, tem a atribuição de garantir a qualidade e controle da coleta, qualificação do doador, produção e controle de qualidade de hemocomponentes, estocagem e distribuição desses para os serviços públicos e privados, fazendo a gestão estadual do estoque de sangue. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É responsável por desenvolver no estado os programas de coagulopatias e hemoglobinopatias do Ministério da Saúde sendo referência para pacientes com doenças hematológicas fazendo transfusões, sangrias, aplicação de medicamentos, fornecimento de hemoderivados, além de outros procedimentos realizados ambulatorialmente por equipe multiprofissional. Possui laboratórios altamente especializados que executam diversos exames, em alguns casos, sendo os únicos a executá-los pelo Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, dando suporte aos transplantes e viabilizando a realização de terapia celular. Promove diversas capacitações e incentiva o conhecimento científico e tecnológico das suas áreas de atuação. Tem compromisso com a qualidade em todos os seus processos, com o objetivo de oferecer segurança para todos os seus usuários e partes interessadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== AGÊNCIAS TRANSFUSIONAIS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agências Transfusionais são unidades hemoterápicas que armazenam sangue e seus derivados, realizam exames pré-transfusionais (como testes de compatibilidade), assim como o transporte dos componentes sanguíneos para as transfusões nos setores do Complexo Hospitalar (no caso das Agências do HEMOSC). Em Santa Catarina, existem 8 ATs vinculadas ao HEMOSC. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Elas estão nos seguintes hospitais:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional de São José - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Governador Celso Ramos - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Florianópolis - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Infantil Joana de Gusmão - Hemocentro Coordenador (Florianópolis);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional do Oeste - Hemocentro Regional de Chapecó;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Regional Hans Dieter Schmidt - Hemocentro Regional de Joinville;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital e Maternidade Tereza Ramos - Hemocentro Regional de Lages;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hospital Waldomiro Colautti - Hemocentro Regional de Blumenau.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== ASSISTÊNCIA AMBULATORIAL ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Terap%C3%AAuticos&amp;diff=73939</id>
		<title>Procedimentos Médicos Terapêuticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Terap%C3%AAuticos&amp;diff=73939"/>
				<updated>2026-05-22T13:55:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- [[Ablação térmica por radiofrequência]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Albumina humana 20%]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ALFA-1 ANTITRIPSINA para tratamento de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Auxílios ópticos para Baixa Visão e Visão Subnormal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Capsulotomia Nd-YAG laser]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cateter com força de contato para ablação por radiofrequência e mapeamento eletroanatômico em pacientes adultos com arritmias cardíacas complexas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Bariátrica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Citorredução e Hipertermoquimioterapia (HIPEC) em Pseudomixoma Peritoneal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Citorredução e Hipertermoquimioterapia (HIPEC) em Mesotelima Perinoneal Maligno]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Fetal/Oclusão Traqueal Fetoscópica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Plástica no SUS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Fetal/Mielomeningocele]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Fetal/Ablação a Laser de Vasos Placentários]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Crosslinking corneano]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dispositivo de Assistência Ventricular Esquerda (DAVE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Distração Osteogênica Mandibular]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Estimulador da Medula Espinhal para o Tratamento de Dor Crônica]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Hemotranfusão e Hemoterapia]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante de anel intraestromal corneano - Anel de Ferrara]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante de Esfincter Urinário Artificial]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante de drenagem oftalmológico no tratamento do glaucoma primário de ângulo aberto leve a moderado]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante por Cateter de Bioprótese Valvar Aórtica (TAVI)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Infiltração de Substâncias em Cavidade Sinovial]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Iodoterapia de Baixas Doses (30MCI E 50MCI), em regime ambulatorial, para casos de Carcinoma Diferenciado da Tireóide]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Laqueadura Tubária]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Oxigenoterapia Domiciliar]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Eletroconvulsoterapia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Estimulação Cerebral Profunda Para Tratamento da Distonia Primária Generalizada e Distonia Cervical]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Estimulação Magnética Transcraniana]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Enucleação]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Evisceração]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exenteração]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Fertilização in vitro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Home Care]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lentes esclerais estéticas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Novos medicamentos antiangiogênicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Novos medicamentos intravítreos para tratamento de DMRI seca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Oxigenoterapia Hiperbárica]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Prostatectomia Radical Assistida por Robô]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Terapia por Pressão Subatmosférica (VAC) - Curativo a Vácuo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testagem Universal para Hepatite Viral C em Gestantes no Pré-natal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste quantitativo da atividade da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) para tratamento de pacientes com malária por Plasmodium vivax]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de Intestino Delgado e o Transplante Multivisceral]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ Transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH) alogênico  - ampliação da idade máxima para 75 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com queimaduras de pele]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tratamento Medicamentoso Hospitalar do Paciente com Covid-19]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19 - Controle da Dor, Sedação e Delirium]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19 - Assistência Hemodinâmica e Medicamentos Vasoativos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Trombectomia Mecânica para AVC Isquêmico]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Videoartroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Vitrectomia via pars plana (VVPP)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Processo Transexualizador no SUS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neuronavegador Eletromagnético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Aspirador Ultrassônico]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Plástica Mamária no SUS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Terapia Fotodinâmica para Tratamento de Câncer de Pele Não Melanoma do Tipo Carcinoma Basocelular Superficial e Nodular]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos,_exames_e_insumos_incorporados_-_2026&amp;diff=73938</id>
		<title>Procedimentos, exames e insumos incorporados - 2026</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos,_exames_e_insumos_incorporados_-_2026&amp;diff=73938"/>
				<updated>2026-05-22T13:43:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Segundo a CONITEC, de acordo com a Lei n° 12.401, de 28 de abril de 2011 e o Decreto n° 7.646, de 21 de dezembro de 2011 (art. nº 25), a partir da publicação da decisão de incorporar tecnologias em saúde, ou protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, as áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta ao SUS. Este prazo se faz necessário para os trâmites operacionais de negociação de preço, compra, distribuição e elaboração de protocolo clínico para orientação de uso racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-final/relatorio-de-recomendacao-no-1081-testes-de-elisa-para Relatório de recomendação procedimento Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) - ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)] - [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-2-de-8-de-janeiro-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 2, de 8 de janeiro de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-final/relatorio-de-recomendacao-no-1080-esfincter-urinario-artificial_secretaria Relatório de recomendação produto Esfíncter urinário artificial no tratamento da incontinência urinária grave pós-prostatectomia radical] - [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-102-de-8-de-janeiro-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 102, de 8 de janeiro de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-092-transplante-de-membrana-amniotica-pe-diabetico Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético] - [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-22-de-14-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 22, de 14 de abril de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-093-transplante-de-membrana-amniotica Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-20-de-14-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 20, de 14 de abril de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-095-tomografia-por-emissao-de-positrons-pet-ct Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para o diagnóstico do câncer de mama metastático (quando os exames de imagem convencionais apresentarem achados equívocos] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026 https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade ] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos,_exames_e_insumos_incorporados_-_2026&amp;diff=73937</id>
		<title>Procedimentos, exames e insumos incorporados - 2026</title>
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				<updated>2026-05-22T13:41:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Segundo a CONITEC, de acordo com a Lei n° 12.401, de 28 de abril de 2011 e o Decreto n° 7.646, de 21 de dezembro de 2011 (art. nº 25), a partir da publicação da decisão de incorporar tecnologias em saúde, ou protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, as áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta ao SUS. Este prazo se faz necessário para os trâmites operacionais de negociação de preço, compra, distribuição e elaboração de protocolo clínico para orientação de uso racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-final/relatorio-de-recomendacao-no-1081-testes-de-elisa-para Relatório de recomendação procedimento Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) - ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)] - [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-2-de-8-de-janeiro-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 2, de 8 de janeiro de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-final/relatorio-de-recomendacao-no-1080-esfincter-urinario-artificial_secretaria Relatório de recomendação produto Esfíncter urinário artificial no tratamento da incontinência urinária grave pós-prostatectomia radical] - [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-102-de-8-de-janeiro-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 102, de 8 de janeiro de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-092-transplante-de-membrana-amniotica-pe-diabetico Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético] - [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-22-de-14-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 22, de 14 de abril de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-093-transplante-de-membrana-amniotica Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-20-de-14-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 20, de 14 de abril de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-095-tomografia-por-emissao-de-positrons-pet-ct Tomografia por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para o diagnóstico do câncer de mama metastático (quando os exames de imagem convencionais apresentarem achados equívocos] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026 https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos,_exames_e_insumos_incorporados_-_2026&amp;diff=73936</id>
		<title>Procedimentos, exames e insumos incorporados - 2026</title>
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				<updated>2026-05-22T13:40:25Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Segundo a CONITEC, de acordo com a Lei n° 12.401, de 28 de abril de 2011 e o Decreto n° 7.646, de 21 de dezembro de 2011 (art. nº 25), a partir da publicação da decisão de incorporar tecnologias em saúde, ou protocolo clínico e diretrizes terapêuticas, as áreas técnicas terão prazo máximo de 180 dias para efetivar a oferta ao SUS. Este prazo se faz necessário para os trâmites operacionais de negociação de preço, compra, distribuição e elaboração de protocolo clínico para orientação de uso racional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-final/relatorio-de-recomendacao-no-1081-testes-de-elisa-para Relatório de recomendação procedimento Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) - ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)] - [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-2-de-8-de-janeiro-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 2, de 8 de janeiro de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-final/relatorio-de-recomendacao-no-1080-esfincter-urinario-artificial_secretaria Relatório de recomendação produto Esfíncter urinário artificial no tratamento da incontinência urinária grave pós-prostatectomia radical] - [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-102-de-8-de-janeiro-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 102, de 8 de janeiro de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-092-transplante-de-membrana-amniotica-pe-diabetico Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético] - [https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-22-de-14-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 22, de 14 de abril de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-093-transplante-de-membrana-amniotica Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-20-de-14-de-abril-de-2026 Portaria SCTIE/MS nº 20, de 14 de abril de 2026]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Incorporar no SUS:''' [https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-095-tomografia-por-emissao-de-positrons-pet-ct] -[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73935</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73935"/>
				<updated>2026-05-22T13:31:56Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro.pdf Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade ]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026.pdf PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73934</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73934"/>
				<updated>2026-05-22T13:31:19Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro.pdf ]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026.pdf PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73933</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:29:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro.pdf Relatório de Recomendação de Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026.pdf PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:29:12Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro.pdf Relatório de Recomendação de Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade ]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026.pdf PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73931</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73931"/>
				<updated>2026-05-22T13:28:00Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro.pdf Relatório de Recomendação de Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade ]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026.pdf PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73930</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro Relatório de Recomendação de Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade ]&amp;lt;/ref&amp;gt; referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:24:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade  referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-17-de-10-de-marco-de-2026 PORTARIA SCTIE/MS Nº 17, DE 10 DE MARÇO DE 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;, torna pública a decisão de incorporar, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, o leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Leitor_%C3%93ptico_da_Maturidade_da_Pele_Neonatal_para_a_avaliar_a_maturidade_cut%C3%A2nea_e_pulmonar_em_rec%C3%A9m-nascidos_para_determina%C3%A7%C3%A3o_de_prematuridade&amp;diff=73928</id>
		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:21:29Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade  referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 1.088/2026.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:21:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro Relatório de Recomendação de Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade  ]&amp;lt;/ref&amp;gt;   referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 1.088/2026.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:16:32Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Relatório de Recomendação */&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Relatório de Recomendação do Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para&lt;br /&gt;
determinação de prematuridade  referiu-se  à avaliação crítica das evidências científicas apresentadas pelo demandante BirthTech Dispositivos para a Saúde Ltda sobre eficácia, segurança, custo-efetividade e impacto orçamentário do equipamento Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliação da maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1087-leitor-optico-prematuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 1.088/2026.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade</title>
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				<updated>2026-05-22T13:09:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com '== Prematuridade ==  A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37...'&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;== Prematuridade ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A prematuridade constitui uma das principais causas de mortalidade neonatal no mundo. Estima-se que cerca de 15 milhões de bebês nasçam prematuros (&amp;lt;37 semanas de idade gestacional) anualmente em todo o mundo, o que indica uma taxa global de nascimentos prematuros de cerca de 11%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 1 milhão de crianças morrendo devido a partos prematuros antes dos 5 anos de idade, o parto prematuro é a principal causa de morte entre crianças. A idade gestacional (IG) é um dos principais preditores de morbimortalidade neonatal, influenciando diretamente as condutas clínicas e os prognósticos do RN, especialmente os pré-termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A determinação precisa da IG ao nascimento representa um desafio persistente na neonatologia, sobretudo em contextos nos quais o acesso a exames de imagem e o acompanhamento prénatal são limitados. O padrão-ouro para a datação gestacional continua sendo a ultrassonografia realizada até a 14ª semana de gestação (preferencialmente entre a 8ª e 13ª semana + 6 dias). Todavia, especialmente em países em desenvolvimento, a ausência de ultrassonografia obstétrica precoce dificulta a datação gestacional precisa. A possibilidade do uso de tecnologias diagnósticas baseadas em métodos ópticos automatizados seria uma das alternativas de avaliação da IG e da identificação de RNs prematuros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Evidências clínicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos incluídos avaliaram um total de 2.926 recém-nascidos, com média de idade gestacional (IG) entre 34,1 e 38,1 semanas, e peso ao nascer variando de 1.930 g a 2.740 g. Todos incluíram recém-nascidos prematuros, com diferentes classificações de crescimento intrauterino. Parte dos estudos utilizou a mesma base populacional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal estudo analisado foi um ensaio clínico multicêntrico que validou o dispositivo, um leitor óptico de maturidade cutânea neonatal. O dispositivo apresentou alta correlação com a IG estimada por métodos convencionais, com acurácia de 89,6% na classificação de prematuros em casos sem DUM confiável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitral et al. (2023), também demonstraram boa acurácia na estimativa da IG em recém-nascidos de baixo peso ao nascer, ainda que com menor precisão para identificar o parâmetro “pequenos” para a idade gestacional (PIG). Além da IG, o estudo mostrou que a reflectância da pele avaliada pelo dispositivo se associou significativamente à ocorrência de síndrome do desconforto respiratório (SDR), necessidade de ventilação e admissão em UTI neonatal. Isso indica que o dispositivo pode atuar como um marcador indireto de maturidade pulmonar, reforçando seu potencial em contextos em que a IG é desconhecida ou incerta. Para o NATS, os resultados da síntese indicaram que o dispositivo representa uma ferramenta promissora para estimar a idade gestacional e identificar recém-nascidos prematuros. Além disso, a tecnologia demonstrou potencial utilidade na identificação precoce da SDR. No entanto, para recém-nascidos com muito baixo peso ao nascer, a capacidade preditiva do dispositivo revelou-se limitada. A aplicação do sistema GRADE, utilizado para avaliar a certeza das evidências quanto aos desfechos de acurácia e ocorrência de SDR, indicou níveis de confiança classificados como baixa e moderada, respetivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Relatório de Recomendação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição Técnica da Tecnologia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é um dispositivo médico que utiliza tecnologia óptica não invasiva para determinar, em poucos segundos, a idade gestacional e a maturidade pulmonar do recém-nascido. Sua tecnologia baseia-se em uma sonda equipada com emissores e receptores de luz—incluindo luzes de LED—que, quando posicionada sobre o pé do recém-nascido, capta sinais ópticos específicos dos tecidos neonatais. Esses sinais são digitalmente processados por meio de algoritmos avançados, incluindo técnicas de inteligência artificial, que analisam as características ópticas para estimar com precisão a idade&lt;br /&gt;
gestacional e indicar a maturidade pulmonar, bem como para prever a necessidade de suporte ventilatório e outras intervenções imediatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest é indicado para uso por profissionais de Saúde (médico obstetra ou neonatologista, enfermeira obstetra ou neonatologista e obstetriz (assistente de parto humanizado), podendo ser usado em casa (por assistentes de parto treinadas), SAMUs neonatais e maternidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest deve sempre que possível, ser usado sob a supervisão de um médico, devendo ser usado como um dispositivo de triagem para o diagnóstico de prematuridade em conjunto com outros sinais clínicos. O operador do PreemieTest deve ser treinado para sua utilização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PreemieTest® é indicado para '''uso nas primeiras 24 horas de vida do recém-nascido'''. Portanto, seu emprego é contraindicado em neonatos com mais&lt;br /&gt;
de 24 horas, pois alterações fisiológicas posteriores podem comprometer a acurácia da medição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Integridade da Pele: A tecnologia do PreemieTest® depende da leitura óptica do pé do recém-nascido. Assim, seu uso é contraindicado em situações em que a área de aplicação apresente lesões, abrasões, inflamações, edemas ou qualquer outra alteração que possa interferir nas propriedades fotobiológicas da pele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Recomendação Final da Conitec ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na 148ª Reunião Ordinária Conitec, realizada no dia 6 de fevereiro de 2026, após as apresentações e considerações, os membros do Comitê de Produtos e Procedimentos, deliberaram por maioria simples recomendar favoravelmente à incorporação do leitor óptico da maturidade da pele neonatal para pacientes recém nascidos. Foi assinado o Registro de Deliberação nº 1.088/2026.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Decisão ==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Diagn%C3%B3sticos&amp;diff=73924</id>
		<title>Procedimentos Médicos Diagnósticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Diagn%C3%B3sticos&amp;diff=73924"/>
				<updated>2026-05-22T12:56:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- [[Calprotectina fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cintilografia Cerebral com TRODAT-1]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cultura líquida automatizada para detecção de micobactérias e teste de sensibilidade aos antimicrobianos utilizados no tratamento da tuberculose]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Detecção pré-natal de infecção pelo vírus T-linfotrópico humano (HTLV) 1/2 em gestantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de Peptídeos Natriuréticos Tipo B (BNP e NT-ProBNP) para a Faixa Etária de 18 a 44 anos - Ampliação de Uso]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dosagem de porfobilinogênio urinário]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ecobroncoscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Elastografia Hepática]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ Exame de dosagem de anticorpo anti-receptor de acetilcolina para diagnóstico da Miastenia Gravis  ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exames Diagnósticos para Trombofilia em Gestantes]]        &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Farmacogenético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Leitor Óptico da Maturidade da Pele Neonatal para a avaliar a maturidade cutânea e pulmonar em recém-nascidos para determinação de prematuridade]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Neurofisiológica Intra-Operatória]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Monitorização Residencial da Pressão Arterial para Diagnóstico de Hipertensão Arterial Sistêmica em Adultos com Suspeita da Doença]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neuroimagem funcional]] (Ressonância magnética funcional, PET-CT, SPECT)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pet-Scan]] ou PET-CT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Sequenciamento de Exoma]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia de Coerência Óptica (OCT)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Videoartroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Pesquisa de C4d por Imuno-Histoquímica e anticorpos Anti-HLA (DSA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial Visual Evocado (PVE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Potencial de Acuidade Visual (PAM)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cápsula Endoscópica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Vídeo Eletroencefalograma (Vídeo-EEG)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Enteroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[rt-PCR para identificação de mutação do receptor do fator de crescimento epidérmico (EGFR) em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes de Elisa para (MPO)-ANCA e para (PR3) -ANCA para diagnóstico de pacientes com Vasculite Associada aos Anticorpos Anti-citoplasma de Neutrófilos (ANCA)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testes Para Detecção do Complexo ''Mycobacterium tuberculosis'' (MTB) de Resistência a Rifampicina e Isoniazida (1ª linha) e a Fluoroquinolonas e Aminoglicosídeos (2ª linha)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testagem Molecular para Detecção de HPV e rastreamento do câncer do colo do útero]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de detecção de HLA-B27]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-[[Teste de detecção em soro de anticorpos anti-aquaporina 4 por imunofluorescência indireta em ensaio baseado em células para pacientes com apresentação clínica-radiológica do distúrbio do espectro da neuromielite óptica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Citogenético por Hibridização in Situ por Fluorescência (FISH) em Pacientes com Mieloma Múltiplo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Fluxo Lateral para Detecção de Lipoarabinomanano em Urina (LF-LAM) Para Rastreamento e Diagnóstico de Tuberculose em HIV/AIDS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste imunoenzimático para detecção do antígeno galactomanana de Histoplasma capsulatum para o diagnóstico de Histoplasmose]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Imunoenzimático para Detecção do Antígeno Galactomanana de Aspergillus]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Infecção Latente Pelo ''Mycobacterium tuberculosis'' em Pacientes com Doenças Inflamatórias Imunomediadas ou Receptores de Transplante de Órgãos Sólidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Liberação de Interferon-gama (IGRA) - Detecção de Tuberculose Latente em Pacientes Imunocomprometidos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste de Provocação Oral para Alergia à Proteína do Leite de Vaca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste do Pezinho - Ampliação para a Detecção da Toxoplasmose Congênita]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular de DNA para a detecção da Atrofia Muscular Espinhal (AME)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste Molecular ''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste PCR multiplex para detecção de causadores de meningites e encefalites]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste por Amplificação de DNA e Hibridização Reversa &amp;quot;Mycobacterium leprae&amp;quot; Resistente a Rifampicina, Dapsona ou Ofloxacino]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste rápido para Determinação de Anticorpos IgM anti-''Mycobacterium leprae'' para Diagnóstico Complementar de Hanseníase]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exame Pentacam ou Tomografia de Córnea]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste da Elastase-1 Fecal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste antigliadina deaminada IgG para diagnóstico de doença celíaca em pacientes com deficiência de IgA e suspeita de doença celíaca e crianças menores de dois anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons para Pacientes com Câncer de Pulmão de Células Pequenas]]  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tomografia Computadorizada por Emissão de Pósitrons (PET-CT) para Estadiamento de Pacientes com Doença Localmente Avançada de Carcinoma de Esôfago não Sabidamente Metastático (após resultados inconclusivos na TC)]]    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para a detecção da Homocistinúria Clássica (HCU)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Triagem neonatal por espectrometria de massas em tandem (MS/MS) para detecção da deficiência de acil-CoA desidrogenase de cadeia média (MCADD)]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Ultrassonografia Endoscópica]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73795</id>
		<title>Alimentação Parenteral Domiciliar</title>
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				<updated>2026-05-18T20:51:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Alimentação Parenteral ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nutrição parenteral compreende uma solução ou uma emulsão composta, basicamente, por aminoácidos, lipídios, carboidratos e eletrólitos. É uma formulação estéril e apirogênica, acondicionada em bolsa plástica, destinada à '''administração intravenosa''' em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou à manutenção de tecidos, órgãos e sistemas. Geralmente, deve ser indicada quando há contraindicação absoluta para o uso do trato gastrointestinal (inacessível ou não funcional), como por exemplo:&lt;br /&gt;
. Obstrução intestinal.&lt;br /&gt;
. Síndrome de intestino curto (insuficiência intestinal).&lt;br /&gt;
. Fístulas enterocutâneas de alto débito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A complexidade da Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) exige o comprometimento e a capacitação de uma '''equipe multiprofissional''' para garantia da sua eficácia e segurança para os pacientes. A equipe de Terapia Nutricional formal e obrigatoriamente constituída de, pelo menos, um profissional de cada categoria, que cumpra efetivamente com treinamento específico para essa atividade, a saber: '''médico, farmacêutico, enfermeiro e nutricionista'''.&lt;br /&gt;
O médico é o responsável pela a prescrição da TNP.&lt;br /&gt;
A prescrição da TNP deve contemplar o tipo e a quantidade dos nutrientes requeridos pelo paciente, de acordo com seu estado mórbido, estado nutricional e requerimentos nutricionais. A TNP deve atender a objetivos de curto e longo prazos.&lt;br /&gt;
Entende-se como curto prazo a interrupção ou redução da progressão das doenças, a cicatrização das feridas, a passagem para nutrição por via digestiva e a melhora do estado de desnutrição.&lt;br /&gt;
Entende-se por longo prazo a manutenção do estado nutricional normal e a reabilitação do paciente em termos de recuperação física e social.&lt;br /&gt;
A TNP deve abranger, obrigatoriamente, as seguintes etapas:&lt;br /&gt;
- Indicação e prescrição médica;&lt;br /&gt;
- Preparação: avaliação farmacêutica, manipulação, controle de qualidade, conservação e transporte;&lt;br /&gt;
- Administração;&lt;br /&gt;
- Controle clínico e laboratorial;&lt;br /&gt;
- Avaliação final.&lt;br /&gt;
'''A Nutrição Parenteral pode ser interpretada como terapêutica extremamente segura, quando seus procedimentos técnicos e de higienização são seguidos rigorosamente pelos profissionais. Caso contrário, é uma via direta à septicemia e um consequente perigo para a sobrevivência dos pacientes.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nutrição Parenteral Domiciliar ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As diretrizes da Espen (a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) apontam que a nutrição parenteral domiciliar deve ser administrada aos pacientes incapazes de suprir suas necessidades nutricionais por via oral e/ou enteral, desde que eles possam ser tratados com segurança fora do hospital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser uma terapia de alta complexidade, o cuidado domiciliar (home care) exige um protocolo rígido para evitar infecções ou complicações metabólicas. Geralmente, envolve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Treinamento da família: A equipe de enfermagem capacita os cuidadores para o manuseio asséptico, troca de curativos e manuseio da bomba de infusão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Equipe multidisciplinar: Exige monitoramento contínuo com médicos (nutrólogos), enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''síndrome do intestino curto''' foi a primeira indicação para nutrição parenteral prolongada em seres humanos e, no Brasil, o primeiro motivo para que o método fosse realizado no domicílio do paciente. Atualmente continua sendo a principal indicação na criança, seguida da síndrome da pseudo-obstrução intestinal e outras afecções, citadas na literatura, porém pouco frequentes em nosso meio como: doença de Crohn, diarreia crônica de causas indeterminadas e enteropatias por deficiência imunológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Síndrome do Intestino Curto: Perda significativa de área de absorção intestinal (por ressecção cirúrgica), sendo a principal causa em crianças e adultos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doença de Crohn grave: Quando há inflamação severa, fístulas ou fístulas entero-cutâneas que impedem a absorção;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Obstruções Mecânicas Inoperáveis: Tumores ou aderências que bloqueiam completamente a passagem ou absorção de alimentos no trato digestivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Síndromes de Má Absorção Severas: Casos causados por enterite actínica (danos por radioterapia) ou outras doenças crônicas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Motilidade Intestinal Comprometida: Pseudo-obstrução intestinal crônica ou paralisia grave do trato digestivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cuidados Paliativos: Utilizada para conforto e nutrição em estágios terminais, quando o paciente não tolera mais a alimentação enteral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Da Produção a Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NPT deve ser manipulada em sala limpa classe ISO 7, em cabines de fluxo laminar classe ISO 5, com pressão positiva. Deve possuir uma antecâmara para desinfecção e paramentação de vestuário próprio e adequado, que não libere partículas e esteja esterilizado.&lt;br /&gt;
Segundo a portaria 272/98, o transporte deve ser feito sob condições validadas, que garantam a integridade físico-química e de esterilidade do produto. A temperatura de transporte não deve exceder 20°C. O tempo de transporte não deve exceder 12 horas. O Armazenamento que antecede a administração da nutrição parenteral deve ser feito em refrigerador exclusivo para medicamentos e sua temperatura deve estar entre + 2°C a +8°C.&lt;br /&gt;
Assim que recebida da farmácia, a enfermagem, se não for utilizar imediatamente, deve armazenar a NPT em refrigerador próprio para medicamentos. A NPT não deve ficar exposta a iluminação direta ou fontes de calor. A infusão de cada frasco de NPT não deve ser superior a 24 horas.&lt;br /&gt;
Deve-se manter um gotejamento rigoroso, conforme plano de infusão. De acordo com a Portaria 272, a infusão deve ocorrer, em via própria, exclusiva para esta finalidade. Quando isto não for possível, a Comissão de Terapia Nutricional deve ser acionada, a fim de orientar sobre possíveis interações ou outros problemas que possam vir a ocorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Complicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas principais complicações dividem-se em infecciosas (contaminação do cateter), mecânicas (obstrução ou trombose) e metabólicas (desequilíbrio de açúcar no sangue, lesões hepáticas ou deficiências de nutrientes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''Complicações Infecciosas''': &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Infecção de cateter: É a complicação mais comum e grave. Ocorre quando bactérias ou fungos entram na corrente sanguínea pelo ponto de inserção do cateter central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sepse: Se a infecção não for tratada rapidamente, pode evoluir para uma infecção sistêmica generalizada, exigindo internação hospitalar urgente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''Complicações Mecânicas''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oclusão do cateter: O tubo pode entupir devido à formação de coágulos ou à cristalização de minerais e gorduras da própria fórmula de nutrição;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Trombose venosa: Formação de coágulos ao redor do cateter dentro da veia central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deslocamento: O cateter pode sair do lugar, dobrar (torção) ou se romper.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''Complicações Metabólicas''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Problemas no fígado: O uso prolongado está associado ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), colestase (dificuldade na liberação da bile) ou elevação das enzimas hepáticas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desequilíbrio de glicose: Pode causar picos de açúcar no sangue (hiperglicemia) ou quedas bruscas (hipoglicemia);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alterações ósseas: A terapia a longo prazo pode causar desmineralização, aumentando o risco de osteoporose e fraturas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Distúrbios hidroeletrolíticos: Desequilíbrio nos níveis de minerais cruciais, como fósforo, potássio e magnésio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ministério da Saúde ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998, do MS Regulamenta a Técnica para a Terapia De Nutrição Parenteral. &lt;br /&gt;
Art. 2º Definir as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, suas competências e qualidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009, NORMAS DE CREDENCIAMENTO/HABILITAÇÃO DAS UNIDADES DE ASSISTÊNCIA DE ALTA COMPLEXIDADE EM TERAPIA NUTRICIONAL E CENTROS DE REFERÊNCIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§1º São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral, a pacientes em risco nutricional ou desnutridos, incluindo triagem e avaliação nutricional, indicação e acompanhamento nutricional, dispensação e administração da fórmula nutricional, podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§2º São '''Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares''' que, além de preencherem os critérios do §1º deste artigo, executem ações de triagem e avaliação, indicação e acompanhamento nutricional, de manipulação/fabricação, dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária, e que possuam as seguintes características:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - Ser Hospital de Ensino, certificado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, de acordo com a Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007;&lt;br /&gt;
II - Estar integrado com o sistema local e regional do SUS que permita exercer o papel auxiliar, de caráter técnico, aos gestores na Política Nacional de Terapia Nutricional;&lt;br /&gt;
III - Dispor de estrutura de pesquisa e ensino organizados, com programas e protocolos estabelecidos em terapia nutricional;&lt;br /&gt;
IV - Ter estrutura gerencial capaz de zelar pela eficiência, eficácia e efetividade das ações prestadas;&lt;br /&gt;
V - Ter estrutura para subsidiar as ações dos gestores na regulação, fiscalização, controle e avaliação, incluindo estudos de qualidade e estudos de custo - efetividade tecnológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Determinar que as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional poderão prestar atendimento em:&lt;br /&gt;
I - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral;&lt;br /&gt;
II - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral e Parenteral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tabela SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É padronizado no Sistema Único de Saúde os procedimentos abaixo, porém, '''todos apenas na modalidade Hospitalar''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.007-1 - NUTRICAO PARENTERAL EM ADULTO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.008-0 - NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.009-8 - NUTRIÇÃO PARENTERAL EM PEDIATRIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conclusão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica o fornecimento de alimentação parenteral domiciliar não é rotineira devido a sua alta complexidade envolvida desde o seu preparo, manuseio, além dos riscos ao paciente de um manejo inadequado. A nível hospitalar se faz necessário atendimento de equipe multidisciplinar devidamente habilitada e cadastrada. Acreditamos que a nível domiciliar, inevitavelmente, há a necessidade da vinculação de atendimento &amp;quot;HomeCare&amp;quot;. No Estado de Santa Catarina não há programa de nutrição parental domiciliar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998 [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs1/1998/prt0272_08_04_1998.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009 [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2009/prt0120_14_04_2009.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf [https://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/122/encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPEN guidelines práticas: nutrição parentérica no domicílio [https://www.espen.org/files/ESPEN-Guidelines/HPN-Guideline-Portuguese.pdf] Acesso em 18/05/2026&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Terapia Nutricional Pediátrica Domiciliarhttps://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/OS19658B_DocCient_TerapiaNutriPediatDomiciliar.pdf&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73794</id>
		<title>Alimentação Parenteral Domiciliar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73794"/>
				<updated>2026-05-18T20:46:04Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Alimentação Parenteral ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nutrição parenteral compreende uma solução ou uma emulsão composta, basicamente, por aminoácidos, lipídios, carboidratos e eletrólitos. É uma formulação estéril e apirogênica, acondicionada em bolsa plástica, destinada à '''administração intravenosa''' em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou à manutenção de tecidos, órgãos e sistemas. Geralmente, deve ser indicada quando há contraindicação absoluta para o uso do trato gastrointestinal (inacessível ou não funcional), como por exemplo:&lt;br /&gt;
. Obstrução intestinal.&lt;br /&gt;
. Síndrome de intestino curto (insuficiência intestinal).&lt;br /&gt;
. Fístulas enterocutâneas de alto débito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A complexidade da Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) exige o comprometimento e a capacitação de uma '''equipe multiprofissional''' para garantia da sua eficácia e segurança para os pacientes. A equipe de Terapia Nutricional formal e obrigatoriamente constituída de, pelo menos, um profissional de cada categoria, que cumpra efetivamente com treinamento específico para essa atividade, a saber: '''médico, farmacêutico, enfermeiro e nutricionista'''.&lt;br /&gt;
O médico é o responsável pela a prescrição da TNP.&lt;br /&gt;
A prescrição da TNP deve contemplar o tipo e a quantidade dos nutrientes requeridos pelo paciente, de acordo com seu estado mórbido, estado nutricional e requerimentos nutricionais. A TNP deve atender a objetivos de curto e longo prazos.&lt;br /&gt;
Entende-se como curto prazo a interrupção ou redução da progressão das doenças, a cicatrização das feridas, a passagem para nutrição por via digestiva e a melhora do estado de desnutrição.&lt;br /&gt;
Entende-se por longo prazo a manutenção do estado nutricional normal e a reabilitação do paciente em termos de recuperação física e social.&lt;br /&gt;
A TNP deve abranger, obrigatoriamente, as seguintes etapas:&lt;br /&gt;
- Indicação e prescrição médica;&lt;br /&gt;
- Preparação: avaliação farmacêutica, manipulação, controle de qualidade, conservação e transporte;&lt;br /&gt;
- Administração;&lt;br /&gt;
- Controle clínico e laboratorial;&lt;br /&gt;
- Avaliação final.&lt;br /&gt;
'''A Nutrição Parenteral pode ser interpretada como terapêutica extremamente segura, quando seus procedimentos técnicos e de higienização são seguidos rigorosamente pelos profissionais. Caso contrário, é uma via direta à septicemia e um consequente perigo para a sobrevivência dos pacientes.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nutrição Parenteral Domiciliar ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As diretrizes da Espen (a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) apontam que a nutrição parenteral domiciliar deve ser administrada aos pacientes incapazes de suprir suas necessidades nutricionais por via oral e/ou enteral, desde que eles possam ser tratados com segurança fora do hospital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser uma terapia de alta complexidade, o cuidado domiciliar (home care) exige um protocolo rígido para evitar infecções ou complicações metabólicas. Geralmente, envolve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Treinamento da família: A equipe de enfermagem capacita os cuidadores para o manuseio asséptico, troca de curativos e manuseio da bomba de infusão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Equipe multidisciplinar: Exige monitoramento contínuo com médicos (nutrólogos), enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''síndrome do intestino curto''' foi a primeira indicação para nutrição parenteral prolongada em seres humanos e, no Brasil, o primeiro motivo para que o método fosse realizado no domicílio do paciente. Atualmente continua sendo a principal indicação na criança, seguida da síndrome da pseudo-obstrução intestinal e outras afecções, citadas na literatura, porém pouco frequentes em nosso meio como: doença de Crohn, diarreia crônica de causas indeterminadas e enteropatias por deficiência imunológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ministério da Saúde ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998, do MS Regulamenta a Técnica para a Terapia De Nutrição Parenteral. &lt;br /&gt;
Art. 2º Definir as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, suas competências e qualidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009, NORMAS DE CREDENCIAMENTO/HABILITAÇÃO DAS UNIDADES DE ASSISTÊNCIA DE ALTA COMPLEXIDADE EM TERAPIA NUTRICIONAL E CENTROS DE REFERÊNCIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§1º São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral, a pacientes em risco nutricional ou desnutridos, incluindo triagem e avaliação nutricional, indicação e acompanhamento nutricional, dispensação e administração da fórmula nutricional, podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§2º São '''Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares''' que, além de preencherem os critérios do §1º deste artigo, executem ações de triagem e avaliação, indicação e acompanhamento nutricional, de manipulação/fabricação, dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária, e que possuam as seguintes características:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - Ser Hospital de Ensino, certificado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, de acordo com a Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007;&lt;br /&gt;
II - Estar integrado com o sistema local e regional do SUS que permita exercer o papel auxiliar, de caráter técnico, aos gestores na Política Nacional de Terapia Nutricional;&lt;br /&gt;
III - Dispor de estrutura de pesquisa e ensino organizados, com programas e protocolos estabelecidos em terapia nutricional;&lt;br /&gt;
IV - Ter estrutura gerencial capaz de zelar pela eficiência, eficácia e efetividade das ações prestadas;&lt;br /&gt;
V - Ter estrutura para subsidiar as ações dos gestores na regulação, fiscalização, controle e avaliação, incluindo estudos de qualidade e estudos de custo - efetividade tecnológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Determinar que as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional poderão prestar atendimento em:&lt;br /&gt;
I - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral;&lt;br /&gt;
II - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral e Parenteral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Da Produção a Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NPT deve ser manipulada em sala limpa classe ISO 7, em cabines de fluxo laminar classe ISO 5, com pressão positiva. Deve possuir uma antecâmara para desinfecção e paramentação de vestuário próprio e adequado, que não libere partículas e esteja esterilizado.&lt;br /&gt;
Segundo a portaria 272/98, o transporte deve ser feito sob condições validadas, que garantam a integridade físico-química e de esterilidade do produto. A temperatura de transporte não deve exceder 20°C. O tempo de transporte não deve exceder 12 horas. O Armazenamento que antecede a administração da nutrição parenteral deve ser feito em refrigerador exclusivo para medicamentos e sua temperatura deve estar entre + 2°C a +8°C.&lt;br /&gt;
Assim que recebida da farmácia, a enfermagem, se não for utilizar imediatamente, deve armazenar a NPT em refrigerador próprio para medicamentos. A NPT não deve ficar exposta a iluminação direta ou fontes de calor. A infusão de cada frasco de NPT não deve ser superior a 24 horas.&lt;br /&gt;
Deve-se manter um gotejamento rigoroso, conforme plano de infusão. De acordo com a Portaria 272, a infusão deve ocorrer, em via própria, exclusiva para esta finalidade. Quando isto não for possível, a Comissão de Terapia Nutricional deve ser acionada, a fim de orientar sobre possíveis interações ou outros problemas que possam vir a ocorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Complicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas principais complicações dividem-se em infecciosas (contaminação do cateter), mecânicas (obstrução ou trombose) e metabólicas (desequilíbrio de açúcar no sangue, lesões hepáticas ou deficiências de nutrientes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Complicações Infecciosas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Infecção de cateter: É a complicação mais comum e grave. Ocorre quando bactérias ou fungos entram na corrente sanguínea pelo ponto de inserção do cateter central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sepse: Se a infecção não for tratada rapidamente, pode evoluir para uma infecção sistêmica generalizada, exigindo internação hospitalar urgente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Complicações Mecânicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oclusão do cateter: O tubo pode entupir devido à formação de coágulos ou à cristalização de minerais e gorduras da própria fórmula de nutrição;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Trombose venosa: Formação de coágulos ao redor do cateter dentro da veia central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deslocamento: O cateter pode sair do lugar, dobrar (torção) ou se romper.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Complicações Metabólicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Problemas no fígado: O uso prolongado está associado ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), colestase (dificuldade na liberação da bile) ou elevação das enzimas hepáticas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desequilíbrio de glicose: Pode causar picos de açúcar no sangue (hiperglicemia) ou quedas bruscas (hipoglicemia);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alterações ósseas: A terapia a longo prazo pode causar desmineralização, aumentando o risco de osteoporose e fraturas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Distúrbios hidroeletrolíticos: Desequilíbrio nos níveis de minerais cruciais, como fósforo, potássio e magnésio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tabela SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É padronizado no Sistema Único de Saúde os procedimentos abaixo, porém, todos apenas na modalidade Hospitalar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.007-1 - NUTRICAO PARENTERAL EM ADULTO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.008-0 - NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.009-8 - NUTRIÇÃO PARENTERAL EM PEDIATRIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conclusão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica o fornecimento de alimentação parenteral domiciliar não é rotineira devido a sua alta complexidade envolvida desde o seu preparo, manuseio, além dos riscos ao paciente de um manejo inadequado. A nível hospitalar se faz necessário atendimento de equipe multidisciplinar devidamente habilitada e cadastrada. Acreditamos que a nível domiciliar, inevitavelmente, há a necessidade da vinculação de atendimento &amp;quot;HomeCare&amp;quot;. No Estado de Santa Catarina não há programa de nutrição parental domiciliar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998 [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs1/1998/prt0272_08_04_1998.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009 [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2009/prt0120_14_04_2009.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf [https://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/122/encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESPEN guidelines práticas: nutrição parentérica no domicílio [https://www.espen.org/files/ESPEN-Guidelines/HPN-Guideline-Portuguese.pdf] Acesso em 18/05/2026&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73793</id>
		<title>Alimentação Parenteral Domiciliar</title>
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				<updated>2026-05-18T20:45:41Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Referências */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Alimentação Parenteral ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nutrição parenteral compreende uma solução ou uma emulsão composta, basicamente, por aminoácidos, lipídios, carboidratos e eletrólitos. É uma formulação estéril e apirogênica, acondicionada em bolsa plástica, destinada à '''administração intravenosa''' em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou à manutenção de tecidos, órgãos e sistemas. Geralmente, deve ser indicada quando há contraindicação absoluta para o uso do trato gastrointestinal (inacessível ou não funcional), como por exemplo:&lt;br /&gt;
. Obstrução intestinal.&lt;br /&gt;
. Síndrome de intestino curto (insuficiência intestinal).&lt;br /&gt;
. Fístulas enterocutâneas de alto débito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A complexidade da Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) exige o comprometimento e a capacitação de uma '''equipe multiprofissional''' para garantia da sua eficácia e segurança para os pacientes. A equipe de Terapia Nutricional formal e obrigatoriamente constituída de, pelo menos, um profissional de cada categoria, que cumpra efetivamente com treinamento específico para essa atividade, a saber: '''médico, farmacêutico, enfermeiro e nutricionista'''.&lt;br /&gt;
O médico é o responsável pela a prescrição da TNP.&lt;br /&gt;
A prescrição da TNP deve contemplar o tipo e a quantidade dos nutrientes requeridos pelo paciente, de acordo com seu estado mórbido, estado nutricional e requerimentos nutricionais. A TNP deve atender a objetivos de curto e longo prazos.&lt;br /&gt;
Entende-se como curto prazo a interrupção ou redução da progressão das doenças, a cicatrização das feridas, a passagem para nutrição por via digestiva e a melhora do estado de desnutrição.&lt;br /&gt;
Entende-se por longo prazo a manutenção do estado nutricional normal e a reabilitação do paciente em termos de recuperação física e social.&lt;br /&gt;
A TNP deve abranger, obrigatoriamente, as seguintes etapas:&lt;br /&gt;
- Indicação e prescrição médica;&lt;br /&gt;
- Preparação: avaliação farmacêutica, manipulação, controle de qualidade, conservação e transporte;&lt;br /&gt;
- Administração;&lt;br /&gt;
- Controle clínico e laboratorial;&lt;br /&gt;
- Avaliação final.&lt;br /&gt;
'''A Nutrição Parenteral pode ser interpretada como terapêutica extremamente segura, quando seus procedimentos técnicos e de higienização são seguidos rigorosamente pelos profissionais. Caso contrário, é uma via direta à septicemia e um consequente perigo para a sobrevivência dos pacientes.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nutrição Parenteral Domiciliar ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As diretrizes da Espen (a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) apontam que a nutrição parenteral domiciliar deve ser administrada aos pacientes incapazes de suprir suas necessidades nutricionais por via oral e/ou enteral, desde que eles possam ser tratados com segurança fora do hospital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser uma terapia de alta complexidade, o cuidado domiciliar (home care) exige um protocolo rígido para evitar infecções ou complicações metabólicas. Geralmente, envolve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Treinamento da família: A equipe de enfermagem capacita os cuidadores para o manuseio asséptico, troca de curativos e manuseio da bomba de infusão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Equipe multidisciplinar: Exige monitoramento contínuo com médicos (nutrólogos), enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''síndrome do intestino curto''' foi a primeira indicação para nutrição parenteral prolongada em seres humanos e, no Brasil, o primeiro motivo para que o método fosse realizado no domicílio do paciente. Atualmente continua sendo a principal indicação na criança, seguida da síndrome da pseudo-obstrução intestinal e outras afecções, citadas na literatura, porém pouco frequentes em nosso meio como: doença de Crohn, diarreia crônica de causas indeterminadas e enteropatias por deficiência imunológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ministério da Saúde ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998, do MS Regulamenta a Técnica para a Terapia De Nutrição Parenteral. &lt;br /&gt;
Art. 2º Definir as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, suas competências e qualidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009, NORMAS DE CREDENCIAMENTO/HABILITAÇÃO DAS UNIDADES DE ASSISTÊNCIA DE ALTA COMPLEXIDADE EM TERAPIA NUTRICIONAL E CENTROS DE REFERÊNCIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§1º São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral, a pacientes em risco nutricional ou desnutridos, incluindo triagem e avaliação nutricional, indicação e acompanhamento nutricional, dispensação e administração da fórmula nutricional, podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§2º São '''Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares''' que, além de preencherem os critérios do §1º deste artigo, executem ações de triagem e avaliação, indicação e acompanhamento nutricional, de manipulação/fabricação, dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária, e que possuam as seguintes características:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - Ser Hospital de Ensino, certificado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, de acordo com a Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007;&lt;br /&gt;
II - Estar integrado com o sistema local e regional do SUS que permita exercer o papel auxiliar, de caráter técnico, aos gestores na Política Nacional de Terapia Nutricional;&lt;br /&gt;
III - Dispor de estrutura de pesquisa e ensino organizados, com programas e protocolos estabelecidos em terapia nutricional;&lt;br /&gt;
IV - Ter estrutura gerencial capaz de zelar pela eficiência, eficácia e efetividade das ações prestadas;&lt;br /&gt;
V - Ter estrutura para subsidiar as ações dos gestores na regulação, fiscalização, controle e avaliação, incluindo estudos de qualidade e estudos de custo - efetividade tecnológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Determinar que as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional poderão prestar atendimento em:&lt;br /&gt;
I - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral;&lt;br /&gt;
II - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral e Parenteral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Da Produção a Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NPT deve ser manipulada em sala limpa classe ISO 7, em cabines de fluxo laminar classe ISO 5, com pressão positiva. Deve possuir uma antecâmara para desinfecção e paramentação de vestuário próprio e adequado, que não libere partículas e esteja esterilizado.&lt;br /&gt;
Segundo a portaria 272/98, o transporte deve ser feito sob condições validadas, que garantam a integridade físico-química e de esterilidade do produto. A temperatura de transporte não deve exceder 20°C. O tempo de transporte não deve exceder 12 horas. O Armazenamento que antecede a administração da nutrição parenteral deve ser feito em refrigerador exclusivo para medicamentos e sua temperatura deve estar entre + 2°C a +8°C.&lt;br /&gt;
Assim que recebida da farmácia, a enfermagem, se não for utilizar imediatamente, deve armazenar a NPT em refrigerador próprio para medicamentos. A NPT não deve ficar exposta a iluminação direta ou fontes de calor. A infusão de cada frasco de NPT não deve ser superior a 24 horas.&lt;br /&gt;
Deve-se manter um gotejamento rigoroso, conforme plano de infusão. De acordo com a Portaria 272, a infusão deve ocorrer, em via própria, exclusiva para esta finalidade. Quando isto não for possível, a Comissão de Terapia Nutricional deve ser acionada, a fim de orientar sobre possíveis interações ou outros problemas que possam vir a ocorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Complicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas principais complicações dividem-se em infecciosas (contaminação do cateter), mecânicas (obstrução ou trombose) e metabólicas (desequilíbrio de açúcar no sangue, lesões hepáticas ou deficiências de nutrientes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Complicações Infecciosas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Infecção de cateter: É a complicação mais comum e grave. Ocorre quando bactérias ou fungos entram na corrente sanguínea pelo ponto de inserção do cateter central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sepse: Se a infecção não for tratada rapidamente, pode evoluir para uma infecção sistêmica generalizada, exigindo internação hospitalar urgente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Complicações Mecânicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oclusão do cateter: O tubo pode entupir devido à formação de coágulos ou à cristalização de minerais e gorduras da própria fórmula de nutrição;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Trombose venosa: Formação de coágulos ao redor do cateter dentro da veia central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deslocamento: O cateter pode sair do lugar, dobrar (torção) ou se romper.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Complicações Metabólicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Problemas no fígado: O uso prolongado está associado ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), colestase (dificuldade na liberação da bile) ou elevação das enzimas hepáticas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desequilíbrio de glicose: Pode causar picos de açúcar no sangue (hiperglicemia) ou quedas bruscas (hipoglicemia);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alterações ósseas: A terapia a longo prazo pode causar desmineralização, aumentando o risco de osteoporose e fraturas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Distúrbios hidroeletrolíticos: Desequilíbrio nos níveis de minerais cruciais, como fósforo, potássio e magnésio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tabela SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É padronizado no Sistema Único de Saúde os procedimentos abaixo, porém, todos apenas na modalidade Hospitalar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.007-1 - NUTRICAO PARENTERAL EM ADULTO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.008-0 - NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.009-8 - NUTRIÇÃO PARENTERAL EM PEDIATRIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conclusão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica o fornecimento de alimentação parenteral domiciliar não é rotineira devido a sua alta complexidade envolvida desde o seu preparo, manuseio, além dos riscos ao paciente de um manejo inadequado. A nível hospitalar se faz necessário atendimento de equipe multidisciplinar devidamente habilitada e cadastrada. Acreditamos que a nível domiciliar, inevitavelmente, há a necessidade da vinculação de atendimento &amp;quot;HomeCare&amp;quot;. No Estado de Santa Catarina não há programa de nutrição parental domiciliar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998 [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs1/1998/prt0272_08_04_1998.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009 [https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2009/prt0120_14_04_2009.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
Encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf [https://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/122/encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
ESPEN guidelines práticas: nutrição parentérica no domicílio [https://www.espen.org/files/ESPEN-Guidelines/HPN-Guideline-Portuguese.pdf] Acesso em 18/05/2026&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73792</id>
		<title>Alimentação Parenteral Domiciliar</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73792"/>
				<updated>2026-05-18T20:43:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Complicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Alimentação Parenteral ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nutrição parenteral compreende uma solução ou uma emulsão composta, basicamente, por aminoácidos, lipídios, carboidratos e eletrólitos. É uma formulação estéril e apirogênica, acondicionada em bolsa plástica, destinada à '''administração intravenosa''' em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou à manutenção de tecidos, órgãos e sistemas. Geralmente, deve ser indicada quando há contraindicação absoluta para o uso do trato gastrointestinal (inacessível ou não funcional), como por exemplo:&lt;br /&gt;
. Obstrução intestinal.&lt;br /&gt;
. Síndrome de intestino curto (insuficiência intestinal).&lt;br /&gt;
. Fístulas enterocutâneas de alto débito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A complexidade da Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) exige o comprometimento e a capacitação de uma '''equipe multiprofissional''' para garantia da sua eficácia e segurança para os pacientes. A equipe de Terapia Nutricional formal e obrigatoriamente constituída de, pelo menos, um profissional de cada categoria, que cumpra efetivamente com treinamento específico para essa atividade, a saber: '''médico, farmacêutico, enfermeiro e nutricionista'''.&lt;br /&gt;
O médico é o responsável pela a prescrição da TNP.&lt;br /&gt;
A prescrição da TNP deve contemplar o tipo e a quantidade dos nutrientes requeridos pelo paciente, de acordo com seu estado mórbido, estado nutricional e requerimentos nutricionais. A TNP deve atender a objetivos de curto e longo prazos.&lt;br /&gt;
Entende-se como curto prazo a interrupção ou redução da progressão das doenças, a cicatrização das feridas, a passagem para nutrição por via digestiva e a melhora do estado de desnutrição.&lt;br /&gt;
Entende-se por longo prazo a manutenção do estado nutricional normal e a reabilitação do paciente em termos de recuperação física e social.&lt;br /&gt;
A TNP deve abranger, obrigatoriamente, as seguintes etapas:&lt;br /&gt;
- Indicação e prescrição médica;&lt;br /&gt;
- Preparação: avaliação farmacêutica, manipulação, controle de qualidade, conservação e transporte;&lt;br /&gt;
- Administração;&lt;br /&gt;
- Controle clínico e laboratorial;&lt;br /&gt;
- Avaliação final.&lt;br /&gt;
'''A Nutrição Parenteral pode ser interpretada como terapêutica extremamente segura, quando seus procedimentos técnicos e de higienização são seguidos rigorosamente pelos profissionais. Caso contrário, é uma via direta à septicemia e um consequente perigo para a sobrevivência dos pacientes.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nutrição Parenteral Domiciliar ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As diretrizes da Espen (a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) apontam que a nutrição parenteral domiciliar deve ser administrada aos pacientes incapazes de suprir suas necessidades nutricionais por via oral e/ou enteral, desde que eles possam ser tratados com segurança fora do hospital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser uma terapia de alta complexidade, o cuidado domiciliar (home care) exige um protocolo rígido para evitar infecções ou complicações metabólicas. Geralmente, envolve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Treinamento da família: A equipe de enfermagem capacita os cuidadores para o manuseio asséptico, troca de curativos e manuseio da bomba de infusão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Equipe multidisciplinar: Exige monitoramento contínuo com médicos (nutrólogos), enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''síndrome do intestino curto''' foi a primeira indicação para nutrição parenteral prolongada em seres humanos e, no Brasil, o primeiro motivo para que o método fosse realizado no domicílio do paciente. Atualmente continua sendo a principal indicação na criança, seguida da síndrome da pseudo-obstrução intestinal e outras afecções, citadas na literatura, porém pouco frequentes em nosso meio como: doença de Crohn, diarreia crônica de causas indeterminadas e enteropatias por deficiência imunológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ministério da Saúde ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998, do MS Regulamenta a Técnica para a Terapia De Nutrição Parenteral. &lt;br /&gt;
Art. 2º Definir as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, suas competências e qualidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009, NORMAS DE CREDENCIAMENTO/HABILITAÇÃO DAS UNIDADES DE ASSISTÊNCIA DE ALTA COMPLEXIDADE EM TERAPIA NUTRICIONAL E CENTROS DE REFERÊNCIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§1º São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral, a pacientes em risco nutricional ou desnutridos, incluindo triagem e avaliação nutricional, indicação e acompanhamento nutricional, dispensação e administração da fórmula nutricional, podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§2º São '''Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares''' que, além de preencherem os critérios do §1º deste artigo, executem ações de triagem e avaliação, indicação e acompanhamento nutricional, de manipulação/fabricação, dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária, e que possuam as seguintes características:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - Ser Hospital de Ensino, certificado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, de acordo com a Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007;&lt;br /&gt;
II - Estar integrado com o sistema local e regional do SUS que permita exercer o papel auxiliar, de caráter técnico, aos gestores na Política Nacional de Terapia Nutricional;&lt;br /&gt;
III - Dispor de estrutura de pesquisa e ensino organizados, com programas e protocolos estabelecidos em terapia nutricional;&lt;br /&gt;
IV - Ter estrutura gerencial capaz de zelar pela eficiência, eficácia e efetividade das ações prestadas;&lt;br /&gt;
V - Ter estrutura para subsidiar as ações dos gestores na regulação, fiscalização, controle e avaliação, incluindo estudos de qualidade e estudos de custo - efetividade tecnológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Determinar que as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional poderão prestar atendimento em:&lt;br /&gt;
I - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral;&lt;br /&gt;
II - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral e Parenteral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Da Produção a Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NPT deve ser manipulada em sala limpa classe ISO 7, em cabines de fluxo laminar classe ISO 5, com pressão positiva. Deve possuir uma antecâmara para desinfecção e paramentação de vestuário próprio e adequado, que não libere partículas e esteja esterilizado.&lt;br /&gt;
Segundo a portaria 272/98, o transporte deve ser feito sob condições validadas, que garantam a integridade físico-química e de esterilidade do produto. A temperatura de transporte não deve exceder 20°C. O tempo de transporte não deve exceder 12 horas. O Armazenamento que antecede a administração da nutrição parenteral deve ser feito em refrigerador exclusivo para medicamentos e sua temperatura deve estar entre + 2°C a +8°C.&lt;br /&gt;
Assim que recebida da farmácia, a enfermagem, se não for utilizar imediatamente, deve armazenar a NPT em refrigerador próprio para medicamentos. A NPT não deve ficar exposta a iluminação direta ou fontes de calor. A infusão de cada frasco de NPT não deve ser superior a 24 horas.&lt;br /&gt;
Deve-se manter um gotejamento rigoroso, conforme plano de infusão. De acordo com a Portaria 272, a infusão deve ocorrer, em via própria, exclusiva para esta finalidade. Quando isto não for possível, a Comissão de Terapia Nutricional deve ser acionada, a fim de orientar sobre possíveis interações ou outros problemas que possam vir a ocorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Complicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas principais complicações dividem-se em infecciosas (contaminação do cateter), mecânicas (obstrução ou trombose) e metabólicas (desequilíbrio de açúcar no sangue, lesões hepáticas ou deficiências de nutrientes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Complicações Infecciosas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Infecção de cateter: É a complicação mais comum e grave. Ocorre quando bactérias ou fungos entram na corrente sanguínea pelo ponto de inserção do cateter central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sepse: Se a infecção não for tratada rapidamente, pode evoluir para uma infecção sistêmica generalizada, exigindo internação hospitalar urgente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Complicações Mecânicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oclusão do cateter: O tubo pode entupir devido à formação de coágulos ou à cristalização de minerais e gorduras da própria fórmula de nutrição;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Trombose venosa: Formação de coágulos ao redor do cateter dentro da veia central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deslocamento: O cateter pode sair do lugar, dobrar (torção) ou se romper.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Complicações Metabólicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Problemas no fígado: O uso prolongado está associado ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), colestase (dificuldade na liberação da bile) ou elevação das enzimas hepáticas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desequilíbrio de glicose: Pode causar picos de açúcar no sangue (hiperglicemia) ou quedas bruscas (hipoglicemia);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alterações ósseas: A terapia a longo prazo pode causar desmineralização, aumentando o risco de osteoporose e fraturas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Distúrbios hidroeletrolíticos: Desequilíbrio nos níveis de minerais cruciais, como fósforo, potássio e magnésio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Tabela SIGTAP ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É padronizado no Sistema Único de Saúde os procedimentos abaixo, porém, todos apenas na modalidade Hospitalar:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.007-1 - NUTRICAO PARENTERAL EM ADULTO;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.008-0 - NUTRICAO PARENTERAL EM NEONATOLOGIA;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
03.09.01.009-8 - NUTRIÇÃO PARENTERAL EM PEDIATRIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Conclusão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica o fornecimento de alimentação parenteral domiciliar não é rotineira devido a sua alta complexidade envolvida desde o seu preparo, manuseio, além dos riscos ao paciente de um manejo inadequado. A nível hospitalar se faz necessário atendimento de equipe multidisciplinar devidamente habilitada e cadastrada. Acreditamos que a nível domiciliar, inevitavelmente, há a necessidade da vinculação de atendimento &amp;quot;HomeCare&amp;quot;. No Estado de Santa Catarina não há programa de nutrição parental domiciliar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
[https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs1/1998/prt0272_08_04_1998.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
[https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2009/prt0120_14_04_2009.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
[https://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/122/encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
[https://www.espen.org/files/ESPEN-Guidelines/HPN-Guideline-Portuguese.pdf] Acesso em 18/05/2026&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o_Parenteral_Domiciliar&amp;diff=73791</id>
		<title>Alimentação Parenteral Domiciliar</title>
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				<updated>2026-05-18T20:40:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== Alimentação Parenteral ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nutrição parenteral compreende uma solução ou uma emulsão composta, basicamente, por aminoácidos, lipídios, carboidratos e eletrólitos. É uma formulação estéril e apirogênica, acondicionada em bolsa plástica, destinada à '''administração intravenosa''' em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou domiciliar, visando a síntese ou à manutenção de tecidos, órgãos e sistemas. Geralmente, deve ser indicada quando há contraindicação absoluta para o uso do trato gastrointestinal (inacessível ou não funcional), como por exemplo:&lt;br /&gt;
. Obstrução intestinal.&lt;br /&gt;
. Síndrome de intestino curto (insuficiência intestinal).&lt;br /&gt;
. Fístulas enterocutâneas de alto débito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A complexidade da Terapia de Nutrição Parenteral (TNP) exige o comprometimento e a capacitação de uma '''equipe multiprofissional''' para garantia da sua eficácia e segurança para os pacientes. A equipe de Terapia Nutricional formal e obrigatoriamente constituída de, pelo menos, um profissional de cada categoria, que cumpra efetivamente com treinamento específico para essa atividade, a saber: '''médico, farmacêutico, enfermeiro e nutricionista'''.&lt;br /&gt;
O médico é o responsável pela a prescrição da TNP.&lt;br /&gt;
A prescrição da TNP deve contemplar o tipo e a quantidade dos nutrientes requeridos pelo paciente, de acordo com seu estado mórbido, estado nutricional e requerimentos nutricionais. A TNP deve atender a objetivos de curto e longo prazos.&lt;br /&gt;
Entende-se como curto prazo a interrupção ou redução da progressão das doenças, a cicatrização das feridas, a passagem para nutrição por via digestiva e a melhora do estado de desnutrição.&lt;br /&gt;
Entende-se por longo prazo a manutenção do estado nutricional normal e a reabilitação do paciente em termos de recuperação física e social.&lt;br /&gt;
A TNP deve abranger, obrigatoriamente, as seguintes etapas:&lt;br /&gt;
- Indicação e prescrição médica;&lt;br /&gt;
- Preparação: avaliação farmacêutica, manipulação, controle de qualidade, conservação e transporte;&lt;br /&gt;
- Administração;&lt;br /&gt;
- Controle clínico e laboratorial;&lt;br /&gt;
- Avaliação final.&lt;br /&gt;
'''A Nutrição Parenteral pode ser interpretada como terapêutica extremamente segura, quando seus procedimentos técnicos e de higienização são seguidos rigorosamente pelos profissionais. Caso contrário, é uma via direta à septicemia e um consequente perigo para a sobrevivência dos pacientes.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Nutrição Parenteral Domiciliar ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As diretrizes da Espen (a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) apontam que a nutrição parenteral domiciliar deve ser administrada aos pacientes incapazes de suprir suas necessidades nutricionais por via oral e/ou enteral, desde que eles possam ser tratados com segurança fora do hospital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por ser uma terapia de alta complexidade, o cuidado domiciliar (home care) exige um protocolo rígido para evitar infecções ou complicações metabólicas. Geralmente, envolve:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Treinamento da família: A equipe de enfermagem capacita os cuidadores para o manuseio asséptico, troca de curativos e manuseio da bomba de infusão;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2- Equipe multidisciplinar: Exige monitoramento contínuo com médicos (nutrólogos), enfermeiros, nutricionistas e farmacêuticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A '''síndrome do intestino curto''' foi a primeira indicação para nutrição parenteral prolongada em seres humanos e, no Brasil, o primeiro motivo para que o método fosse realizado no domicílio do paciente. Atualmente continua sendo a principal indicação na criança, seguida da síndrome da pseudo-obstrução intestinal e outras afecções, citadas na literatura, porém pouco frequentes em nosso meio como: doença de Crohn, diarreia crônica de causas indeterminadas e enteropatias por deficiência imunológica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ministério da Saúde ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 272, DE 8 DE ABRIL DE 1998, do MS Regulamenta a Técnica para a Terapia De Nutrição Parenteral. &lt;br /&gt;
Art. 2º Definir as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional e Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, suas competências e qualidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A PORTARIA Nº 120, DE 14 DE ABRIL DE 2009, NORMAS DE CREDENCIAMENTO/HABILITAÇÃO DAS UNIDADES DE ASSISTÊNCIA DE ALTA COMPLEXIDADE EM TERAPIA NUTRICIONAL E CENTROS DE REFERÊNCIA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§1º São Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares que possuírem condições técnicas, instalações físicas, equipamentos e recursos humanos adequados à prestação de assistência integral e especializada em nutrição enteral ou enteral/parenteral, a pacientes em risco nutricional ou desnutridos, incluindo triagem e avaliação nutricional, indicação e acompanhamento nutricional, dispensação e administração da fórmula nutricional, podendo ainda ser responsável pela manipulação/fabricação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§2º São '''Centros de Referência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional, as unidades hospitalares''' que, além de preencherem os critérios do §1º deste artigo, executem ações de triagem e avaliação, indicação e acompanhamento nutricional, de manipulação/fabricação, dispensação e administração da fórmula enteral e/ou parenteral necessária, e que possuam as seguintes características:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - Ser Hospital de Ensino, certificado pelo Ministério da Saúde e Ministério da Educação, de acordo com a Portaria Interministerial MEC/MS Nº 2.400, de 02 de outubro de 2007;&lt;br /&gt;
II - Estar integrado com o sistema local e regional do SUS que permita exercer o papel auxiliar, de caráter técnico, aos gestores na Política Nacional de Terapia Nutricional;&lt;br /&gt;
III - Dispor de estrutura de pesquisa e ensino organizados, com programas e protocolos estabelecidos em terapia nutricional;&lt;br /&gt;
IV - Ter estrutura gerencial capaz de zelar pela eficiência, eficácia e efetividade das ações prestadas;&lt;br /&gt;
V - Ter estrutura para subsidiar as ações dos gestores na regulação, fiscalização, controle e avaliação, incluindo estudos de qualidade e estudos de custo - efetividade tecnológica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Determinar que as Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional poderão prestar atendimento em:&lt;br /&gt;
I - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral;&lt;br /&gt;
II - Serviços de Assistência de Alta Complexidade em Terapia Nutricional - Enteral e Parenteral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Da Produção a Administração ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A NPT deve ser manipulada em sala limpa classe ISO 7, em cabines de fluxo laminar classe ISO 5, com pressão positiva. Deve possuir uma antecâmara para desinfecção e paramentação de vestuário próprio e adequado, que não libere partículas e esteja esterilizado.&lt;br /&gt;
Segundo a portaria 272/98, o transporte deve ser feito sob condições validadas, que garantam a integridade físico-química e de esterilidade do produto. A temperatura de transporte não deve exceder 20°C. O tempo de transporte não deve exceder 12 horas. O Armazenamento que antecede a administração da nutrição parenteral deve ser feito em refrigerador exclusivo para medicamentos e sua temperatura deve estar entre + 2°C a +8°C.&lt;br /&gt;
Assim que recebida da farmácia, a enfermagem, se não for utilizar imediatamente, deve armazenar a NPT em refrigerador próprio para medicamentos. A NPT não deve ficar exposta a iluminação direta ou fontes de calor. A infusão de cada frasco de NPT não deve ser superior a 24 horas.&lt;br /&gt;
Deve-se manter um gotejamento rigoroso, conforme plano de infusão. De acordo com a Portaria 272, a infusão deve ocorrer, em via própria, exclusiva para esta finalidade. Quando isto não for possível, a Comissão de Terapia Nutricional deve ser acionada, a fim de orientar sobre possíveis interações ou outros problemas que possam vir a ocorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Complicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas principais complicações dividem-se em infecciosas (contaminação do cateter), mecânicas (obstrução ou trombose) e metabólicas (desequilíbrio de açúcar no sangue, lesões hepáticas ou deficiências de nutrientes).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Complicações Infecciosas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Infecção de cateter: É a complicação mais comum e grave. Ocorre quando bactérias ou fungos entram na corrente sanguínea pelo ponto de inserção do cateter central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sepse: Se a infecção não for tratada rapidamente, pode evoluir para uma infecção sistêmica generalizada, exigindo internação hospitalar urgente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. Complicações Mecânicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oclusão do cateter: O tubo pode entupir devido à formação de coágulos ou à cristalização de minerais e gorduras da própria fórmula de nutrição;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Trombose venosa: Formação de coágulos ao redor do cateter dentro da veia central;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Deslocamento: O cateter pode sair do lugar, dobrar (torção) ou se romper.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. Complicações Metabólicas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Problemas no fígado: O uso prolongado está associado ao acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática), colestase (dificuldade na liberação da bile) ou elevação das enzimas hepáticas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Desequilíbrio de glicose: Pode causar picos de açúcar no sangue (hiperglicemia) ou quedas bruscas (hipoglicemia);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Alterações ósseas: A terapia a longo prazo pode causar desmineralização, aumentando o risco de osteoporose e fraturas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Distúrbios hidroeletrolíticos: Desequilíbrio nos níveis de minerais cruciais, como fósforo, potássio e magnésio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 == Conclusão ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática clínica o fornecimento de alimentação parenteral domiciliar não é rotineira devido a sua alta complexidade envolvida desde o seu preparo, manuseio, além dos riscos ao paciente de um manejo inadequado. A nível hospitalar se faz necessário atendimento de equipe multidisciplinar devidamente habilitada e cadastrada. Acreditamos que a nível domiciliar, inevitavelmente, há a necessidade da vinculação de atendimento &amp;quot;HomeCare&amp;quot;. No Estado de Santa Catarina não há programa de nutrição parental domiciliar.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;br /&gt;
[https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/svs1/1998/prt0272_08_04_1998.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
[https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2009/prt0120_14_04_2009.html] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
[https://www.cff.org.br/sistemas/geral/revista/pdf/122/encarte_farmAcia_hospitalar_pb72.pdf] Acesso em 04/04/2022.&lt;br /&gt;
[https://www.espen.org/files/ESPEN-Guidelines/HPN-Guideline-Portuguese.pdf] Acesso em 18/05/2026&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73645</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73645"/>
				<updated>2026-05-07T15:14:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Cell Saver */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&amp;lt;ref&amp;gt;[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9:CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub5. PMID: 20393932; PMCID: PMC4163967. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf LP Osório, BM Santos, TAV Gutierrez, JFM Costa, UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO, Hematology, Transfusion and Cell Therapy, Volume 45, Supplement 4, 2023, Page S658, ISSN 2531-1379]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197 UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73644</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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				<updated>2026-05-07T15:13:16Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Cell Saver */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&amp;lt;ref&amp;gt;[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf LP Osório, BM Santos, TAV Gutierrez, JFM Costa, UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO, Hematology, Transfusion and Cell Therapy, Volume 45, Supplement 4, 2023, Page S658, ISSN 2531-1379]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197 UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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				<updated>2026-05-07T15:11:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&amp;lt;ref&amp;gt;[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9:CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub5. PMID: 20393932; PMCID: PMC4163967 Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf LP Osório, BM Santos, TAV Gutierrez, JFM Costa, UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO, Hematology, Transfusion and Cell Therapy, Volume 45, Supplement 4, 2023, Page S658, ISSN 2531-1379]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197 UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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				<updated>2026-05-07T15:07:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Cell Saver */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&amp;lt;ref&amp;gt;[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9:CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub5. PMID: 20393932; PMCID: PMC4163967.]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf LP Osório, BM Santos, TAV Gutierrez, JFM Costa, UTILIZAÇÃO DE CELL SAVER COMO UMA ABORDAGEM FACILITADORA NA REDUÇÃO DA EXPOSIÇÃO À TRANSFUSÃO DE SANGUE ALOGÊNICO, Hematology, Transfusion and Cell Therapy, Volume 45, Supplement 4, 2023, Page S658, ISSN 2531-1379]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73641</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&amp;lt;ref&amp;gt;[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9:CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub5. PMID: 20393932; PMCID: PMC4163967.]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&amp;lt;ref&amp;gt;[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73640</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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				<updated>2026-05-07T14:58:51Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).[Carless PA, Henry DA, Moxey AJ, O'Connell D, Brown T, Fergusson DA. Cell salvage for minimising perioperative allogeneic blood transfusion. Cochrane Database Syst Rev. 2010 Apr 14;2010(4):CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub4. Update in: Cochrane Database Syst Rev. 2023 Sep 8;9:CD001888. doi: 10.1002/14651858.CD001888.pub5. PMID: 20393932; PMCID: PMC4163967.]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.[https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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				<updated>2026-05-07T14:52:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Cell Saver */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado.[https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.ectrx.org/class/pdfPreview.php?year=2015&amp;amp;volume=13&amp;amp;issue=1&amp;amp;supplement=1&amp;amp;spage_number=315&amp;amp;makale_no=0&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
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				<updated>2026-05-07T14:48:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Contraindicações: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No SUS ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://apurologia.pt/wp-content/uploads/2023/03/NEPC_Cell-Saver_Manual-Boas-Praticas.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://doi.org/10.1016/j.htct.2023.09.1197&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://www.ectrx.org/class/pdfPreview.php?year=2015&amp;amp;volume=13&amp;amp;issue=1&amp;amp;supplement=1&amp;amp;spage_number=315&amp;amp;makale_no=0&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73637</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73637"/>
				<updated>2026-05-07T14:38:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O Cell Saver */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A utilização do reaproveitamento sanguíneo possui as vantagens de: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Não transmitir doenças virais;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Diminuir o risco de aloimunização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Manter níveis de potássio séricos normais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
● Eliminar o risco de erro humano de transfusão de concentrado eritrocitário errado; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Embora essas técnicas não estejam associadas aos riscos conhecidos das transfusões alogênicas, elas não são isentas de riscos e não eliminam completamente a necessidade de transfusões.'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As contraindicações absolutas para a utilização desta técnica são a recusa do doente e a inexistência de profissionais com formação adequada para o manuseio do equipamento e processamento sanguíneo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
As contraindicações relativas são as hemoglobinopatias, nomeadamente anemia falciforme e talassemia (não existe evidência conclusiva)] e sépsis com grandes quantidades de pus no local cirúrgico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cell Saver  em cirurgias oncológicas já foi considerado contraindicado devido ao risco teórico de reinfundir células tumorais junto com o sangue do paciente. No entanto, estudos e meta-análises recentes indicam que não há aumento significativo no risco de recorrência do câncer ou metástases quando a técnica é usada corretamente, especialmente com o uso de filtros especiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73636</id>
		<title>Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Cell_Saver_(Recupera%C3%A7%C3%A3o_Intraoperat%C3%B3ria_de_Sangue_e_Hemoderivados&amp;diff=73636"/>
				<updated>2026-05-07T14:33:55Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Criou página com 'Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão...'&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Os procedimentos cirúrgicos estão associados ao risco de hemorragia transoperatória e à necessidade de reposição de componentes sanguíneos. Todas as transfusões estão associadas a riscos de eventos adversos. Com o intuito de diminuir a necessidade de transfusões alogênicas (transferência de sangue ou componentes sanguíneos de um doador para um receptor ) em cirurgias com grande perda sanguínea esperada, são utilizadas diversas técnicas de gerenciamento de sangue, incluindo diversos métodos de autotransfusão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As transfusões alogênicas trazem alguns riscos conhecidos, classificados entre reações imediatas e tardias, infecciosas ou não infecciosas. No entanto, a segurança transfusional tem evoluído significativamente através de protocolos rigorosos de triagem e testes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O Cell Saver ==&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um dispositivo médico de autotransfusão intraoperatória. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A autotransfusão é o processo pelo qual o sangue do doente proveniente do campo cirúrgico é aspirado, centrifugado , lavado e devolvido ao doente, atingindo um hematócrito elevado, entre 50 a 70%, mantendo as propriedades de transporte e entrega de oxigênio equivalente às reservas de eritrócitos alogênicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sua utilização necessita da disponibilidade do equipamento e pessoal treinado para utilização do mesmo durante as 24 horas nos hospitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estudos demonstram que o uso do Cell Saver diminui significativamente a taxa de transfusão de hemácias alogênicas, sendo eficaz em cirurgias ortopédicas, cardíacas (troca valvar) e transplantes hepáticos (redução de 15% a 27%).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O equipamento pode ser recomendado para procedimentos com previsão de perda sanguínea  superior a 1000 ml, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Cirurgias Cardíacas: Revascularização miocárdica e trocas valvares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Ortopedia: Artroplastia total de joelho e quadril;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Neurocirurgias e Transplantes: Hepáticos e cardíacos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Casos Específicos: Pacientes com anticorpos raros ou Testemunhas de Jeová.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante esclarecer que a Cell Saver possui limitações técnicas e que nem sempre pode ser recomendado. O hemoterapeuta deve avaliar o uso da Cell Saver em conjunto com o médico e a equipe assistente.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Terap%C3%AAuticos&amp;diff=73635</id>
		<title>Procedimentos Médicos Terapêuticos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Procedimentos_M%C3%A9dicos_Terap%C3%AAuticos&amp;diff=73635"/>
				<updated>2026-05-07T14:20:52Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;- [[Ablação térmica por radiofrequência]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Albumina humana 20%]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ALFA-1 ANTITRIPSINA para tratamento de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Auxílios ópticos para Baixa Visão e Visão Subnormal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Capsulotomia Nd-YAG laser]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cell Saver (Recuperação Intraoperatória de Sangue e Hemoderivados]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cateter com força de contato para ablação por radiofrequência e mapeamento eletroanatômico em pacientes adultos com arritmias cardíacas complexas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Bariátrica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Citorredução e Hipertermoquimioterapia (HIPEC) em Pseudomixoma Peritoneal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Citorredução e Hipertermoquimioterapia (HIPEC) em Mesotelima Perinoneal Maligno]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Fetal/Oclusão Traqueal Fetoscópica]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Plástica no SUS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Fetal/Mielomeningocele]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Cirurgia Fetal/Ablação a Laser de Vasos Placentários]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Crosslinking corneano]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Dispositivo de Assistência Ventricular Esquerda (DAVE)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Distração Osteogênica Mandibular]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Estimulador da Medula Espinhal para o Tratamento de Dor Crônica]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante de anel intraestromal corneano - Anel de Ferrara]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante de Esfincter Urinário Artificial]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante de drenagem oftalmológico no tratamento do glaucoma primário de ângulo aberto leve a moderado]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Implante por Cateter de Bioprótese Valvar Aórtica (TAVI)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Infiltração de Substâncias em Cavidade Sinovial]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Iodoterapia de Baixas Doses (30MCI E 50MCI), em regime ambulatorial, para casos de Carcinoma Diferenciado da Tireóide]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Laqueadura Tubária]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Oxigenoterapia Domiciliar]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Eletroconvulsoterapia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Estimulação Cerebral Profunda Para Tratamento da Distonia Primária Generalizada e Distonia Cervical]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Estimulação Magnética Transcraniana]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Enucleação]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Evisceração]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Exenteração]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Fertilização in vitro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Home Care]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Lentes esclerais estéticas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Novos medicamentos antiangiogênicos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Novos medicamentos intravítreos para tratamento de DMRI seca]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Oxigenoterapia Hiperbárica]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Prostatectomia Radical Assistida por Robô]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Terapia por Pressão Subatmosférica (VAC) - Curativo a Vácuo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Testagem Universal para Hepatite Viral C em Gestantes no Pré-natal]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Teste quantitativo da atividade da enzima glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD) para tratamento de pacientes com malária por Plasmodium vivax]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplantes]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de Intestino Delgado e o Transplante Multivisceral]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[ Transplante de células-tronco hematopoéticas (TCTH) alogênico  - ampliação da idade máxima para 75 anos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com afecções oculares]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com feridas crônicas e do pé diabético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Transplante de membrana amniótica para o tratamento de pacientes com queimaduras de pele]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tratamento Medicamentoso Hospitalar do Paciente com Covid-19]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19 - Controle da Dor, Sedação e Delirium]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19 - Assistência Hemodinâmica e Medicamentos Vasoativos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Trombectomia Mecânica para AVC Isquêmico]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Videoartroscopia]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Vitrectomia via pars plana (VVPP)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Processo Transexualizador no SUS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Neuronavegador Eletromagnético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Aspirador Ultrassônico]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Plástica Mamária no SUS]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [[Terapia Fotodinâmica para Tratamento de Câncer de Pele Não Melanoma do Tipo Carcinoma Basocelular Superficial e Nodular]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Pet-Scan&amp;diff=73584</id>
		<title>Pet-Scan</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Pet-Scan&amp;diff=73584"/>
				<updated>2026-04-24T15:02:09Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* O PET-SCAN no SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;==Principais informações==&lt;br /&gt;
O PET (do inglês Positron Emission Tomography) é um sistema complexo e de custo elevado, e é uma técnica de diagnóstico por imagens do campo da medicina nuclear, uma modalidade diagnóstica não-invasiva de compostos biologicamente ativos ou fármacos, marcados com emissores de pósitrons, para apreender processos bioquímicos tissulares. A tecnologia complementa ou substitui modalidades de imagens anatômicas e possui benefícios potenciais, entre eles, provisão de melhor informação diagnóstica para estadiamento e avaliação de recidivas; potencial melhoria nos resultados em saúde; além de diminuir os procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários e ter a possibilidade de reduzir os custos da assistência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento está presente no rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e o equipamento está presente nos serviços de saúde do SUS mediante a aquisição de PET-CT feita pelo Ministério da Saúde para alguns hospitais, sendo assim, necessário incluir os procedimentos para reembolso dos serviços.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pode ser caracterizado como eletivo ou de urgência/emergência?==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trata-se de exame eletivo, complementar aos demais métodos diagnósticos em oncologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O PET-SCAN no SUS==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O PET-CT não está disponível no SUS para todos os tipos de câncer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Sistema Único de Saúde (SUS) inicialmente incorporou o exame PET-CT para o estadiamento clínico do '''câncer de pulmão''' de células não pequenas potencialmente ressecável; para a detecção de metástase(s) exclusivamente hepática(s) e potencialmente ressecável(eis) de '''câncer colorretal'''; e para o estadiamento e avaliação da resposta ao tratamento de '''linfomas de hodgkin e não hodgkin'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), através do Relatório de Recomendação Relatório de Recomendação Nº 858, de outubro de 2023 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2023/20231123_Relatrio_858_Tomografia_por_emisso_de_positrons.pdf Relatório de Recomendação Relatório de Recomendação Nº 858]&amp;lt;/ref&amp;gt;,  recomendou ampliar o uso, no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS, da tomografia computadorizada por emissão de pósitrons para pacientes com câncer de pulmão de células pequenas. Com publicação da  PORTARIA SECTICS/MS Nº 66, de 22 DE novembro DE 2023 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2023/PORTARIASECTICSMSN66.pdf PORTARIA SECTICS/MS Nº 66, DE 22 de novembro DE 2023]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), através do Relatório de Recomendação Relatório de Recomendação Nº 989, de fevereiro de 2025 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2025/relatorio-de-recomendacao-no-989-pet-ct-cancer-esofago/view Relatório de Recomendação Relatório de Recomendação Nº 989]&amp;lt;/ref&amp;gt;,  recomendou a ampliação de uso da tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) para estadiamento de pacientes com doença localmente avançada de carcinoma de esôfago não sabidamente metastático (após resultados inconclusivos na TC). Com publicação da PORTARIA SECTICS/MS Nº 16, de 1 de maio de 2025 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2025/portaria-sectics-ms-no-16-de-1o-de-maio-de-2025 PORTARIA SECTICS/MS Nº 16, de 1 de maio de 2025]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), através do Relatório de Recomendação Relatório de Recomendação nº 1.095, de março de 2026,&amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/2026/relatorio-de-recomendacao-no-1-095-tomografia-por-emissao-de-positrons-pet-ct Relatório de Recomendação Relatório de Recomendação Nº 1.095]&amp;lt;/ref&amp;gt; recomendou a ampliação de uso da tomografia computadorizada por emissão de pósitrons (PET-CT) para para o diagnóstico do câncer de mama metastático (quando os exames de imagem convencionais apresentarem achados equívocos. Com publicação da PORTARIA SCTIE/MS Nº 23, DE 2 DE ABRIL DE 2026 &amp;lt;ref&amp;gt;[https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/relatorios/portaria/2026/portaria-sctie-ms-no-23-de-2-de-abril-de-2026 PORTARIA SECTICS/MS Nº 23, de 2 de abril de 2026]&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Tabela do SIGTAP está padronizado sob cód. ''02.06.01.009-5'' e nomeado como '''TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS (PET-CT)'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Referências==&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)&amp;diff=73514</id>
		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)&amp;diff=73514"/>
				<updated>2026-04-16T13:55:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* No Sistema Único de Saúde: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações Absolutas: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações Relativas ou Precauções: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Medicina Baseada em Evidência: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cough Assist mostrou sua eficiência na resolução de atelectasias agudas que estão diretamente ligadas a secreções produtivas nas vias aéreas, por meio do tubo TQT. Pesquisas mostram que o MI-E facilita a extubação de pacientes neuropatas, bem como diminui o índice de aderência a métodos invasivos de ventilação ou que realizasse de forma súbita a extubação de pacientes neuromusculares com falhas respiratórias agudas sem alguma tolerância respiratória e com grande quantidade de muco devido a infecção pulmonar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Auger et al (2017) publicaram revisão sistemática avaliando a relação de risco/benefício do uso de dispositivos mecânicos de insuflação-exsuflação para desobstrução de vias aéreas em pacientes com doenças neuromusculares. Doze estudos foram incluídos, mas a qualidade de todos eles foi considerada ruim. Os autores concluíram que “Esta revisão sublinha a falta de dados robustos sobre dispositivos médicos mecânicos utilizados para desobstrução das vias aéreas. As evidências científicas atuais não apoiam o uso de MI-E para o aumento da tosse em pacientes com doenças neuromusculares, mas os profissionais de saúde enfrentam a realidade da prática médica e a ausência de alternativas. A maioria das diretrizes europeias e americanas recomenda o uso de MI-E, apesar das evidências de baixo nível.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morrow et al (2013) elaboraram estudo de revisão com vistas a determinar a eficácia e segurança dos dispositivos de assistência a tosse em portadores de distúrbios neuromusculares. O desfecho mais comum foi o pico do fluxo expiratório. Os estudos não mostraram claramente se a melhora do fluxo expiratório impactou mortalidade, morbidade, qualidade de vida e eventos adversos graves. Os autores concluíram que os resultados dessa revisão não fornecem evidências suficientes para embasar a prática clínica e que são necessários mais estudos para testar a segurança e eficácia desses equipamentos.&amp;lt;ref&amp;gt;[DE TOSSE, M. Á. Q. U. I. N. A., and ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA. &amp;quot;NÚCLEO DE APOIO TÉCNICO AO JUDICIÁRIO–NATJUS NOTA TÉCNICA.&amp;quot;]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No Sistema Único de Saúde: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Máquina de Tosse (Cough-Assist®) não é padronizada no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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				<updated>2026-04-16T13:54:35Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Indicações: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações Absolutas: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Contraindicações Relativas ou Precauções: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Medicina Baseada em Evidência: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cough Assist mostrou sua eficiência na resolução de atelectasias agudas que estão diretamente ligadas a secreções produtivas nas vias aéreas, por meio do tubo TQT. Pesquisas mostram que o MI-E facilita a extubação de pacientes neuropatas, bem como diminui o índice de aderência a métodos invasivos de ventilação ou que realizasse de forma súbita a extubação de pacientes neuromusculares com falhas respiratórias agudas sem alguma tolerância respiratória e com grande quantidade de muco devido a infecção pulmonar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Auger et al (2017) publicaram revisão sistemática avaliando a relação de risco/benefício do uso de dispositivos mecânicos de insuflação-exsuflação para desobstrução de vias aéreas em pacientes com doenças neuromusculares. Doze estudos foram incluídos, mas a qualidade de todos eles foi considerada ruim. Os autores concluíram que “Esta revisão sublinha a falta de dados robustos sobre dispositivos médicos mecânicos utilizados para desobstrução das vias aéreas. As evidências científicas atuais não apoiam o uso de MI-E para o aumento da tosse em pacientes com doenças neuromusculares, mas os profissionais de saúde enfrentam a realidade da prática médica e a ausência de alternativas. A maioria das diretrizes europeias e americanas recomenda o uso de MI-E, apesar das evidências de baixo nível.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morrow et al (2013) elaboraram estudo de revisão com vistas a determinar a eficácia e segurança dos dispositivos de assistência a tosse em portadores de distúrbios neuromusculares. O desfecho mais comum foi o pico do fluxo expiratório. Os estudos não mostraram claramente se a melhora do fluxo expiratório impactou mortalidade, morbidade, qualidade de vida e eventos adversos graves. Os autores concluíram que os resultados dessa revisão não fornecem evidências suficientes para embasar a prática clínica e que são necessários mais estudos para testar a segurança e eficácia desses equipamentos.&amp;lt;ref&amp;gt;[DE TOSSE, M. Á. Q. U. I. N. A., and ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA. &amp;quot;NÚCLEO DE APOIO TÉCNICO AO JUDICIÁRIO–NATJUS NOTA TÉCNICA.&amp;quot;]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No Sistema Único de Saúde: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Máquina de Tosse (Cough-Assist®) não é padronizada e disponibilizada no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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				<updated>2026-04-16T13:50:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Medicina Baseada em Evidência: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Absolutas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Relativas ou Precauções:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Medicina Baseada em Evidência: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cough Assist mostrou sua eficiência na resolução de atelectasias agudas que estão diretamente ligadas a secreções produtivas nas vias aéreas, por meio do tubo TQT. Pesquisas mostram que o MI-E facilita a extubação de pacientes neuropatas, bem como diminui o índice de aderência a métodos invasivos de ventilação ou que realizasse de forma súbita a extubação de pacientes neuromusculares com falhas respiratórias agudas sem alguma tolerância respiratória e com grande quantidade de muco devido a infecção pulmonar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Auger et al (2017) publicaram revisão sistemática avaliando a relação de risco/benefício do uso de dispositivos mecânicos de insuflação-exsuflação para desobstrução de vias aéreas em pacientes com doenças neuromusculares. Doze estudos foram incluídos, mas a qualidade de todos eles foi considerada ruim. Os autores concluíram que “Esta revisão sublinha a falta de dados robustos sobre dispositivos médicos mecânicos utilizados para desobstrução das vias aéreas. As evidências científicas atuais não apoiam o uso de MI-E para o aumento da tosse em pacientes com doenças neuromusculares, mas os profissionais de saúde enfrentam a realidade da prática médica e a ausência de alternativas. A maioria das diretrizes europeias e americanas recomenda o uso de MI-E, apesar das evidências de baixo nível.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morrow et al (2013) elaboraram estudo de revisão com vistas a determinar a eficácia e segurança dos dispositivos de assistência a tosse em portadores de distúrbios neuromusculares. O desfecho mais comum foi o pico do fluxo expiratório. Os estudos não mostraram claramente se a melhora do fluxo expiratório impactou mortalidade, morbidade, qualidade de vida e eventos adversos graves. Os autores concluíram que os resultados dessa revisão não fornecem evidências suficientes para embasar a prática clínica e que são necessários mais estudos para testar a segurança e eficácia desses equipamentos.&amp;lt;ref&amp;gt;[DE TOSSE, M. Á. Q. U. I. N. A., and ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA. &amp;quot;NÚCLEO DE APOIO TÉCNICO AO JUDICIÁRIO–NATJUS NOTA TÉCNICA.&amp;quot;]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== No Sistema Único de Saúde: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Máquina de Tosse (Cough-Assist®) não é padronizada e disponibilizada no SUS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)&amp;diff=73511</id>
		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)&amp;diff=73511"/>
				<updated>2026-04-16T13:45:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Critérios Clínicos para Início: */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Absolutas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Relativas ou Precauções:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Medicina Baseada em Evidência: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cough Assist mostrou sua eficiência na resolução de atelectasias agudas que estão diretamente ligadas a secreções produtivas nas vias aéreas, por meio do tubo TQT. Pesquisas mostram que o MI-E facilita a extubação de pacientes neuropatas, bem como diminui o índice de aderência a métodos invasivos de ventilação ou que realizasse de forma súbita a extubação de pacientes neuromusculares com falhas respiratórias agudas sem alguma tolerância respiratória e com grande quantidade de muco devido a infecção pulmonar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Auger et al (2017) publicaram revisão sistemática avaliando a relação de risco/benefício do uso de dispositivos mecânicos de insuflação-exsuflação para desobstrução de vias aéreas em pacientes com doenças neuromusculares. Doze estudos foram incluídos, mas a qualidade de todos eles foi considerada ruim. Os autores concluíram que “Esta revisão sublinha a falta de dados robustos sobre dispositivos médicos mecânicos utilizados para desobstrução das vias aéreas. As evidências científicas atuais não apoiam o uso de MI-E para o aumento da tosse em pacientes com doenças neuromusculares, mas os profissionais de saúde enfrentam a realidade da prática médica e a ausência de alternativas. A maioria das diretrizes europeias e americanas recomenda o uso de MI-E, apesar das evidências de baixo nível.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morrow et al (2013) elaboraram estudo de revisão com vistas a determinar a eficácia e segurança dos dispositivos de assistência a tosse em portadores de distúrbios neuromusculares. O desfecho mais comum foi o pico do fluxo expiratório. Os estudos não mostraram claramente se a melhora do fluxo expiratório impactou mortalidade, morbidade, qualidade de vida e eventos adversos graves. Os autores concluíram que os resultados dessa revisão não fornecem evidências suficientes para embasar a prática clínica e que são necessários mais estudos para testar a segurança e eficácia desses equipamentos.&amp;lt;ref&amp;gt;[DE TOSSE, M. Á. Q. U. I. N. A., and ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA. &amp;quot;NÚCLEO DE APOIO TÉCNICO AO JUDICIÁRIO–NATJUS NOTA TÉCNICA.&amp;quot;]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)&amp;diff=73510</id>
		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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				<updated>2026-04-16T13:41:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Absolutas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Relativas ou Precauções:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=M%C3%A1quina_de_Tosse_(Cough-Assist%C2%AE)&amp;diff=73509</id>
		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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				<updated>2026-04-16T13:41:14Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Absolutas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Relativas ou Precauções:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) grave: Requer monitoramento rigoroso devido ao risco de aprisionamento de ar;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Asma grave: Risco de broncoespasmo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Edema pulmonar ou insuficiência cardíaca: A pressão negativa pode piorar a condição cardíaca;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pós-operatório de cirurgia torácica ou abdominal: Pode causar dor ou romper suturas.;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Confusão/Agitação: Paciente incapaz de cooperar ou sem proteção de via aérea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Critérios Clínicos para Início: ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protocolos, como os da American Thoracic Society (ATS) e diretrizes de saúde do Reino Unido, utilizam medidas funcionais para indicar o uso do aparelho: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''-Pico de Fluxo de Tosse (PCF):'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 270 L/min: Sinal de alerta; indicação para iniciar o treinamento e uso preventivo;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt; 160 L/min: Uso mandatório, pois o paciente não consegue mais limpar as vias aéreas sozinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Pressão Expiratória Máxima (PEmax):''' Geralmente indicada quando os valores estão abaixo de 60 cm H₂O.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Capacidade Vital:''' Frequentemente indicada quando a capacidade vital cai abaixo de 50% do previsto ou &amp;lt; 1500 ml em adultos.&amp;lt;ref&amp;gt;[Chatwin M, Wakeman RH. Mechanical Insufflation-Exsufflation: Considerations for Improving Clinical Practice. J Clin Med. 2023 Mar 31;12(7):2626. doi: 10.3390/jcm12072626. PMID: 37048708; PMCID: PMC10095394]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;references/&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do Cough Assist deve ser cuidadosamente avaliado por um médico ou fisioterapeuta. As contraindicações baseiam-se no risco de agravamento de lesões pulmonares ou instabilidade hemodinâmica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Indicações:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Neuromusculares: ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), distrofia muscular, miastenia gravis, poliomielite;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Lesões Medulares: Pacientes com lesões cervicais ou torácicas altas;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Doenças Pulmonares Crônicas: Enfizema, fibrose cística, bronquiectasias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Contraindicações Absolutas:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pneumotórax não tratado: Presença de ar na cavidade pleural;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Enfisema bolhoso: Risco alto de ruptura de bolhas pulmonares;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Hemoptise ativa: Tosse com sangue;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia ativa ou instabilidade hemodinâmica grave: Pressão arterial muito baixa ou instável;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hipertensão intracraniana: Aumento da pressão dentro do crânio;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-Lesões ou cirurgia recente no pescoço/traqueia: Risco de trauma.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Principais Marcas e Modelos no Mercado Brasileiro:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Philips Respironics: O CoughAssist E70 é o modelo mais reconhecido, sendo portátil, leve e com tela colorida;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- MPR: Produz o assistente de tosse Kalos, que oferece modos manual, automático e sincronizado, sendo aplicável em pacientes adultos e pediátricos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Onyx/Lumiar: O Onyx Easy Cough (ou Onyx Prime Easy) é uma opção compacta e prática para remoção de secreções.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;É um dispositivo de insuflação-exsuflação mecânica não invasivo, indicado para pacientes com tosse ineficaz e acúmulo de secreções, como em casos de doenças neuromusculares. Ele simula a tosse natural alternando pressões positivas e negativas para remover secreções de forma suave e eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O procedimento consiste, em primeiro lugar, na aplicação de pressão positiva nas vias aéreas através de um dispositivo mecânico (Cough-Assist®), que enche os pulmões ao máximo (insuflação), para depois transformar essa pressão positiva em negativa (exsuflação). Esta mudança brusca de pressão em tão pouco tempo gera um fluxo de ar forte o suficiente para expelir as secreções respiratórias. Se a exsuflação for acompanhada de compressão abdominal, o procedimento é ainda mais eficaz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Normalmente, cada sessão é composta por 3-6 ciclos. Cada ciclo é composto por uma fase de insuflação (1-3 segundos), uma fase de exsuflação (1-3 segundos) e uma fase de repouso (0-5 segundos). São utilizadas pressões em torno de 30-50 cmH2O, seguidas de cerca de 30 segundos de repouso para evitar a hiperventilação. O procedimento pode ser efetuado várias vezes ao dia, de preferência de manhã, antes das refeições e antes de dormir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser utilizado a nível hospitalar e domiciliar com diferentes interfaces: máscara facial, pipeta bucal, adaptador para o tubo endotraqueal ou cânula de traqueostomia.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Máquina de Tosse (Cough-Assist®)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: Limpou toda a página&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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