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		<title>InfoSUS - Contribuições do(a) usuário(a) [pt-br]</title>
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		<updated>2026-04-10T10:18:48Z</updated>
		<subtitle>Contribuições do(a) usuário(a)</subtitle>
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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43590</id>
		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
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				<updated>2022-04-18T18:10:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Complicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43589</id>
		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
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				<updated>2022-04-18T18:10:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Indicações */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43588</id>
		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
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				<updated>2022-04-18T18:09:53Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Stent Flow Diverter e SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43587</id>
		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43587"/>
				<updated>2022-04-18T18:09:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* 04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43586</id>
		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43586"/>
				<updated>2022-04-18T18:08:49Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* 04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM==	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Stent Flow Diverter e SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
==04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM==&lt;br /&gt;
==04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM==	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
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				<updated>2022-04-18T18:07:21Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: /* Stent Flow Diverter e SUS */&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
(04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM)&lt;br /&gt;
(04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM)	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43583</id>
		<title>Stent diversor de fluxo (Flow Diverter)</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="http://infosus.saude.sc.gov.br/index.php?title=Stent_diversor_de_fluxo_(Flow_Diverter)&amp;diff=43583"/>
				<updated>2022-04-18T18:05:03Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Anonimo: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;Um aneurisma cerebral é caracterizado como uma dilatação de caráter patológico de um vaso sanguíneo.&lt;br /&gt;
O tratamento da lesão aneurismática tem como objetivo exclui-la da circulação, fazendo com que o sangue que circula dentro das artérias não entre mais no interior do aneurisma, evitando assim sua ruptura. E, o método escolhido vai depender de fatores como tamanho, localização, quadro clínico do paciente e formato do aneurisma. Após uma avaliação cuidadosa e individualizada, a equipe médica, em conjunto com o paciente e familiares, decide a modalidade mais apropriada para cada caso.&lt;br /&gt;
A técnica conhecida como embolização  consiste no tratamento do aneurisma, sem que ocorra abertura do crânio. É também chamada de via endovascular.&lt;br /&gt;
Diferentes tipos de materiais podem ser utilizados para o fechamento dos aneurismas. A escolha vai ser feita após criteriosa análise realizada pelas equipes médicas. Balões, stents e espirais destacáveis de platina (conhecidas como “molas”) são os dispositivos mais utilizados para promover a exclusão do aneurisma da circulação.&lt;br /&gt;
Mais recentemente, tem sido empregado, em situações específicas, um tipo de stent chamado de redirecionador de fluxo (“flow diverter”). &lt;br /&gt;
Ele é posicionado na artéria-mãe, cobrindo o colo do aneurisma, a fim de desviar o fluxo de sangue e determinar uma progressiva trombose do saco do aneurisma.&lt;br /&gt;
    &lt;br /&gt;
=='''Indicações''' ==&lt;br /&gt;
As principais indicações para sua utilização são:&lt;br /&gt;
1) Aneurismas grandes e gigantes, onde o tratamento com molas, mesmo que associado com stents auto-expansíveis, ainda apresenta altos índices de recanalização.&lt;br /&gt;
2) Aneurismas muito pequenos (desde que rotos) ou do tipo “blister like”, nos quais a colocação de molas é dificultosa, com possibilidade de insucesso ou ruptura durante a sua colocação.&lt;br /&gt;
3) Aneurismas fusiformes, nos quais a utilização de stents auto-expansíveis com molas ao seu redor apresenta menores possibilidades de bom resultado.&lt;br /&gt;
4) Aneurismas intracavernosos, como opção à oclusão do vaso portador para a promoção da diminuição do componente trombosado e alívio dos sintomas compressivos sobre os nervos cranianos.&lt;br /&gt;
5) Falha do tratamento pelos outros métodos, aneurismas recanalizados após a utilização das técnicas ditas convencionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Complicações'''==&lt;br /&gt;
Abaixo estão listadas as possíveis complicações neurológicas inerentes ao procedimento no trans e pós operatório precoce e tardio:&lt;br /&gt;
- Isquemia cerebral: causada por formação de trombos nos materiais cirúrgicos ou por lesão dos vasos: As isquemias podem ser do tipo ataque isquêmico transitório (revertem em horas), isquemia leve (déficit mínimo) ou grave (déficit importante);&lt;br /&gt;
- Estenose do stent;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral aguda – causada pela ruptura do aneurisma durante o procedimento ou por perfuração de vasos durante a manipulação dos materiais cirúrgicos;&lt;br /&gt;
- Hemorragia cerebral no pós-operatório mediato e tardio: devido a ruptura do aneurisma ou hemorragia a distancia;&lt;br /&gt;
- Oclusão de artérias adjacentes a zona de implantação do stent; &lt;br /&gt;
- As complicações neurológicas podem determinar o surgimento de seqüelas neurológicas ou até mesmo óbito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Stent Flow Diverter e SUS'''==&lt;br /&gt;
O SUS disponibiliza tratamento de aneurisma cerebral endovascular, porém o Stent Flow Diverter não é padronizado no Sistema Único de Saúde.&lt;br /&gt;
Os tratatamentos disponibilizados pelo SUS incluem:&lt;br /&gt;
04.03.04.010-8 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
04.03.04.009-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MAIOR QUE 1,5 CM	&lt;br /&gt;
04.03.04.011-6 - MICROCIRURGIA P/ARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL ANTERIOR MENOR QUE 1,5 CM	&lt;br /&gt;
04.03.04.012-4 - MICROCIRURGIA PARA ANEURISMA DA CIRCULAÇÃO CEREBRAL POSTERIOR MENOR QUE 1,5 CM&lt;br /&gt;
04.03.07.004-0 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO&lt;br /&gt;
04.03.07.005-8 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MAIOR QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
04.03.07.015-5 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR QUE 1,5 CM COM COLO ESTREITO	&lt;br /&gt;
04.03.07.016-3 - EMBOLIZAÇÃO DE ANEURISMA CEREBRAL MENOR DO QUE 1,5 CM COM COLO LARGO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Conclusão'''==&lt;br /&gt;
Ao observar diversos estudos acerca do uso de stents em doenças cerebrovasculares, notou-se que se trata de uma técnica recente, porém, bastante difundida pelo mundo. São procedimentos de intervenção mínima, fato que torna seus riscos cirúrgicos bastante reduzidos em relação a outras opções de tratamento para essa enfermidade.&lt;br /&gt;
A escolha, pelo operador, sobre qual stent utilizar, depende do tipo e das características da doença cerebrovascular e também de seu julgamento pessoal daquela marca de stent que melhor se adequaria a cada paciente.&lt;br /&gt;
Esta nova tecnologia apresenta, segundo a literatura, índices de cura elevados, com índices de morbidade de 3 a 15% e mortalidade de 3 a 8%, bastante aceitáveis para casos complexos, para as técnicas endovasculares convencionais e microcirúrgicas.&lt;br /&gt;
O uso de stents em doenças cerebrovasculares se mostra, por fim, um campo cada vez mais promissor e mais repleto de novidades, fazendo com que esse tratamento se torne um procedimento cada vez mais seguro e eficaz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=='''Referências'''==&lt;br /&gt;
https://portalsbn.org/portal/aneurismas-cerebrais-tratamento-endovascular/&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
RESU – Revista Educação em Saúde: V3, N1, 2015 – ISSN: 2358-9868&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
https://sbnr.org.br/flow-diverter-stents/&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Anonimo</name></author>	</entry>

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